Capers Funnye and Obama’s Family

Publicado: março 4, 2009 por Yogi em Culture, International, Media, Politics, Tudo
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Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation Web site’s logo

Capers C. Funnye Jr. (pronounced fun-AY; born c. 1952) is a Jewish African American who is the head rabbi of the mostly African-American 200 member Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation of ChicagoIllinois, as assisted by Rabbis Avraham Ben Israel and Joshua V. Salter.[1] He is also the first African-American member of the Chicago Board of Rabbis, serves on the boards of the Jewish Council on Urban Affairs and the American Jewish Congress of the Midwest, and is active in the Institute for Jewish and Community Research, which reaches out to black Jewishcommunities outside the United States, such as the Beta Israel in Ethiopia and the Igbo Jews in Nigeria.[2][3] The organization was founded by Funnye in 1985 as a direct offshoot of Wentworth Arthur Matthew‘s Commandment Keepers.[4][5] He was ordained a rabbi by the Israelite Rabbinical Academy in 1985.[6] In 1996, Funnye was the only official black rabbi in the Chicago area recognized by the greater Jewish community.[7] He earned a Bachelor of Arts degree in Jewish Studies and Master of Science in Human Service Administration from the Spertus Institute of Jewish Studies in Chicago.[8]

Funnye is the first cousin once removed of Michelle Obama, the wife of 44th U.S. President Barack Obama.[9]

Like most of his congregation, Rabbi Funnye was not born into Judaism; he adopted the religion later in life. He was raised as a Methodist but, dissatisfied, investigated other religions including Islam, before converting to Judaism, feeling a sense of intellectual and spiritual liberation in the constant examination that he saw the religion encouraging.[3]

The congregation was started by Rabbi Horace Hasan from BombayIndia, in 1918 as the Ethiopian Hebrew Settlement Workers Association. Along with African-Americans, members include Hispanics and whites who were born Jews, as well as formerChristians and Muslims. As is traditional with Judaism, they do not seek converts, and members must study Judaism for a year before undergoing a traditional conversion requiring men to be ritually circumcised and women to undergo ritual immersion in amikvah. The synagogue is “somewhere between Conservative and Modern Orthodox” with distinctive African-American influences; while men and women sit separately as in Orthodox synagogues, a chorus sings spirituals to the beat of a drum. It is currently housed in a former Ashkenazi synagogue in the Marquette Park neighborhood.[3]

Although the idea of African American Jews is sometimes met with skepticism, Rabbi Funnye says, “I am a Jew, and that breaks through all color and ethnic barriers.”[3]

Rabbi Funnye is a co-founder, with Michelle Stein-Evers and Robin Washington, of the Alliance of Black Jews, which formed in 1995.[10]

ADEMAIS, recebi este email, mas que me fez verificar a informação… 

Michelle Obama, mulher do candidato democrata à Presidência dos EUA, é prima do rabino negro mais conhecido do país, Capers Funnye.

“O parentesco dá um toque inesperado à tão analisada relação entre Barack Obama e os judeus nessa campanha. Por um lado, organizadores, eleitores e doadores judeus, inclusive de algumas das famílias mais ricas e proeminentes de Chicago, desempenharam um papel essencial na ascensão política de Obama. Mas o Senador por Illinois lutou para superar as suspeitas de alguns grupos da comunidade judaica, inclusive o ceticismo a respeito de sua posição sobre Israel e os rumores, desacreditados mas persistentes, de que ele é, em segredo, muçulmano”, escreve Anthony Weiss no jornal The Forward (uma tradição do jornalismo norte-americano, criado em abril de 1897 como jornal diário em idish). A relação familiar, acrescenta Weiss, tinha passado praticamente desapercebida até agora.

Funnye é o primeiro negro a integrar o Chicago Board of Rabbis e participa também do Jewish Council on Urban Affairs e do American Jewish Congress of the Midwest. É bastante ativo e gosta de falar sobre a importância da aceitação de sua sinagoga pelos outros judeus dos EUA (aproximadamente 5 milhões e 300 mil, a maioria de ascendência asquenazita) . Sua congregação, a Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation, tem mais de 200 membros, quase todos negros, e foi fundada em 1918. Ela não é uma congregação apenas negra, e entre seus membros há também brancos judeus.

O rabino nasceu numa família metodista e se converteu ao judaísmo sob a supervisão de rabinos conservadores e ortodoxos. A maioria dos membros da congregação também se converteu na idade adulta. Apesar da expressão “Ethiopian Hebrew” no seu nome, a congregação não tem nenhuma relação com os judeus etíopes acolhidos por Israel nas últimas décadas. Ela é descrita como um misto de conservadora e ortodoxa moderna, com alguma influência afro-americana (um coral canta spirituals, com acompanhamento de percussão). Homens e mulheres sentam-se separadamente.”

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