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Maximin in philosophy

In philosophy, the term “maximin” is often used in the context of John Rawls‘s A Theory of Justice, where he refers to it (Rawls (1971, p. 152)) in the context of The Difference Principle. Rawls defined this principle as the rule which states that social and economic inequalities should be arranged so that “they are to be of the greatest benefit to the least-advantaged members of society”. In other words, an unequal distribution can be just when it maximizes the benefit to those who have the most minuscule allocation of welfare conferring resources (which he refers to as “primary goods”).[4][5]

Veja o artigo da wikipedia sobre Minimax, em inglês, na íntegra.

Veja o artigo da wikipedia sobre, em português, na íntegra.

70% da água do planeta está congelada lá…

So, let’s talk about global warming?

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Paul O’nneal ex-secretário do Tesouro americano abre o jogo sobre a estratégia dos falcões para monopolizar as reservas de petróleo do Iraque.
Haja m… no ventilador.
Segura essa!

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Cuidado para não repetir mentiras, nunca houve avião algum caindo no Pentagono.
Veja e tire suas conclusões.

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By Jason Simpkins
Managing Editor 
Money Morning

Emerging markets, led by China and Russia, plan to jointly challenge the U.S. dollar’s role as the world’s sole benchmark currency at the April 2 meeting of the Group 20 nations – a move that underscores the currency’s weakness and fading support around the world.

The creation of a new reserve currency to be issued by international financial institutions was one of the measures Russia proposed to the G20 on March 16, ahead of the group’s summit next week.

Russian authorities previously met with financial ministers and central bankers from China, Brazil and India on March 13. The group issued its first-ever joint communiqué ahead of the G20 finance ministers last Saturday, March 14.  The joint statement did not mention a new currency like Russia proposed, but an unidentified source told Reutersthat the issue was discussed.

Chinese policymakers confirmed as much today (Monday) when Zhou Xiaochuan, Governor of the People’s Bank of China, released an essay entitled “Reform of the International Monetary System” on the BOC’s Web site.

Without explicitly mentioning to the U.S. dollar, Zhou asked what kind of international reserve currency does the world needs to secure global financial stability and facilitate economic growth.

According to Zhou, the dollar’s unique status as the world’s primary currency reserve has resulted in increasingly frequent financial crises ever since the collapse of the Bretton Woods system in 1971.

“The price is becoming increasingly higher, not only for the users, but also for the issuers of the reserve currencies,” Zhou said. “Although crisis may not necessarily be an intended result of the issuing authorities, it is an inevitable outcome of the institutional flaws.”

Zhou called for the “re-establishment of a new and widely accepted reserve currency with a stable valuation” to replace the U.S. dollar – a credit-based national currency. The central bank governor noted that the International Monetary Fund’s Special Drawing Right (SDR) should be given special consideration. 

Created by the IMF in 1969 to support the Bretton Woods fixed exchange rate system, the SDR was redefined in 1973 as a basket of currencies. Today the SDR consists of the euro, Japanese yen, pound sterling, and U.S. dollar.

“The SDR has the features and potential to act as a super-sovereign reserve currency,” said Zhou. “Moreover, an increase in SDR allocation would help the Fund address its resources problem and the difficulties in the voice and representation reform. Therefore, efforts should be made to push forward a SDR allocation.”

Zhou proposed the following actions to move the SDR in a direction that could better accommodate demand for a more stable reserve currency:

  • Set up a settlement system between the SDR and other currencies. Therefore, the SDR, which is now only used between governments and international institutions, could become a widely accepted means of payment in international trade and financial transactions.
  • Actively promote the use of the SDR in international trade, commodities pricing, investment and corporate bookkeeping. This will help enhance the role of the SDR, and will effectively reduce the fluctuation of prices of assets denominated in national currencies and related risks.
  • Create financial assets denominated in the SDR to increase its appeal. The introduction of SDR-denominated securities, which is being studied by the IMF, will be a good start.
  • Further improve the valuation and allocation of the SDR. The basket of currencies forming the basis for SDR valuation should be expanded to include currencies of all major economies, and the GDP may also be included as a weight. The allocation of the SDR can be shifted from a purely calculation-based system to one backed by real assets, such as a reserve pool, to further boost market confidence in its value.

  
Many analysts view the campaign by emerging markets for a new reserve currency as an attempt by to gain more control in the IMF, which has traditionally been dominated by richer countries. But the new currency campaign is also further evidence that Beijing is becoming less and less comfortable with its large holdings of U.S. assets, namely Treasuries. 

Concerns about the dollar losing value have escalated in recent weeks as the U.S. Federal Reserve pursues a policy of quantitative easing in an effort of taming the financial crisis.

We have lent a huge amount of money to the United States,” Chinese Premier Wen Jiabao said earlier this month. “Of course, we are concerned about the safety of our assets. To be honest, I am definitely a little bit worried. I request the U.S. to maintain its good credit, to honor its promises and to guarantee the safety of China’s assets.”

China is the world leader with $2 trillion in foreign currency holdings. About half of that is held in U.S. Treasuries and notes issued by other government-affiliated agencies, such as Fannie Mae (FNM) and Freddie Mac (FRE).

Half of Russia’s currency reserves – the world’s third-largest stockpile – consist of U.S. dollars, as well.

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Tao 道(pronuncia-se tao, mas na grafia chinesa Pinyin escreve-se Dao) significa, traduzindo literalmente, o Caminho, mas é um conceito que só pode ser apreendido por intuição. O Tao não é só um caminho físico e espiritual; é identificado com o Absoluto que, por divisão, gerou os opostos/complementares Yin e Yang, a partir dos quais todas as «dez mil coisas» que existem no Universo foram criadas.

É um conceito muito antigo, adotado como princípio fundamental do taoísmo, doutrina fundada por Lao Zi.

Índice

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Tao é a espontaneidade natural

O conceito de Tao é algo que só pode ser apreendido por intuição. É algo muito simples, mas não pode ser explicado. É o que existe e o que inexiste. Só que nós temos demasiados conceitos dentro da cabeça para o entender como um todo uno.

O Tao é o Caminho da espontaneidade natural. É o que produz todas as coisas que existem. O Te 德 (a Virtude) é o modo de caminhar espontâneo que dá às coisas a sua perfeição.

O Tao não transcende o mundo; o Tao é a totalidade da espontaneidade ou «naturalidade» de todas as coisas. Cada coisa é simplesmente o que é e faz. Por isso, o Tao não faz nada; não precisa de o fazer para que tudo o que deve ser feito seja feito. Mas, ao mesmo tempo, tudo que cada coisa é e faz espontaneamente é o Tao. Por isso, o Tao «faz tudo ao fazer nada».

O Tao produz as coisas e é o Te que as sustenta. As coisas surgem espontaneamente e agem espontaneamente. Cada coisa tem o seu modo espontâneo e natural de ser. E todas as coisas são felizes desde que evoluam de acordo com a sua natureza. São as modificações nas suas naturezas que causam a dor e o sofrimento.

O modo de caminhar taoista

Se entendermos bem a natureza das coisas e conseguirmos esquecer tudo o que aprendemos que tenta ir contra ela, conseguimos fazer tudo o que é possível, com o mínimo esforço. Porque acabamos por deixar as coisas seguirem o seu curso natural. Não fazemos nada (claramente por nossa vontade própria) mas nada fica por fazer.

Na busca do conhecimento, todos os dias algo é adquirido,
Na busca do Tao, todos os dias algo é deixado para trás.

E cada vez menos é feito
até se atingir a perfeita não-ação.
Quando nada é feito, nada fica por fazer.

Domina-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.
E não interferindo.

Tao Te Ching 道德經 (Cap.48) – O Livro do Caminho e da sua Virtude

Devemos agir de acordo com a nossa vontade apenas dentro dos limites da nossa natureza e sem tentar fazer o que vai para além dela. Devemos usar o que é naturalmente útil e fazer o que espontaneamente podemos fazer sem interferir na nossa natureza. E não tentar fazer aquilo que não podemos fazer ou tentar saber aquilo que não podemos saber. A felicidade é essa “não-ação” perfeita (wu wei 無為 ).

Para conseguirmos entender o curso natural das coisas e seguirmos o Caminho temos que conseguir desaprender muitos conceitos. Para os podermos desaprender é preciso que antes os tenhamos aprendido. Mas temos que passar a um estado muito parecido com o estado inicial em que estavamos antes de o termos aprendido.

Se abrirmos os olhos de repente, há um brevíssimo momento durante o qual o nosso cérebro ainda não analisou o que está a ver. Ainda não distinguiu as cores e as formas nem descodificou o que se está a passar à nossa frente. Os taoistas procuram viver o mais perto possível desse estado. É uma renúncia à análise, sempre imperfeita, da realidade.

Trinta raios convergem para o meio de uma roda
Mas é o buraco em que vai entrar o eixo que a torna útil.

Molda-se o barro para fazer um vaso;
É o espaço dentro dele que o torna útil.

Fazem-se portas e janelas para um quarto;
São os buracos que o tornam útil.

Por isso, a vantagem do que está lá
Assenta exclusivamente
na utilidade do que lá não está.

Tao Te Ching 道德經 (Cap.11)

Ver também

 

Leia o Tao Te Ching em português, traduzido pelo time da wikisource

Leia o Tao Teh King em inglês, traduzido por Aleister Crowley

    Space/Time Foam

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    Supersimetric and Unified Field Theory

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