Arquivo de março 17, 2009

 

Aos interessados, eis o que dizem os organizadores do movimento (www.zeitgeistmovie.com).

Os Meios são o Fim:

Pretendemos restaurar as necessidades fundamentais e a consciência ambiental da espécie revogando a maioria das idéias que temos de quem e o que realmente somos, juntamente com como a ciência, a natureza e a tecnologia (em vez de religião, política e dinheiro) são a chave para nosso crescimento pessoal, não só como seres humanos individuais, mas como civilização, estrutural e espiritualmente. As percepções centrais dessa consciência são o reconhecimento dos elementos Emergentes e Simbióticos das leis naturais e de como o alinhamento dessa compreensão como base para nossas instituições pessoais e sociais, a vida na Terra transformar-se-á em um sistema que crescerá continuamente, onde consequências negativas sociais como camadas sociais, guerras, preconceitos, elitismo e atividades criminosas serão constantemente reduzidos e, esperamos, venham a deixar de existir no comportamento humano.

Claro que, para muitos humanos, é uma possibilidade muito difícil de se considerar, uma vez que fomos condicionados pela sociedade a pensar que crime, corrupção e desonestidade são “como as coisas são”, que sempre haverá pessoas que querem abusar, ferir e tirar vantagem dos outros. A religião reforça fortemente essa propaganda, já que a mentalidade “nós e eles”, “bem e mal” promove essa falsa suposição.

A verdade é que vivemos numa sociedade que produz escassez. A consequência dessa escassez é que os humanos devem se comportar de modo a se preservar, mesmo que isso signifique enganar e roubar para conseguirem o que querem. Nossa pesquisa concluiu que a escassez é uma das causas mais fundamentais de desvios de comportamento humano, além de levar a formas complexas de neurose. Uma análise estatística do vício em drogas, da criminalidade e da população carcerária demonstra que a pobreza e condições sociais não saudáveis são parte da experiência de vida das pessoas que adotam tais comportamentos.

Seres humanos não são bons ou ruins… Eles são o resultado da experiência de vida que os influenciam, e estão sempre mudando, sempre em movimento. A “qualidade” de um ser humano (se existisse algo assim) está diretamente relacionada a como foi criado e aos sistemas de crença aos quais ele foi condicionado.

Esse simples fato vem sendo gravemente ignorado, e hoje em dia as pessoas pensam primitivamente que competição, ganância e corrupção são elementos “embutidos” no comportamento humano, e portanto, precisamos ter prisões, polícia e consequentemente uma hierarquia de controle diferenciado para que a sociedade possa lidar com essas “tendências”. Isso é totalmente ilógico e falso.

O xis da questão é que para melhorar as coisas, você fundamentalmente precisa trabalhar nas raízes do problema. O atual sistema de “punição” usado pelas sociedades é ultrapassado, desumano e improdutivo. Quando um assassino em série é preso, a maioria das pessoas faz manifestações exigindo a morte dessa pessoa. Isso está errado. Uma sociedade realmente sã, que entende o que somos e como sistemas de valores são criados, pegaria esse indivíduo e aprenderia sobre os motivos por trás de seu comportamento violento. Essas informações passariam então por um departamento de pesquisa, que consideraria modos de evitar que fatos como esse ocorressem através da educação.

É hora de pararmos de remediar. É hora de começarmos uma nova abordagem social, atualizada com os conhecimento atuais. Tristemente, nossa sociedade é amplamente baseada em determinações e resoluções ultrapassadas e supersticiosas. É importante ressaltar que não há utopias ou conclusões. Todas as evidências indicam infinitas atualizações em todos os níveis. Por sua vez, são nossas ações pessoais de todo dia que moldam e perpetuam os sistemas sociais que adotamos. No entanto, paradoxalmente, são as influências do ambiente que criam nossas perspectivas e, portanto, nossas visões de mundo. Logo, a verdadeira mudança nascerá não só do ajuste de nossas decisões e compreensões pessoais, mas também da mudança das estruturas sociais que influenciam essas decisões e compreensões.

Os sistemas elitistas de poder são pouco afetados por protestos tradicionais e movimentos políticos. Devemos dar um passo além dessas “rebeliões do sistema” e trabalhar com uma ferramenta muito mais poderosa: parar de apoiar o sistema, ao mesmo tempo em que propagamos o conhecimento, a paz, a união e a compaixão. Não podemos “lutar contra o sistema”. Ódio, ira e a mentalidade de “guerra” são um modo ineficaz de obter mudança, pois eles perpetuam a mesma ferramenta que os sistemas de poder corruptos estabelecidos utilizam para manter o controle.

Distorção e Paralisia:Precisamos entender que todos os sistemas são Emergentes e estão constantemente em evolução, juntamente com a realidade de que todos nós estamos Simbioticamente conectados à natureza e uns aos outros de modo simples, porém muito profundo, levando à percepção de que nossa integridade pessoal é equivalente à do resto da sociedade. Então, perceberemos o quão distorcido e invertido é a nossa sociedade atual e como sua perpetuação é a causa maior de sua instabilidade. Por exemplo, o Sistema Monetário é há muito tempo considerado uma força positiva na nossa sociedade graças à sua alegação de que produz incentivos e progresso. Na verdade, o sistema monetário tornou-se um veículo para a divisão e o controle totalitário.

Ele é a expressão máxima do lema “Dividir e conquistar”, pois em seu núcleo estão as suposições de que (1) Devemos lutar uns com os outros para sobreviver (2) Seres humanos precisam de um “estímulo” recompensador para fazer coisas significativas.

Quanto ao Número 1 (Devemos lutar uns com os outros para sobreviver), essa característica da competição no sistema é o que produz corrupção em todos os níveis da sociedade, pois parte do “nós contra eles”. Muitos argumentam que o sistema de “livre comércio” é bom… Mas ele é corrupto nos dias de hoje, graças a políticas ruins, favorecimento, auxílios financeiros, etc. Eles supõem que se um mercado livre “puro” fosse instituído, as coisas seriam melhores. Isso é falso, pois o que você está vendo hoje é o livre mercado em funcionamento, com todas as suas desigualdades e corrupção. Não há lei que vá impedir vendas privilegiadas, conspirações, monopólios, abuso de mão-de-obra, poluição, obsolescência calculada e coisas do tipo… Isso é o que o sistema baseado em competição cria com eficiência, pois é baseado na premissa de tirar vantagem dos outros para obter lucro. Ponto final.

Precisamos começar a abandonar esses ideais opressivos e caminhar em direção de um sistema projetado para cuidar das pessoas… Não para forçá-las a lutar por sua sobrevivência. Quanto ao Número 2 (“Seres humanos precisam de um ‘estímulo’ recompensador para fazer coisas significativas), essa é uma perspectiva triste e incrivelmente negativa do ser humano. Supor que uma pessoa precise ser “motivada estruturalmente” ou “forçada” a fazer algo é simplesmente absurdo. Lembre-se de quando você era criança e não tinha a menor idéia do que fosse dinheiro. Você brincava, era curioso e fazia muitas coisas… Por quê? Porque você queria. No entanto, conforme o tempo passa em nosso sistema, a curiosidade e auto-motivação naturais são extirpadas das pessoas, pois elas são forçadas a se ajustar a um sistema de trabalho especializado, fragmentado, quase predefinido para poderem sobreviver. Por sua vez, isso costuma criar uma revolta interior natural nas pessoas devido à obrigação, e foi assim que separamos os momentos de “lazer” e de “trabalho”. A preguiça que aqueles que defendem o sistema monetário (por alegar que ele cria estímulo) não reconhecem. Numa sociedade verdadeira, as pessoas seguem suas inclinações naturais e trabalham para contribuir para a sociedade – não porque são “pagas” para isso, mas porque têm uma consciência maior de que colaborar com a sociedade ajuda tanto a si próprias quanto a todas as outras pessoas. Esse é o estado elevado de consciência que esperamos transmitir. A recompensa por sua contribuição para a sociedade e o bem-estar daquela sociedade… o que, por consequência, é também o seu bem-estar.

Agora, colocando as coisas em perspectiva, é importante entendermos que nosso mundo é atual e inegavelmente conduzido por um pequeno grupo de homens dominadores em altos cargos nas instituições dominantes em nossa sociedade – Negócios e Finanças. O funcionamento do governo é regido pela influência e poder das corporações e dos bancos. O elemento vital é o dinheiro, que na verdade é uma ilusão e hoje tem pouca relevância para a sociedade, servindo como meio de manipulação e desunião num tipo de organização social que gera elitismo, crime, guerras e camadas sociais.

Ao mesmo tempo, as pessoas aprendem que ser “correto” é o que lhes atribui valor como seres humanos. Este conceito de “correto” está diretamente ligado aos valores vigentes na sociedade. Logo, aqueles que aceitam o apóiam as visões do sistema social são considerados “normais”, enquanto aqueles que discordam são “anormais” ou “subversivos”. Seja isso o dogma de uma tradição social ou o alinhamento com uma religião mundialmente estabelecida, a base é a mesma: o Materialismo Intelectual. Quando percebemos que o conhecimento e, consequentemente, as instituições estão em constante evolução, vemos que qualquer sistema de crença que declare “saber” tudo, sem espaço para o debate, é uma perspectiva errônea. A religião, baseada na fé, é a grande agente de distorção, já que alega ter respostas definitivas sobre as origens mais complexas da humanidade, e isso simplesmente não é possível num universo emergente.

Compreendendo isso, percebemos então que as pessoas que foram condicionadas a aceitar completamente esses ensinamentos estáticos são tão perigosas quanto as Estruturas de Poder Estabelecidas, pois se tornam “guardiãs voluntárias do status quo”. Isso se aplica a todos os sistemas, principalmente ao político, ao financeiro e ao religioso. Uma vez que a identidade das pessoas se associa às doutrinas da ética de um País, Religião ou Empresa, torna-se muito difícil mudá-la, já que sua identidade está misturada às das ideologias que lhe foram impostas. Assim, eles seguem perpetuando a doutrina da instituição, simplesmente para manter sua integridade pessoal como eles a percebem. Precisamos quebrar esse ciclo, pois ele paralisa nosso crescimento não só como indivíduos, mas como sociedade.

Verdade e Transição

Uma vez que nós compreendamos que a integridade de nossa existência como pessoa está diretamente relacionada à integridade da Terra, da vida e de todos os outros seres humanos, teremos então um caminho predefinido para nós. Além disso, quando percebermos que são a ciência, a tecnologia e, portanto, a criatividade humana que trazem progresso para nossas vidas, seremos capazes de reconhecer nossas verdadeiras prioridades para crescimento pessoal e social e para o progresso. Posto isso, podemos ver que a Religião, a Política e o sistema de Trabalho baseado em Dinheiro/Competição são modos desatualizados de operação social, e que agora precisam ser abordados e transcendidos. Nossa meta é um sistema social que funciona sem dinheiro ou política, ao mesmo tempo em que permite que as superstições percam terreno à medida que a educação avança. Ninguém tem o direito de dizer ao outro em que acreditar, pois nenhum ser humano tem a compreensão completa de nenhum assunto. Entretanto, se prestarmos atenção aos processos naturais da vida, podemos ver como eles se alinham à natureza e assim nosso caminho fica mais claro. Por exemplo, muitas pessoas estão preocupadas com o crescimento populacional, enquanto comentários assustadores de gente como Henry Kissinger sugerem que seja necessário algum tipo de “redução”. Porém, a pergunta principal continua sendo: o crescimento populacional é tão ruim assim? A resposta é: em uma perspectiva científica, o planeta pode aguentar muito mais pessoas se necessário, desde que haja investimentos em alta tecnologia. 70% do nosso planeta é coberto de água e cidades sobre o mar (um dos muitos projetos de Jacque Fresco) são o próximo passo. Por sua vez, a educação sobre o funcionamento da vida informará às pessoas sobre as consequências de seus interesses reprodutivos, e o crescimento populacional será reduzido naturalmente à medida que as pessoas percebam como elas estão ligadas com o planeta e com sua capacidade de sustentação.

Na verdade, o único verdadeiro “governo” que pode haver é o gerenciamento da Terra e de seus recursos. A partir daí, todas as possibilidades podem ser consideradas. Por isso, é necessária uma unificação intelectual entre os países, pois as informações mais valiosas que podemos ter como espécie são uma avaliação detalhada e completa do que temos nesse planeta. Assim como você avalia o solo e os recursos antes de plantar algo, precisamos fazer o mesmo com o planeta para otimizar aquilo que podemos fazer enquanto espécie, em termos de recursos.

Naturalmente, muitos que analisarem as idéias apresentadas acima vão perguntar: “Como podemos fazer isso, considerando o sistema de valores distorcidos em vigência? Como fazemos essa transição? Essa é a pergunta mais difícil. A resposta: temos que começar de algum lugar. Há muitas coisas que podem ser feitas por uma única pessoa ou comunidade que podem começar a moldar essa visão. O passo mais importante é a educação.

Em 15 de março de 2009 (o Dia Z, como foi chamado em 2008) haverá uma série de ações mundiais para aumentar a consciência sobre esse caminho sociológico. Nossa esperança é termos encontros regionais em tantas cidades, estados e países quanto for possível. Nós aqui do zeitgeistmovement.com vamos trabalhar para oferecer material em todas as línguas que pudermos, e faremos o possível para ajudar cada subgrupo. Nós nunca pediremos dinheiro. Estamos aqui para ajudar, pois entendemos uma verdade central que está esquecida há muito tempo: quanto mais você dá, mais você recebe.

From Wikipedia, the free encyclopedia             For other uses, see Zeitgeist (disambiguation).


Zeitgeist (pronounced De-zeitgeist.ogg [ˈt͡saɪtgaɪst] (help·info)) is a German language expression literally translated: Zeit, time; Geist, spirit, meaning “the spirit of the age and its society“. The word zeitgeist describes the intellectual, cultural, ethical and political climate, ambience and morals of an era or also a trend. In German, the word has more layers of meaning than the English translation, including the fact that Zeitgeist can only be observed for past events.

Origins

The concept of Zeitgeist goes back to Johann Gottfried Herder and other German Romantics such as Cornelius Jagdmann, but is best known in relation to Hegel‘s philosophy of history. In 1769 Herder wrote a critique of the work Genius seculi by the philologist Christian Adolph Klotz and introduced the word Zeitgeist into German as a translation of genius seculi (Latingenius – “guardian spirit” and saeculi – “of the century”).

The German Romantics, habitually tempted to reduce the past to essences, treated the Zeitgeist as a historical character in its own right, rather than a generalized description for an era.

Definitions

“Zeitgeist” refers to the ethos of an identified group of people, that expresses a particular world view which is prevalent at a particular period of socio-cultural progression.

Zeitgeist is the experience of a dominant cultural climate that defines, particularly in Hegelian thinking, an era in the dialectical progression of a people or the world at large. Hegel’s main contribution to the formulation of the concept of Volksgeist is the attribution of a historical character to the concept. The spirit of a nation is one of the manifestations of “World Spirit” (Weltgeist). That Spirit is essentially alive and active throughout mankind’s history. Now, the spirit of a nation is an intermediate stage of world history as the history of the World Spirit. The World Spirit gives impetus to the realization of the historical spirits of various nations (Volksgeister’).

The spirits of individual nations are both the articulations (Gliederungen) of an organization and its realization. The spirits of individual nations represent a segment of the World Spirit out of which emerges the unlimited universal spirit. A comparison is introduced here between the status of an individual and that of a nation’s spirit. In the process of his formation the individual undergoes various changes without, however, losing his identity. As a part of world history, a nation—exhibiting a certain trend expressed in its Volksgeist— plays its part in the total process of world history. But once it contributes its share to world history it can no longer play a role in the process of world history. The submersion in the total process prevents a people’s cultural rebirth, because it has exhausted its creativity in the historical growth of its guiding spirit.

Cat Stevens – Wild World

Publicado: março 17, 2009 por Yogi em Arts, Culture, Music, Philosophy, Tudo

Lets make the world wider but not wilder. Read definition of world view in wikipedia and try to unnarrow your mind.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Consciência Coletiva, de acordo com o sociológo francês Émile Durkheim, é um cultural de idéias morais e normativas, a crença em que o mundo social existe até certo ponto à parte e externo à vida psicológicado indivíduo.

Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria    

— Durkheim, Émile. Da divisão do trabalho social. pag 342

Toda a teoria sociológica de Durkheim pretende demonstrar que os fatos sociais têm existência própria e independem daquilo que pensa e faz cada individuo em particular.Embora todos possuam sua “consciência individual”, seu modo próprio de se comportar e interpretar a vida, podem-se notar, no interior de qualquer grupo ou sociedade, formas padronizadas de conduta e pensamento. Essa constatação está na base da que Durkheim chamou de consciência coletiva.

Pensamento de grupo é um tipo de pensamento exibido pelos membros de um grupo que tentam minimizar conflitos e chegar ao consenso sem testar, analisar e avaliar criticamente as idéias. Durante o pensamento de grupo, membros do mesmo evitam promover pontos de vista fora da zona de conforto do pensamento consensual. Uma variedade de motivos para isto pode existir, tais como o desejo de evitar ser encarado como ridículo, ou o desejo de evitar perturbar ou irritar outros membros do grupo. O pensamento de grupo pode fazer com que grupos tomem decisões precipitadas e irracionais, onde dúvidas individuais são postas de lado, por medo de perturbar o equilíbrio coletivo. O termo é freqüentemente usado em sentido pejorativo.

Collective consciousness refers to the shared beliefs and moral attitudes which operate as a unifying force within society.[1] This term was used by the French social theorist Émile Durkheim (1858–1917) in his books The Division of Labour (1893), The Rules of Sociological Method (1895), Suicide (1897), and The Elementary Forms of Religious Life (1912).

In The Division of Labour, Durkheim argued that in “traditional” or “simpler” societies (those based around clan, family or tribal relationships), religion played an important role in uniting members through the creation of a common consciousness (conscience collective in the original French). In societies of this type, the contents of an individual’s consciousness are largely shared in common with all other members of their society, creating a mechanical solidarity through mutual likeness.

See also

Inconsciente Cole(c)tivo, segundo o conceito de psicologia analítica criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, é a camada mais profunda da psique humana. Ele é constituído pelos materiais que foram herdados da humanidade. É nele que residem os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos.

A existência do inconsciente coletivo não é derivada de experiências individuais, tal como o inconsciente pessoal, trabalhado por Freud, embora precise de experiências reais para poder se manifestar.

Tais traços funcionais do inconsciente coletivo foram chamados por Jung de arquétipos, que não seriam observáveis em si, mas apenas através das imagens que eles proporcionam.

psicanalista Erich Fromm apresenta outra posição a respeito, denominado sua concepção não de “inconsciente coletivo” mas sim “inconsciente social“, que seria a parte específica da experiência dos seres humanos que a sociedade repressiva não permite que chega à consciência dos mesmos. Já o sociólogo e filósofo Nildo Viana concebe o inconsciente coletivo de uma terceira posição. Ele seria o conjunto das necessidades e potencialidades reprimidas de um conjunto de indivíduos, grupos, classes ou toda a sociedade.

O inconsciente coletivo se opõe ao inconsciente pessoal, o qual poderia se manifestar na produção de sonhos. Desta forma, enquanto alguns destes têm caráter pessoal e podem ser explicados pela própria experiência da pessoa, outros apresentam imagens impessoais e estranhas, que não se consegue associar a nada de que se tenha lembrança. Esses sonhos seriam então um produto do inconsciente coletivo, algo como um depósito de imagens e símbolos, que Jung denomina arquétipos. Seria deles também de onde se originariam os mitos

Collective Unconscious, sometimes known as Collective Subconscious, is a term of analytical psychologycoined by Carl Jung. While Freud did not distinguish between an “individual psychology” and a “collective psychology”, Jung distinguished the collective unconscious from the personal subconscious particular to each human being. The collective unconscious is also known as “a reservoir of the experiences of our species.”[1]
In the “Definitions” chapter of Jung’s seminal work Psychological Types, under the definition of “collective” Jung references representations collectives, a term coined by Levy-Bruhlin his 1910 book How Natives Think. Jung says this is what he describes as the collective unconscious. Freud, on the other hand, did not accept the idea of a collective unconscious.

See also

With the economic news seemingly becoming worse by the day, there has been much talk about the possibility of deflation – a prolonged period of falling general prices.

 

By George Buckley from Telegraph.co.uk
Last Updated: 11:35AM GMT 17 Mar 2009

But why would this be so bad? After all, surely deflation is good for households if it means that the cost of the goods and services is becoming cheaper?

There are a few reasons it’s not that simple. First, prices tend to be influenced by the state of the economy. If demand is greater than the supply of goods and services then prices rise. If demand is weaker –as is the case at the moment – then prices can drop. So falling prices tell us something about the fragile shape of the economy. 

Deflation, therefore, doesn’t just mean lower prices – it also means higher unemployment and lower wages. It will become much more difficult for those people who’ve lost their job or had to take a pay cut to continue repaying their debt.

Some might be forced to sell their house to pay off the mortgage – but the more people who do this, the more house prices may fall (causing negative equity). And if house prices fall that can be a blow to confidence leading to a weaker economy which in turn might perpetuate deflation. It is easy to see how a vicious cycle can develop.

Consider the situation in which we have deflation, and more importantly we think it is going to continue. There is, then, little incentive to spend money today – we may as well wait until tomorrow when prices will be lower. And tomorrow we might think the same again, deferring our purchase indefinitely.

This is what happened in Japan in the 1990s – deflation came, and shoppers disappeared. Economic growth turned to economic contraction, and we witnessed what became known as Japan’s “lost decade”. Following a brief interlude where growth returned, a second lost decade seems to be in the making.

Even worse was the Great Depression. In the 1930s share prices tumbled leading to an economic slump of epic proportions – and, of course, deflation and falling wages. The crash that led to that depression was caused by investors buying shares with borrowed money, pushing their prices up to ever unsustainable levels. This time round it was excesses in the housing market and the financial sector.

Governments are now trying to spend their way out of recession, attempting to fill in the gap left by households and firms. The Bank of England is helping too by bringing interest rates down to exceptionally low levels – making it less desirable to save and thereby encouraging spending.

It is still very uncertain as to how all of this stimulus will affect the economy. The pressing need is to avert a period of deflation, but the risk is that too much policy easing could cause exactly the opposite

George Buckley is chief UK economist at Deutsche Bank

Abaixo, notícia do blog de Josias de Souza. A matéria inclui vários vídeos disponíveis no youtube, com Serra, Aécio e cia discursando sobre o futuro do partido. 

17/03/2009 PSDB entra no jogo de Lula e abre campanha de 2010 O PSDB decidiu subverter à lógica embutida numa das máximas cunhadas pelo avô de Aécio Neves. Dizia Tancredo Neves: “Ninguém tira o sapato antes de chegar ao rio, mas também ninguém vai ao Rubicão para pescar”. Depois de criticar Lula por empurrar Dilma Rousseff prematuramente para as margens de 2010, os tucanos decidiram, também eles, tirar o sapato antes da hora. Deu-se num evento realizado na sede do PSDB do Recife. Lá estavam Aécio Neves e José Serra, os dois presidenciáveis da legenda. Enrolados na bandeira de uma pretensa “unidade”, ambos discorreram sobre a necessidade de erigir uma mensagem que sensibilize o eleitorado. A certa altura, Serra disse que o tucanato precisa livrar-se do “complexo de pata”. “Mesmo pondo ovos maiores e mais nutritivos do que a galinha, a pata não faz estardalhaço. A galinha põe um ovo menor e faz barulho”.