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É um documentário sobre o futuro da India, o qual deve ter sido feito por alguém que tem investido muito dinheiro na India. Supõem-se que a Microsoft irá mudar seu QG para a India em 2010, e vê a India como a maior potência econômica do Mundo em 2025. Deviamos fazer um filme desse sobre o Brasil. Eles querem ser o novo polo tecnologico. Nós devíamos pensar numa alternativa tecnológica e ambiental (uso racional dos recursos naturais) e fazemos um filme desse sobre o futuro do Brasil. Ainda bem que o Mangabeira saiu do governo – ele não seria capaz de imaginar o Brasil daqui a 50 anos melhor do que a India nesse filme; Vale o exercício. Abs

NO SEXTO MINUTO HÁ UM GRÁFICO QUE MOSTRA A DEIXA PARA O FILME SOBRE O BRASIL. VALE UM LOOK.

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Documentário genial com a história mundial da origem das finanças e instituições financeiras no mundo. Claro, sobre ascenção e queda dos sistemas financeiras, causas e consequências.  Alto nível.

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 Eric Auchard

ericauchard1– Eric Auchard is a Reuters columnist. The opinions expressed are his own –

Once in a while a good computer security scare comes along that has all the makings of a taut Cold War spy thriller and the latest news of a global computer espionage ring is one such story.

A new report entitled “Tracking GhostNet: Investigating a Cyber Espionage Network,” argues that poorly defended computers used by government and private organizations in 103 nations may have been violated. The study has attracted widespread media attention after a New York Times story about it at the weekend.

The study by a group of activist researchers based in Toronto called “Information Warfare Monitor” says computers in various foreign ministries, embassies and Taiwanese trade groups have been pilfered by computers located at a Chinese government intelligence center on the island of Hainan. A computer in the private offices of the Dalai Lama was infected and e-mail lists and negotiating documents were stolen using a virus that “phoned home” to its controller, it alleges.

Data retrieved in the attacks appears to have been used to rein in Tibetan critics of China. But the report has trouble pinning the theft of computer secrets back to the Chinese government. It is also unclear how much information of value was gathered, outside a handful of instances. It conflates evidence of sniffing with acts of actual snooping.

A spokesman for China’s Foreign Ministry has dismissed the report’s claims as rumor and said his government was committed to protecting Internet security. “There’s a ghost abroad called the Cold War and a virus called the China threat,” ministry spokesman Qin Gang told a news conference.

In fairness, the researchers acknowledge up front that its findings raise more questions than answers and that it is “not clear whether the attacker(s) really knew what they had penetrated, or if the information was ever exploited for commercial or intelligence value.” It says that proving who is responsible for cyber attacks remains a major challenge — what experts refer to as the “attribution problem.”

The report was conducted at the request of the office of the Dalai Lama and Tibetan exile organizations, who have long accused the Chinese government of using cyber war to disrupt their activities. It describes the sophisticated techniques used to infiltrate the computers of the offices of the Tibetan government-in-exile. But the connections it draws to a wider global spy ring are sketchy. Some of the break-ins may be explained by shoddy computer maintenance.

In cyberliterature, the bad guys, typically unknown, break into vital government, military, banking or political organizations and cause immeasurable damage or steal uncounted billions of dollars. Throw in contemporary geopolitical rivalries and references to the latest techno-jargon and the formula is more or less complete.

To be sure, international computer security experts have seen the hand of Chinese hackers in growing number of computer intrusions around the world in recent years. The global scale combined with the sophisticated targeting of specific computers by GhostNet make most efforts at wiretapping government opponents scrawny by comparison.

But China is not alone among major world governments in viewing cyber warfare as a tenet of national security. To an unknown degree, for example, the United States, Israel and Britain snoop not just on their enemies but also their critics.

The problem with much of the writing about computer security is that it conflates basic issues of computer hygiene with diabolical threats to society or the economy. In the virtual world, teenage vandalism of web sites blurs into acts of terror. Police and government officials don’t help by painting the Internet’s inherent tension between openness and security as a danger to public safety.

O que vai ser o mundo pós-Breton Woods? EUA/Japão x Europa x BRIC’s? 

Essa é a verdadeira pergunta de 1 googolhão de dólares.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

As conferências de Bretton Woods, definindo o Sistema Bretton Woods de gerenciamento econômico internacional, estabeleceram em Julho de 1944 as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo. O sistema Bretton Woods foi o primeiro exemplo, na história mundial, de uma ordem monetária totalmente negociada, tendo como objetivo governar as relações monetárias entre Nações-Estado independentes.

Preparando-se para reconstruir o capitalismo mundial enquanto a Segunda Guerra Mundial ainda grassava, 730 delegados de todas as 44 nações aliadas encontraram-se no Mount Washington Hotel, em Bretton Woods, New Hampshire, para a Conferência monetária e financeira das Nações Unidas. Os delegados deliberaram e finalmente assinaram o Acordo de Bretton Woods (Bretton Woods Agreement) durante as primeiras três semanas de julho de 1944.

Índice

Os acordos

Definindo um sistema de regras, instituições e procedimentos para regular a política econômica internacional, os planificadores de Bretton Woods estabeleceram o Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (International Bank for Reconstruction and Development, ou BIRD) (mais tarde dividido entre o Banco Mundial e o “Banco para investimentos internacionais”) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Essas organizações tornaram-se operacionais em 1946, depois que um número suficiente de países ratificou o acordo.

As principais disposições do sistema Bretton Woods foram, primeiramente, a obrigação de cada país adotar uma política monetária que mantivesse a taxa de câmbio de suas moedas dentro de um determinado valor indexado ao dólar —mais ou menos um por cento— cujo valor, por sua vez, estaria ligado ao ouro numa base fixa de 35 dólares por onça Troy, e em segundo lugar, a provisão pelo FMI de financiamento para suportar dificuldades temporárias de pagamento. Em 1971, diante de pressões crescentes na demanda global por ouro, Richard Nixon, então presidente dos Estados Unidos, suspendeu unilateralmente o sistema de Bretton Woods, cancelando a conversibilidade direta do dólar em ouro.

As origens do sistema Bretton Woods

As bases políticas do sistema Bretton Woods podem ser encontradas na confluência de várias condições principais: as experiências comuns da Grande Depressão, a concentração de poder em um pequeno número de Estados e a presença de uma potência dominante querendo (e capaz de) assumir um papel de liderança.

As experiências da Grande Depressão

Um alto nível de concordância entre os países sobre as metas e meios do gerenciamento econômico internacional facilitou em muito as decisões tomadas pela Conferência de Bretton Woods. A fundação daquele acordo foi uma crença comum noCapitalismo intervencionista. Apesar de os países desenvolvidos diferirem quanto ao tipo de intervenções que preferiam para suas economias nacionais (a França, por exemplo, preferia um maior planejamento e intervenção estatal, enquanto os Estados Unidos eram favoráveis a uma intervenção estatal mais limitada), todos, no entanto, baseavam-se predominantemente em mecanismos de mercado e na noção de propriedade privada.

Assim, foram as semelhanças, mais do que as diferenças, que foram postas em evidência. Todos os governos participantes de Bretton Woods concordavam que o caos monetário do período entre-guerras forneceu valiosas lições.

A experiência da Grande Depressão, quando a proliferação de controles e barreiras de comércio levaram ao desastre econômico, estava fresca na memória dos participantes. Os conferencistas esperavam evitar a repetição da debandada dos anos 30, quando os controles das trocas minaram o sistema internacional de pagamentos, base do comércio mundial. A política de “beggar-thy-neighbor” (“empobrece teu vizinho”) dos governos dos anos 30—usando tarifas alfandegárias a fim de aumentar a competitividade de seus produtos de exportação e, assim, reduzir os déficits da balança de pagamentos—ocasionaram espirais deflacionárias que resultaram na diminuição da produção, desemprego em massa e declínio generalizado do comércio mundial. O comércio nos anos 30 ficou restrito a blocos monetários (grupos de nações que empregavam uma moeda equivalente, como o bloco da “Libra esterlina” do Império Britânico). Esses blocos retardaram o fluxo internacional de capitais e as oportunidades de investimentos estrangeiros. Apesar de esta estratégia tender a aumentar o dinheiro arrecadado pelo governo a curto prazo, ela piorou drasticamente a situação a médio e longo prazo.

Assim, para a economia internacional, todos os planificadores de Bretton Woods favoreceram um sistema relativamente liberal, um sistema que se baseasse primeiramente no mercado, com um mínimo de barreiras ao fluxo de comércio e capital privados. Apesar de não estarem inteiramente de acordo sobre a maneira de pôr em prática esse sistema liberal, todos concordavam com um sistema aberto.

Segurança econômica

Também com base nas experiências do período entre-guerras, os planificadores estadunidenses desenvolveram um conceito de segurança econômica—que um sistema econômico liberal internacional aumentaria as possibilidades de paz no pós-guerra. Um dos que viram tal segurança foi Cordell Hull, o secretário de Estado dos Estados Unidos de 1933 a 1944.[1] Hull acreditava que as causas fundamentais das duas guerras mundiais estavam na discriminação econômica e guerras comerciais. Especificamente, ele tinha em mente acordos bilaterais de controle de comércio e trocas da Alemanha Nazi e o sistema de preferência imperial praticado pelo Reino Unido (pelo qual membros ou antigos membros do Império britânico beneficiavam de um status comercial especial). Hull argumentava que:

Comércio sem obstáculos associado com paz; altas tarifas, barreiras comerciais e competição econômica injusta, com guerra… se conseguíssemos tornar o comércio mais livre… mais livre no sentido de menos discriminações e obstruções… de tal modo que um país não ficaria mortalmente invejoso de outro e os padrões de vida de todos os países pudessem crescer, eliminando com isso a insatisfação econômica que alimenta a guerra, teríamos uma chance razoável de paz durável.[2]

O surgimento do intervencionismo governamental

Os países desenvolvidos também concordaram que o sistema econômico liberal internacional requeria intervencionismo do governo. Após a Grande Depressão, a administração pública da economia emergiu como uma atividade primeira dos governos de Estados desenvolvidos: emprego, estabilidade e crescimento eram então assuntos importantes da política pública. Com isso, o papel do governo na economia nacional ficou associado com a apropriação, pelo Estado, da responsabilidade de garantir a seus cidadãos um certo grau de bem-estar econômico. O welfare state (estado protetor) nasceu da Grande Depressão, que criou uma necessidade popular de intervencionismo estatal na economia, e das contribuições teóricas da escola econômica Keynesiana, que defendia a necessidade de intervenção estatal a fim de manter níveis adequados de emprego.

A nível internacional, essas idéias também surgiram da experiência dos anos 30. A prioridade dos objetivos nacionais, a ação independente nacional no período entre-guerras e o fracasso em perceber que esses objetivos nacionais não poderiam ser atingidos sem uma certa forma de colaboração internacional resultaram em políticas de estilo “empobrece teu vizinho” como alta tarificação e desvalorizações competitivas, que contribuíram para a queda da economia, instabilidade política doméstica e guerra internacional. A lição foi, como explica Harry Dexter White, adepto do New Deal e principal arquiteto do sistema Bretton Woods:

a falta de um alto grau de colaboração econômica entre as nações industrializadas… resultará, inevitavelmente, em guerra econômica que será o prelúdio e instigador de guerra militar em uma escala ainda maior.[3]

Para garantir a estabilidade econômica e a paz política, os Estados concordaram em cooperar para regular o sistema econômico internacional. O pilar da visão estadunidense do mundo pós-guerra era o comércio livre. Liberdade de comércio implicava tarifas baixas e, entre outras coisas, uma balança comercial favorável ao sistema capitalista.

Assim, as economias de mercado mais desenvolvidas aceitaram a visão dos Estados Unidos de gerenciamento econômico internacional do pós-guerra, que foi concebido para criar e manter um sistema monetário internacional efetivo e encorajar a redução de barreiras ao comércio e ao fluxo de capital .

O surgimento da hegemonia dos Estados Unidos da América

O gerenciamento econômico internacional baseava-se na potência dominante para dirigir o sistema. A concentração de poder facilitou o gerenciamento na medida em que reduziu o número de atores cujo acordo era necessário para o estabelecimento de regras, instituições e procedimentos e para levar a cabo o gerenciamento dentro dos sistemas em acordo. Esse líder foi os Estados Unidos da América. Como a potência com a economia e política mais avançadas do mundo, os EUA estavam claramente em uma posição ideal para assumir essa liderança.

Os EUA emergiram da Segunda Guerra Mundial como a mais forte economia do mundo, vivendo um rápido crescimento industrial e uma forte acumulação de capital. Os EUA não haviam sofrido as destruições da Segunda Guerra Mundial, tinham construído uma indústria manufatureira poderosa e enriqueceram vendendo armas e emprestando dinheiro aos outros combatentes; na verdade, a produção industrial dos EUA em 1945 foi mais do que o dobro da produção anual dos anos entre 1935 e 1939. Em comparação, a Europa e o Japão estavam dizimados militar e economicamente.

Quando a Conferência de Bretton Woods aconteceu, as vantagens econômicas dos Estados Unidos eram indiscutíveis e esmagadoras. Os EUA tinham a maioria dos investimentos mundiais, da produção manufaturada e das exportações. Em 1945, os EUA produziam a metade de todo o carvão mundial, dois-terços do petróleo e mais do que a metade da eletricidade. Os EUA eram capazes de produzir imensas quantidades de naviosaviõesautomóveisarmamentosmáquinas, produtos químicos, etc. Reforçando a vantagem inicial—e assegurando a liderança dos EUA no mundo capitalista—os EUA detinham 80% das reservas mundiais de ouro e tinham não somente poderosas Forças Armadas, mas também a bomba atômica.

Na condição de maior potência mundial e uma das poucas nações não afetadas pela guerra, os EUA estavam em posição de ganhar mais do que qualquer outro país com a liberação do comércio mundial. Os EUA teriam com isso um mercado mundial para suas exportações, e teriam acesso irrestrito a matérias-primas vitais.

Os EUA não eram somente capazes de, mas também queriam, assumir essa liderança. Apesar de os EUA terem mais ouro, mais capacidade produtora e mais poder militar do que todo o resto do mundo junto, o capitalismo dos EUA não poderia sobreviver sem mercados e aliados. William Clayton, o Secretário de Estado assistente para Assuntos Econômicos, foi uma das várias personalidades influentes na política estado-unidense que colocaram em evidência esse ponto: “Precisamos de mercados—grandes mercados—por todo o mundo, onde poderemos comprar e vender.”

Houve várias previsões de que a paz traria de volta a depressão e o desemprego devido ao término da produção bélica e ao retorno dos soldados ao mercado de trabalho. Entre as dificuldades econômicas estava um aumento abrupto da inquietude trabalhista. Determinado a evitar uma catástrofe econômica equivalente à da década de 1930, o presidente Franklin D. Roosevelt viu a criação de uma ordem pós-guerra como uma maneira de garantir a prosperidade dos EUA.

A carta do Atlântico

Durante a guerra, os Estados Unidos da América imaginaram uma ordem econômica mundial pós-guerra na qual os EUA pudessem penetrar em mercados que estivessem previamente fechados a outros blocos, bem como abrir novas oportunidades a investimentos estrangeiros para as empresas estado-unidenses, removendo restrições de fluxo de capital internacional.

Carta do Atlântico, esboçada em agosto de 1941 durante o encontro do presidente Roosevelt com o primeiro-ministro britânico Winston Churchill em um navio no Atlântico norte, foi o mais notável precursor à Conferência de Bretton Woods. Assim comoWoodrow Wilson antes dele, cujos “Quatorze pontos” (Fourteen Points) delinearam os objetivos dos Estados Unidos para o pós-guerra da Primeira Guerra Mundial, Roosevelt lançou uma série de objetivos ambiciosos para o mundo pós-guerra antes mesmo de os EUA entrarem na Segunda Guerra Mundial. A carta do Atlântico afirmou o direito de todas as nações a igual acesso ao comércio e à matéria-prima. Além disso, a carta apelou pela liberdade dos mares (um objetivo principal da política estrangeira estado-unidense desde que a França e o Reino Unido ameaçaram navios estado-unidenses nos anos 1790), o desarmamento dos agressores e o “estabelecimento de um amplo e permanente sistema de segurança geral.”

Quando a guerra aproximava-se do fim, a Conferência de Bretton Woods foi o ápice de dois anos e meio de planejamento da reconstrução pós-guerra pelos Tesouros dos EUA e Reino Unido. Representantes estado-unidenses estudaram com os colegas britânicos a reconstituição do que tinha estado faltando entre as duas guerras mundiais: um sistema internacional de pagamentos que permitisse que o comércio fosse efetuado sem o medo de desvalorizações monetárias repentinas ou flutuações selvagens das taxas de câmbio — problemas que praticamente paralisaram o capitalismo mundial durante a Grande Depressão.

Na ausência de um mercado europeu forte para os bens e serviços estado-unidenses, pensava a maior parte dos políticos, a economia dos EUA seria incapaz de sustentar a prosperidade que ela alcançara durante a guerra. Além disso, os sindicatos de trabalhadores tinham aceitado a contragosto as restrições impostas pelo governo aos seus pedidos durante a guerra, e eles não queriam esperar mais tempo por mudanças, principalmente depois que a inflação afetara as escalas de salários de maneira violenta (no final de 1945, já havia acontecido greves importantes nas indústrias de automóvel, eletricidade e aço).

Financiador e conselheiro autoindicado de presidentes e congressistas, Bernard Baruch resumiu o espírito de Bretton Wood no início de 1945: se pudermos “eliminar o subsídio ao trabalho e à competição acirrada nos mercados exportadores,” bem como prevenir a reconstrução de máquinas de guerra, “oh boy, oh boy, que prosperidade a longo termo nós teremos.”[4] Assim, os Estados Unidos vão usar sua posição predominante para restaurar uma economia mundial aberta, unificada sob controle dos EUA, que deu aos EUA acesso ilimitado a mercados e matéria-prima.

By Jason Simpkins
Managing Editor 
Money Morning

Emerging markets, led by China and Russia, plan to jointly challenge the U.S. dollar’s role as the world’s sole benchmark currency at the April 2 meeting of the Group 20 nations – a move that underscores the currency’s weakness and fading support around the world.

The creation of a new reserve currency to be issued by international financial institutions was one of the measures Russia proposed to the G20 on March 16, ahead of the group’s summit next week.

Russian authorities previously met with financial ministers and central bankers from China, Brazil and India on March 13. The group issued its first-ever joint communiqué ahead of the G20 finance ministers last Saturday, March 14.  The joint statement did not mention a new currency like Russia proposed, but an unidentified source told Reutersthat the issue was discussed.

Chinese policymakers confirmed as much today (Monday) when Zhou Xiaochuan, Governor of the People’s Bank of China, released an essay entitled “Reform of the International Monetary System” on the BOC’s Web site.

Without explicitly mentioning to the U.S. dollar, Zhou asked what kind of international reserve currency does the world needs to secure global financial stability and facilitate economic growth.

According to Zhou, the dollar’s unique status as the world’s primary currency reserve has resulted in increasingly frequent financial crises ever since the collapse of the Bretton Woods system in 1971.

“The price is becoming increasingly higher, not only for the users, but also for the issuers of the reserve currencies,” Zhou said. “Although crisis may not necessarily be an intended result of the issuing authorities, it is an inevitable outcome of the institutional flaws.”

Zhou called for the “re-establishment of a new and widely accepted reserve currency with a stable valuation” to replace the U.S. dollar – a credit-based national currency. The central bank governor noted that the International Monetary Fund’s Special Drawing Right (SDR) should be given special consideration. 

Created by the IMF in 1969 to support the Bretton Woods fixed exchange rate system, the SDR was redefined in 1973 as a basket of currencies. Today the SDR consists of the euro, Japanese yen, pound sterling, and U.S. dollar.

“The SDR has the features and potential to act as a super-sovereign reserve currency,” said Zhou. “Moreover, an increase in SDR allocation would help the Fund address its resources problem and the difficulties in the voice and representation reform. Therefore, efforts should be made to push forward a SDR allocation.”

Zhou proposed the following actions to move the SDR in a direction that could better accommodate demand for a more stable reserve currency:

  • Set up a settlement system between the SDR and other currencies. Therefore, the SDR, which is now only used between governments and international institutions, could become a widely accepted means of payment in international trade and financial transactions.
  • Actively promote the use of the SDR in international trade, commodities pricing, investment and corporate bookkeeping. This will help enhance the role of the SDR, and will effectively reduce the fluctuation of prices of assets denominated in national currencies and related risks.
  • Create financial assets denominated in the SDR to increase its appeal. The introduction of SDR-denominated securities, which is being studied by the IMF, will be a good start.
  • Further improve the valuation and allocation of the SDR. The basket of currencies forming the basis for SDR valuation should be expanded to include currencies of all major economies, and the GDP may also be included as a weight. The allocation of the SDR can be shifted from a purely calculation-based system to one backed by real assets, such as a reserve pool, to further boost market confidence in its value.

  
Many analysts view the campaign by emerging markets for a new reserve currency as an attempt by to gain more control in the IMF, which has traditionally been dominated by richer countries. But the new currency campaign is also further evidence that Beijing is becoming less and less comfortable with its large holdings of U.S. assets, namely Treasuries. 

Concerns about the dollar losing value have escalated in recent weeks as the U.S. Federal Reserve pursues a policy of quantitative easing in an effort of taming the financial crisis.

We have lent a huge amount of money to the United States,” Chinese Premier Wen Jiabao said earlier this month. “Of course, we are concerned about the safety of our assets. To be honest, I am definitely a little bit worried. I request the U.S. to maintain its good credit, to honor its promises and to guarantee the safety of China’s assets.”

China is the world leader with $2 trillion in foreign currency holdings. About half of that is held in U.S. Treasuries and notes issued by other government-affiliated agencies, such as Fannie Mae (FNM) and Freddie Mac (FRE).

Half of Russia’s currency reserves – the world’s third-largest stockpile – consist of U.S. dollars, as well.

News and Related Story Links:

 

WASHINGTON (AFP) — US President Barack Obama has defended the dollar as “extraordinarily strong” and rejected China’s call for a new global currency as an alternative to the dollar.

He said investors considered the United States “the strongest economy in the world with the most stable political system in the world” even as it was reeling from a prolonged recession stemming from financial turmoil.

People’s Bank of China Governor Zhou Xiaochuan had called for a replacement of the dollar, installed as the reserve currency after World War II, with a different standard run by the International Monetary Fund.

“As far as confidence in the US economy or the dollar, I would just point out that the dollar is extraordinarily strong right now,” Obama told a White House press conference on Tuesday.

He said that although the United States was “going through a rough patch” at present, it enjoyed a “great deal of confidence” from investors.

“So you don’t have to take my word for it,” he said.

“I don’t believe there is a need for a global currency,” Obama said, in what appeared to be a break from tradition among US presidents not to comment directly on the dollar’s value.

Zhou suggested the IMF’s Special Drawing Rights, a currency basket comprising dollars, euros, sterling and yen, could serve as a super-sovereign reserve currency, saying it would not be easily influenced by the policies of individual countries.

China is the largest creditor to the United States, being the top holder of US Treasury bonds worth 739.6 billion dollars as of January, according to US figures. It is also the world’s largest holder of US dollars as a reserve currency, at more than one trillion dollars.

Zhou’s comments came just two weeks after Chinese Premier Wen Jiabao, in a rare expression of concern, called on US economic planners to safeguard Chinese assets.

“We have lent huge amounts of money to the United States. Of course we are concerned about the safety of our assets,” Wen said as the United States grappled with the worst financial turmoil since the Great Depression.

The latest Chinese concern came as the dollar took a beating following the Federal Reserve’s decision last week to buy up to 300 billion dollars in long-term US Treasury bonds and boost its purchases of mortgage securities by 750 billion dollars in an effort to revive the ailing economy.

The decision, according to foreign exchange dealers, made US assets less attractive to investors worried that the Fed move would end up debasing the world’s reserve currency.

Despite the financial meltdown at home, the dollar has been mostly regarded as “safe haven” by investors averting risks amid a global economic slump.

Before Obama spoke, the dollar ended higher Tuesday against key currencies.

The euro fell to 1,3469 dollars in late New York trading from 1,3617 a day earlier while the greenback rose to 97.88 yen from 97.13.

US Federal Reserve chief Ben Bernanke and Treasury Secretary Timothy Geithner on Tuesday also defended the dollar at a congressional hearing.

At the hearing, a lawmaker asked the two financial chiefs: “Would you categorically renounce the United States moving away from the dollar and going to a global currency as suggested by China?”

Geithner immediately responded, “I would.”

“And the chair?” the lawmaker asked, turning to Fed chairman Bernanke.

“I would also,” Bernanke said.

The idea of a global currency determined by multilateral organizations is not new, said John Lipsky, the IMF’s first deputy managing director.

“But it’s a serious proposal,” he said in Washington.

And he hastened to add, “I don’t think even the proponents think it as a short-term issue but as a longer-term issue that merits serious study and consideration.”

EU Economic and Monetary Affairs Commissioner Joaquin Almunia said the dollar would remain unchallenged as the top reserve currency even as emerging economies such as China play a more critical role in the global economy.

He said, “I don’t expect major structural changes in the role that the dollar plays today as a reserve currency.”

The debate over the dollar’s role came ahead of the G20 summit of developing and industrialized nations on April 2 in London, where world leaders and international organizations, including the IMF, are to discuss reforming the financial system.

Russia has also proposed the summit discuss creating a supranational reserve currency. The IMF created the SDR as an international reserve asset in 1969, but it is only used by governments and international institutions.

Wikipedia