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entrevista na feira de livros de Londres

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In May 2006 a secret study of UFOs undertaken for the UK’s Ministry of Defence (MoD) between 1996 and 2000 was publicly released. The report is titled “Unidentified Aerial Phenomena in the UK Defence Region” and was code named Project Condign.

The author of the report, whose identity is not known, was an MoD contractor with high security clearance and evident scientific training. He was given free access to all material on UFOs retained by the MoD and was able to speak openly about whatever he found. The report was not written for publication and remained so secret that only a handful of people were ever shown it when it was completed in 2000. It was released after an application under the Freedom of Information Act by Dr David Clarke, a lecturer in journalism at Sheffield Hallam University, England, who discovered its existence. Without Dr Clarke’s sleuthing this report might well not have been released for another 25 years, if ever.

The full report covers three volumes and totals 460 pages. Throughout it, the term UAP, meaning Unidentified Aerial Phenomena, is used in place of UFO. The report confirms earlier findings that the main causes of sightings are misidentification of man-made and natural objects. More controversially, the report’s author became persuaded that atmospheric electrical effects such as ball lightning and other forms of plasma might well account for many of the otherwise unexplained sightings. Most skeptics would accept that some small percentage of reports may be due to such electrical effects, but they are just one among many hundreds of possible explanations.

More significantly, the report notes: “No artefacts of unknown or unexplained origin have been reported or handed to the UK authorities, despite thousands of UAP reports. There are no SIGINT, ELINT or radiation measurements and little useful video or still IMINT.”

It further concludes: “There is no evidence that any UAP, seen in the UKADR [UK Air Defence Region], are incursions by air-objects of any intelligent (extra-terrestrial or foreign) origin, or that they represent any hostile intent.”

But perhaps the most significant deduction to be drawn from the report is this: if the MoD really knew the truth about UFOs, as many believers allege, then they wouldn’t have needed to commission a three-year study to tell them.

During a policy review in 1996 into the handling of Unidentified Aerial Phenomena sighting reports received by the Ministry of Defence, a study was undertaken to determine the potential value, if any, of such reports to Defence Intelligence. Consistent with Ministry of Defence policy, the available data was studied principally to ascertain whether there is any evidence of a threat to the UK, and secondly, should the opportunity arise, to identify any potential military technologies of interest.

The Ministry of Defence has released this report in response to a Freedom of Information request and we are pleased to now make it available to a wider audience via the MOD Freedom of Information Publication Scheme. Where indicated information is withheld in accordance with Section 26 (Defence), Section 27 (International Relations) and Section 40 (Personal Information) of the Freedom of Information Act 2000.

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This naturally originating inner radiance, uncreated from the very beginning. Is the parentless child of awareness – how amazing! It is the naturally originating pristine cognition, uncreated by anyone – how amazing! [This radiant awareness] has never been born and will never die – how amazing! Though manifestly radiant, it lacks an [extraneous] perceiver – how amazing! Though it has roamed throughout cyclic existence, it does not degenerate – how amazing! Though it has seen buddhahood itself, it does not improve – how amazing! Though it is present in everyone, it remains unrecognized – how amazing! Still, one hopes for some attainment other than this – how amazing! Though it is present within oneself, one continues to seek it elsewhere – how amazing! …The Tibetan Book of the Dead«

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No momento em que escrevo há bastante nervosismo na Esplanada, coração da República e da cidade onde moro, com a prisão do banqueiro Daniel Dantas. Motivos de sobra para tanto nervosismo o jornalista Bob Fernandes aponta em artigo publicado na revista eletrônica Terra Magazine [1]. Numa dessas irônicas coincidências, no aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932, logo após o presidente do Supremo Tribunal Federal, responsável por guardar e interpretar a Constituição, ter exibido algum do seu, perante câmeras de telejornais.

 

Mas é uma outra exibição, passada sem interesse da mídia no dia seguinte, que será mote destas reflexões: a de um senador que vem cumprindo um papel tipo “venha-a-nós”, para acalmar os que se indignaram e se alarmaram com dispositivos abusivos na proposta de lei contra “crimes informáticos” que estava a ponto de ser votada pelo plenário do Senado. Ou para acalmar os que desconfiaram do modo peculiar de debate e tramitação dessa proposta, das quais ele se fez coadjuvante [2]. O senador perdeu a calma ao responder a uma silenciosa manifestação desta indignação e alarme, enrolando-se na bandeira do combate à pedofilia, durante a abertura do Fórum de Inclusão Digital que ocorria Brasília [3]. Uma exibição dificilmente compatível com este papel.

No que se refere ao produto em questão, encomendado para ser entregue ao ordenamento jurídico pátrio num prazo ou que relaxa ou se esgota com todo esse nervosismo, alguns sinais teriam aberto espaço para este seu papel e para alguma acomodação. Pero no mucho. O relator firmou-se em manter um certo dispositivo, um que pode induzir provedores de internet a se tornarem ciberagentes policiais (proposta de inciso III ao art. 22). Enquanto escrevo este artigo a matéria atropelou a pauta, foi aprovada no plenário do Senado e volta à Câmara, para uma tramitação que promete, digamos, continuar curiosa. A começar por se saber quem, afinal, no Senado conhecia a versão na qual votou. Sobre isto não podemos saber muito. Mas podemos, pelo menos, perquirir o por quê desse dispositivo imexível, nessa tramitação trepidante.

Um provedor, conforme insiste o relator, terá que saber quais crimes são passíveis de acionamento penal público incondicionado, e quais não o são, para saber quando repassar, ou não, denúncia da qual tomar conhecimento, se não quiser se tornar ele mesmo enquadradável como criminoso. Sabe alguém dizer quais tipos de crime são assim passíveis, e quais não o são? (eu ainda não encontrei quem pudesse me responder). Ou seja, na prática, acabará valendo o efeito: denuncia-se qualquer suspeita. O que transformará provedores em capatazes do escravagismo digital proprietário prenunciado por um outro dispositivo, proposto para o art. 285 do Código Penal [4]. Provedores de Internet terão que agir como cibercapatazes, e, a partir da suas automatizadas denúncias, o Estado poderá, legalmente, perseguir o que lhe convier. Inclusive crimes tipificados, na proposta, por norma penal em branco a ser preenchida por interesses privados atuando na esfera virtual.

No episódio XII dos “Sapos Piramidais“, apresentado no 9º FISL, o destaque foi para o “forum shifting“: quando interesses monopolistas e/ou totalitaristas promovem uma iniciativa de radicalização normativa em um fórum internacional (OMC, OMPI, UE, ALCA, etc.), e tal iniciativa se vê neutralizada, atrasada ou atolada por mobilização no terceiro setor, na periferia do capitalismo ou por alianças entre tais (ex.: TRIPS+ na OMC, SCCR na OMPI, patentes de software na UE, subsídios na ALCA), os interessados na radicalização abandonam o Fórum e se reagrupam, fundando ou “sequestrando” outro fórum. A novidade passa a ser, como no fórum demandado pela RIAA — o ACTA [11] –, que as negociações podem recomeçar secretamente, e serem assim levadas até onde possível [5]. 

Autoridades do comércio de alguns países centrais que participam do ACTA querem, pelo pouco que se sabe do que já vazou, reforçar uma das metas buscadas pelos negociadores da convenção de Budapeste, qual seja, a de transformar provedores em cibercapatazes [6]. Trata-se de uma medida capaz de diluir o custo da eficácia normativa na esfera virtual, e que desconsidera efeitos colaterais. Tal como no anterior ciclo escravagista, na esfera laboral. Um capataz é um ente privado capaz de fazer, contra quem dele depende, justiça com suas próprias mãos salvo quando esta desfavoreça um interesse maior, que para isso o coage e/ou o protege. Pela proposta, provedor que não repassar denúncia de crime passível de acionamento penal público incondicionado — o que quer que venha a ser isso — seria (ou será) também criminoso.

Na conveção de Budapeste, os interesses radicalizantes ali representados foram de entidades policiais dos países centrais do capitalismo, para os quais a grande ameaça é à riqueza representada por bens intangíveis. O controle sobre a apropriação destes bens vem se erodindo, com a crescente perda de eficácia dos mecanismos de manutenção de escassez artificial na esfera virtual necessários a tal apropriação. A erosão desta escassez artifical e virtual os assusta, enquanto o aumento de uma escassez real, ocorrendo na esfera material com energia e com alimentos, não lhes interessa. Pelo menos não diretamente.

A escassez virtual segue erodindo, e a escassez material segue crescendo, sem que os interesses representados por essas entidades policiais tenham poder de persuasão normativa suficiente para alterar o quadro geral em ritmo hábil. Eles têm menos poder do que os grandes interesses comerciais pós-industriais, que por sua vez deles precisam para dar eficácia a suas normas de “livre-comércio”. Os dois tipos de interesse, então, logicamente confluem. Defende-se lá, no ACTA, o que se pede aqui, à guisa da convenção de Budapeste. Dentre as confluências importantes, a “capatazização” dos provedores. Buscada agora com maior poder de persuasão, passível de sanções comerciais (bancadas por projeção militar) contra recalcitrantes. Via novas normas a serem ditadas, e logo [9], pelo ACTA. Há nisso duas lições, e uma dúvida.

A primeira lição dá sentido a um comentário que o senador relator da matéria proferiu no seminário da Câmara onde se discutiu sua proposta de substitutivo em 2006 [10]: que não adianta resistir à sua proposta, pois as mudanças normativas que ela propõe uma hora virão, de uma forma ou de outra. A segunda lição é sobre como podem convergir os interesses que movem sua proposta e aqueles comuns entre os bilderbergers, para os quais um governo global e totalitário, consentido ou oculto, será útil e/ou inevitável. São lições que também deixam muitas pessoas nervosas, algumas por razões opostas ao da visão de um banqueiro em algemas. Razões que podem levá-los a desqualificar o contéudo dessas lições como bravata, paranóia, conspiracionismo; e o conteúdo da proposta, como inevitável, inapelável, infugível.

Se, contudo, tais lições forem significativas, então bandeiras de camuflagem serão úteis e importantes nesse estágio do processo de radicalização normativa globalizada. Bandeiras tais como “guerra ao terrorismo” ou “combate à pedofilia”, esta a preferida pelo marketing que promove o dito substitutivo. Como indica a disputa política em torno dela, na CPI hora em curso sobre o tema e em projetos de lei concorrentes, à luz do conteúdo de seus dispositivos a respeito [8]. Resta a dúvida: sobre onde se inovaria mais, em se tratando de legislar à sorrelfa. Sobre onde tudo isso vai dar, não deve restar dúvida: está às claras no final do mais antigo e circulado dos livros. 

Prof. Pedro Antônio Dourado de Rezende *
Departamento de Ciência da Computação 
Universidade de Brasília
9 a 10 de julho de 2008

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Publicado: abril 30, 2009 por Yogi em Arts, Philosophy, Poetry, Tudo
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construir o caos
um antídoto para as indagações

como um desver da cidade

em suas ruas
a infecção dos becos

a cidade
e a geometria

de suas tristezas infinitas

(oswaldo martins)