Arquivo da categoria ‘Poetry’

Tsang kin-wah

Publicado: janeiro 29, 2010 por Yogi em Arts, Poetry, Tudo

Artist Statement (http://www.tsangkinwah.com)

What are TRUTH and REALITY? Do they exist? Can people perceive or find them out? And how?

Generally, those concepts and ideas accepted and believed by the majority would be considered as “Truth” or “Reality”, but is it really the case or they are just relatively “true” and “real”? We can say that the so-called “Truth” and “Reality” are subjective, temporal and regional.

The appearance of things does not necessarily reflect the inner ‘Truth’. Beautiful things could be either beautiful or ugly inside and the same case also applies to ugly or vulgar objects. The linkage between the surface and the inside, the outer and the inner is rather fragile and is relied on how people perceive or interpret things and whether they would carry out these processes under the existed norms, believes or from different points of view.

The so-called “Art”, for some artists, has its own realm that exists for its own sake and does not or even should not reflect or interact with the things and objects outside. However, as we are living in the world and are surrounded by different things and objects, the ways we think, live and behave are inevitably affected by and linked with the outside world. In fact, we are embedded in a close and inseparable relationship with our surroundings. For me, art is not emancipated from the world but rather reflect or link with it. By posing different kind of questions and thinking about what we are familiar with, what happens around us and the legitimacy of pre-existing things, ideas, believes, etc., showing altered compositions which is different from the existing, and combining and juxtaposing the classic, elegant form with vulgar, secular content, viewer would be lead to rethink about the legitimacy, authority and authenticity of the existing views and ideas from a different angle.

Todas as cartas de amor…

Publicado: janeiro 10, 2010 por Yogi em Arts, Poetry, Tudo

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)


Álvaro de Campos, 21/10/1935

http://saopauloegratis.files.wordpress.com/2009/08/clip_image002_0108.jpg?w=300&h=269

Ver post da segunda fase. Clique aqui.

Luís Vaz de Camões

Publicado: setembro 15, 2009 por Yogi em Arts, Culture, History, Literature, Media, Philosophy, Poetry, Tudo
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura outros significados de “Camões”, consulte .


Luís Vaz de Camões
Luís Vaz de Camões
Nascimento por volta de 1524
em local desconhecido
Morte 10 de junho de 1580
LisboaPortugal
Nacionalidade Português
Ocupação Poeta
Escola/tradição Classicismo

Monumento ao poeta na Praça Luís de Camões, noBairro Alto, em Lisboa.

Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 10 de Junho de 1580) é frequentemente considerado como o maior poeta de língua portuguesa e dos maiores da Humanidade. O seu génio é comparável ao deVirgílioDanteCervantes ou Shakespeare; das suas obras, a epopéia Os Lusíadas é a mais significativa.

Índice

 [esconder]

Origens e juventude

Túmulo do poeta no Mosteiro dos Jerónimos.

Desconhece-se a data e o local onde terá nascido Camões. Admite-se que nasceu entre 1517 e1525. A sua família é de origem galega que se fixou em Vilar de Nantes, freguesia do concelho deChaves e mais tarde terá ido para Coimbra e para Lisboa, lugares que reivindicam ser o local de seu nascimento. Frequentemente fala-se também em Alenquer, mas isto deve-se a uma má interpretação de um dos seus sonetos, onde Camões escreveu “[…] / Criou-me Portugal na verde e cara / pátria minha Alenquer […]”. Esta frase isolada e a escrita do soneto na primeira pessoa levam as pessoas a pensarem que é Camões a falar de si. Mas a leitura atenta e completa do soneto permite concluir que os factos aí presentes não se associam à vida de Camões. Camões escreveu o soneto como se fosse um indivíduo, provavelmente um conhecido seu, que já teria morrido com menos de 25 anos de idade, longe da pátria, tendo como sepultura o mar.

O pai de Camões foi Simão Vaz de Camões e sua mãe Ana de Sá e Macedo. Por via paterna, Camões seria trineto do trovador galego Vasco Pires de Camões, e por via materna, aparentado com o navegador Vasco da Gama.

Entre 1542 e 1545, viveu em Lisboa, trocando os estudos pelo ambiente da corte de D. João III, conquistando fama de poeta e feitio altivo.

Viveu algum tempo em Coimbra onde teria freqüentado o curso de Humanidades, talvez noMosteiro de Santa Cruz, onde tinha um tio padre, D. Bento de Camões. Não há registos da passagem do poeta por Coimbra. Em todo o caso, a cultura refinada dos seus escritos torna a única universidade de Portugal do tempo como o lugar mais provável de seus estudos.

Ligado à casa do Conde de Linhares, D. Francisco de Noronha, e talvez preceptor do filho D. António, segue para Ceuta em 1549 e por lá fica até 1551. Era uma aventura comum na carreira militar dos jovens, recordada na elegia Aquela que de amor descomedido. Num cerco, teve um dos olhos vazados por uma seta pela fúria rara de Marte. Ainda assim, manteve as suas potencialidades de combate.

De regresso a Lisboa, não tarda em retomar a vida boémia. São-lhe atribuídos vários amores, não só por damas da corte mas até pela própria irmã do Rei D. Manuel I. Teria caído em desgraça, a ponto de ser desterrado para Constância. Não há, porém, o menor fundamento documental de que tal fato tenha ocorrido. No dia de Corpus Christi de 1552 entra em rixa, e fere um certo Gonçalo Borges. Preso, é libertado por carta régia de perdão de 7 de Março de 1553, embarcando para aÍndia na armada de Fernão Álvares Cabral, a 24 desse mesmo mês.

Oriente

Armas do poeta em seu túmulo no Mosteiro dos Jerónimos.

Chegado a Goa, Camões toma parte na expedição do vice-rei D. Afonso de Noronha contra o rei de Chembe, conhecido como o “rei da pimenta“. A esta primeira expedição refere-se a elegia “O Poeta Simónides falando”. Depois Camões fixou-se em Goa onde escreveu grande parte da sua obra épica. Considerou a cidade como uma “madrasta de todos os homens honestos” e ali estudou os costumes de cristãos e hindus, e a geografia e a história locais. Tomou parte em mais expedições militares. Entre Fevereiro e Novembro de 1554 integrou a Armada de D. Fernando de Meneses, constituída por mais de 1000 homens e 30 embarcações, ao Golfo Pérsico, aí sentindo a amargura expressa na canção “Junto de um seco, fero e estéril monte”. No regresso foi nomeado “provedor-mor dos defuntos nas partes da China” pelo Governador Francisco Barreto, para quem escreveria o “Auto do Filodemo”.

Em 1556 partiu para Macau, onde continuou os seus escritos. Viveu numa gruta, hoje com o seu nome, e aí terá escrito boa parte d’Os Lusíadas. Naufragou na foz do rio Mekong, onde conservou de forma heróica o manuscrito da obra, então já adiantada (cf. Lus., X, 128). No desastre teria morrido a sua companheira chinesa Dinamene, celebrada em série de sonetos. É possível que datem igualmente dessa época ou tenham nascido dessa dolorosa experiência as redondilhas “Sôbolos rios”.

Regressou a Goa antes de Agosto de 1560 e pediu a protecção do Vice-rei D. Constantino de Bragança num longo poema em oitavas. Aprisionado por dívidas, dirigiu súplicas em verso ao novo Vice-rei, D. Francisco Coutinhoconde do Redondo, para ser liberto.

De regresso ao reino, em 1568 fez escala na ilha de Moçambique, onde, passados dois anos,Diogo do Couto o encontrou, como relata na sua obra, acrescentando que o poeta estava “tão pobre que vivia de amigos” (Década 8.ª da Ásia). Trabalhava então na revisão de Os Lusíadas e na composição de “um Parnaso de Luís de Camões, com poesia, filosofia e outras ciências“, obra roubada. Diogo do Couto pagou-lhe o resto da viagem até Lisboa, onde Camões aportou em 1570. Em 1580, em Lisboa, assistiu à partida do exército português para o norte de África.

Faleceu numa casa de Santana, em Lisboa, sendo enterrado numa campa rasa numa das igrejas das proximidades. Os seus restos encontram-se atualmente no Mosteiro dos Jerónimos.

Os Lusíadas e a obra lírica

Ver artigo principal: Os Lusíadas

Os Lusíadas é considerada a principal epopéia da época moderna devido à sua grandeza e universalidade. As realizações de Portugal desde o Infante D. Henrique até à união dinástica com Espanha em 1580 são um marco na História, marcando a transição da Idade Média para a Época Moderna. A epopeia narra a história de Vasco da Gama e dos heróis portugueses que navegaram em torno do Cabo da Boa Esperança e abriram uma nova rota para a Índia. É uma epopéia humanista, mesmo nas suas contradições, na associação da mitologia pagã à visão cristã, nos sentimentos opostos sobre a guerra e o império, no gosto do repouso e no desejo de aventura, na apreciação do prazer e nas exigências de uma visão heróica.

As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram.
(…)
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte
CamõesLusíadas, Canto I.
 

A obra lírica de Camões foi publicada como “Rimas”, não havendo acordo entre os diferentes editores quanto ao número de sonetos escritos pelo poeta e quanto à autoria de algumas das peças líricas. Alguns dos seus sonetos, como o conhecido Amor é fogo que arde sem se ver, pela ousada utilização dos paradoxos, prenunciam o Barroco.

O estilo

É fácil reconhecer na obra poética de Camões dois estilos não só diferentes, mas talvez até opostos: um, o estilo das redondilhas e de alguns sonetos, na tradição do Cancioneiro Geral; outro, o estilo de inspiração latina ou italiana de muitos outros sonetos e das composições (h)endecassílabas maiores. Chamaremos aqui ao primeiro o estilo engenhoso, ao segundo o estilo clássico.

O estilo engenhoso, tal como já aparece no Cancioneiro Geral, manifesta-se sobretudo nas composições constituídas por mote e voltas. O poeta tinha que desenvolver um mote dado, e era na interpretação das palavras desse mote que revelava a sua subtileza e imaginação, exactamente como os pregadores medievais o faziam ao desenvolver a frase bíblica que servia de tema ao sermão. No desenvolvimento do mote havia uma preocupação de pseudo-rigor verbal, de exactidão vocabular, de modo que os engenhosos paradoxos e os entendimentos fantasistas das palavras parecessem sair de uma espécie de operação lógica.

As obras dele foram divididas em líricas e amorosas. Um exemplo das obras líricas foi Os Lusíadas, dividido em 10 cantos, exalta a conquista de Portugal na rota das índias.

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Publicado: abril 30, 2009 por Yogi em Arts, Philosophy, Poetry, Tudo
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construir o caos
um antídoto para as indagações

como um desver da cidade

em suas ruas
a infecção dos becos

a cidade
e a geometria

de suas tristezas infinitas

(oswaldo martins)

Tropfest NY 2008 winner, “Mankind Is No Island” by Jason van Genderen

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Tropfest NY 2008 winner, “Mankind Is …“, posted with vodpod

From Wikipedia, the free encyclopedia

The Tropfest short film festival is held in SydneyAustralia each year. Sydney hosts the live event which is then broadcast live via satellite to venues in CanberraBrisbanePerthHobartMelbourne andAdelaide.

The festival’s name is derived from the first year’s location — the Tropicana Cafe in Darlinghurst, an inner-eastern suburb of Sydney. Created by John Polson, the first festival was held in 1993 with the films projected onto a blank wall and was called the Tropicana Short Film Festival in that first year.

In 2006 there were over 700 entrants and every year 16 finalists are screened in public parks and cafes around Australia. Sydney’s annual audience of around 100,000 people attend The Domain to watch the finalists on three large video screens.

Previously well known and not so well known patrons helped the event financially including Russell CroweNicole Kidman and Tom Cruise, as well as funding from big ticket sponsors such as IntelSonyShowtimeCointreau and MadFish WinesSony is the primary sponsor of Tropfest.

The winners are selected by a panel of judges made up of well known Australian and international film directors, actors, screen writers and producers, in addition to the previous year’s winner.

The Sydney screening of Tropfest 2006 was abandoned after 13 films due to severe electrical storms. Screenings in other cities were not affected. With the judges located in Sydney it was necessary to announce the winners two days later at a press conference.

   

Sony Tropfest 2007 in The Domain, Sydney

Each film must be no longer than seven minutes, have never been shown publicly before and contain the Tropfest Signature Item, which in 2008 was ‘8’(could be anything that incorporates an eight) to show that the film was made specifically for the festival.

For Tropfest 2007, Hoyts had a La Premiere VIP Lounge which sat atop the Tropfest production marquee in Sydney.[1].

In April 2007, Tropfest formed a partnership with PBL Media which would see festival content archived and screened across various PBL properties and brands[2].

For Tropfest 2009, pay television channel Movie Extra will be replacing Sony as the naming rights sponsor for the next seven years. A new feature in 2009 will be the live national broadcast of Tropfest and screening of the finalist films on the Movie Extra channel[3].

See official website.