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É um documentário sobre o futuro da India, o qual deve ter sido feito por alguém que tem investido muito dinheiro na India. Supõem-se que a Microsoft irá mudar seu QG para a India em 2010, e vê a India como a maior potência econômica do Mundo em 2025. Deviamos fazer um filme desse sobre o Brasil. Eles querem ser o novo polo tecnologico. Nós devíamos pensar numa alternativa tecnológica e ambiental (uso racional dos recursos naturais) e fazemos um filme desse sobre o futuro do Brasil. Ainda bem que o Mangabeira saiu do governo – ele não seria capaz de imaginar o Brasil daqui a 50 anos melhor do que a India nesse filme; Vale o exercício. Abs

NO SEXTO MINUTO HÁ UM GRÁFICO QUE MOSTRA A DEIXA PARA O FILME SOBRE O BRASIL. VALE UM LOOK.

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Aos interessados, eis o que dizem os organizadores do movimento (www.zeitgeistmovie.com).

Os Meios são o Fim:

Pretendemos restaurar as necessidades fundamentais e a consciência ambiental da espécie revogando a maioria das idéias que temos de quem e o que realmente somos, juntamente com como a ciência, a natureza e a tecnologia (em vez de religião, política e dinheiro) são a chave para nosso crescimento pessoal, não só como seres humanos individuais, mas como civilização, estrutural e espiritualmente. As percepções centrais dessa consciência são o reconhecimento dos elementos Emergentes e Simbióticos das leis naturais e de como o alinhamento dessa compreensão como base para nossas instituições pessoais e sociais, a vida na Terra transformar-se-á em um sistema que crescerá continuamente, onde consequências negativas sociais como camadas sociais, guerras, preconceitos, elitismo e atividades criminosas serão constantemente reduzidos e, esperamos, venham a deixar de existir no comportamento humano.

Claro que, para muitos humanos, é uma possibilidade muito difícil de se considerar, uma vez que fomos condicionados pela sociedade a pensar que crime, corrupção e desonestidade são “como as coisas são”, que sempre haverá pessoas que querem abusar, ferir e tirar vantagem dos outros. A religião reforça fortemente essa propaganda, já que a mentalidade “nós e eles”, “bem e mal” promove essa falsa suposição.

A verdade é que vivemos numa sociedade que produz escassez. A consequência dessa escassez é que os humanos devem se comportar de modo a se preservar, mesmo que isso signifique enganar e roubar para conseguirem o que querem. Nossa pesquisa concluiu que a escassez é uma das causas mais fundamentais de desvios de comportamento humano, além de levar a formas complexas de neurose. Uma análise estatística do vício em drogas, da criminalidade e da população carcerária demonstra que a pobreza e condições sociais não saudáveis são parte da experiência de vida das pessoas que adotam tais comportamentos.

Seres humanos não são bons ou ruins… Eles são o resultado da experiência de vida que os influenciam, e estão sempre mudando, sempre em movimento. A “qualidade” de um ser humano (se existisse algo assim) está diretamente relacionada a como foi criado e aos sistemas de crença aos quais ele foi condicionado.

Esse simples fato vem sendo gravemente ignorado, e hoje em dia as pessoas pensam primitivamente que competição, ganância e corrupção são elementos “embutidos” no comportamento humano, e portanto, precisamos ter prisões, polícia e consequentemente uma hierarquia de controle diferenciado para que a sociedade possa lidar com essas “tendências”. Isso é totalmente ilógico e falso.

O xis da questão é que para melhorar as coisas, você fundamentalmente precisa trabalhar nas raízes do problema. O atual sistema de “punição” usado pelas sociedades é ultrapassado, desumano e improdutivo. Quando um assassino em série é preso, a maioria das pessoas faz manifestações exigindo a morte dessa pessoa. Isso está errado. Uma sociedade realmente sã, que entende o que somos e como sistemas de valores são criados, pegaria esse indivíduo e aprenderia sobre os motivos por trás de seu comportamento violento. Essas informações passariam então por um departamento de pesquisa, que consideraria modos de evitar que fatos como esse ocorressem através da educação.

É hora de pararmos de remediar. É hora de começarmos uma nova abordagem social, atualizada com os conhecimento atuais. Tristemente, nossa sociedade é amplamente baseada em determinações e resoluções ultrapassadas e supersticiosas. É importante ressaltar que não há utopias ou conclusões. Todas as evidências indicam infinitas atualizações em todos os níveis. Por sua vez, são nossas ações pessoais de todo dia que moldam e perpetuam os sistemas sociais que adotamos. No entanto, paradoxalmente, são as influências do ambiente que criam nossas perspectivas e, portanto, nossas visões de mundo. Logo, a verdadeira mudança nascerá não só do ajuste de nossas decisões e compreensões pessoais, mas também da mudança das estruturas sociais que influenciam essas decisões e compreensões.

Os sistemas elitistas de poder são pouco afetados por protestos tradicionais e movimentos políticos. Devemos dar um passo além dessas “rebeliões do sistema” e trabalhar com uma ferramenta muito mais poderosa: parar de apoiar o sistema, ao mesmo tempo em que propagamos o conhecimento, a paz, a união e a compaixão. Não podemos “lutar contra o sistema”. Ódio, ira e a mentalidade de “guerra” são um modo ineficaz de obter mudança, pois eles perpetuam a mesma ferramenta que os sistemas de poder corruptos estabelecidos utilizam para manter o controle.

Distorção e Paralisia:Precisamos entender que todos os sistemas são Emergentes e estão constantemente em evolução, juntamente com a realidade de que todos nós estamos Simbioticamente conectados à natureza e uns aos outros de modo simples, porém muito profundo, levando à percepção de que nossa integridade pessoal é equivalente à do resto da sociedade. Então, perceberemos o quão distorcido e invertido é a nossa sociedade atual e como sua perpetuação é a causa maior de sua instabilidade. Por exemplo, o Sistema Monetário é há muito tempo considerado uma força positiva na nossa sociedade graças à sua alegação de que produz incentivos e progresso. Na verdade, o sistema monetário tornou-se um veículo para a divisão e o controle totalitário.

Ele é a expressão máxima do lema “Dividir e conquistar”, pois em seu núcleo estão as suposições de que (1) Devemos lutar uns com os outros para sobreviver (2) Seres humanos precisam de um “estímulo” recompensador para fazer coisas significativas.

Quanto ao Número 1 (Devemos lutar uns com os outros para sobreviver), essa característica da competição no sistema é o que produz corrupção em todos os níveis da sociedade, pois parte do “nós contra eles”. Muitos argumentam que o sistema de “livre comércio” é bom… Mas ele é corrupto nos dias de hoje, graças a políticas ruins, favorecimento, auxílios financeiros, etc. Eles supõem que se um mercado livre “puro” fosse instituído, as coisas seriam melhores. Isso é falso, pois o que você está vendo hoje é o livre mercado em funcionamento, com todas as suas desigualdades e corrupção. Não há lei que vá impedir vendas privilegiadas, conspirações, monopólios, abuso de mão-de-obra, poluição, obsolescência calculada e coisas do tipo… Isso é o que o sistema baseado em competição cria com eficiência, pois é baseado na premissa de tirar vantagem dos outros para obter lucro. Ponto final.

Precisamos começar a abandonar esses ideais opressivos e caminhar em direção de um sistema projetado para cuidar das pessoas… Não para forçá-las a lutar por sua sobrevivência. Quanto ao Número 2 (“Seres humanos precisam de um ‘estímulo’ recompensador para fazer coisas significativas), essa é uma perspectiva triste e incrivelmente negativa do ser humano. Supor que uma pessoa precise ser “motivada estruturalmente” ou “forçada” a fazer algo é simplesmente absurdo. Lembre-se de quando você era criança e não tinha a menor idéia do que fosse dinheiro. Você brincava, era curioso e fazia muitas coisas… Por quê? Porque você queria. No entanto, conforme o tempo passa em nosso sistema, a curiosidade e auto-motivação naturais são extirpadas das pessoas, pois elas são forçadas a se ajustar a um sistema de trabalho especializado, fragmentado, quase predefinido para poderem sobreviver. Por sua vez, isso costuma criar uma revolta interior natural nas pessoas devido à obrigação, e foi assim que separamos os momentos de “lazer” e de “trabalho”. A preguiça que aqueles que defendem o sistema monetário (por alegar que ele cria estímulo) não reconhecem. Numa sociedade verdadeira, as pessoas seguem suas inclinações naturais e trabalham para contribuir para a sociedade – não porque são “pagas” para isso, mas porque têm uma consciência maior de que colaborar com a sociedade ajuda tanto a si próprias quanto a todas as outras pessoas. Esse é o estado elevado de consciência que esperamos transmitir. A recompensa por sua contribuição para a sociedade e o bem-estar daquela sociedade… o que, por consequência, é também o seu bem-estar.

Agora, colocando as coisas em perspectiva, é importante entendermos que nosso mundo é atual e inegavelmente conduzido por um pequeno grupo de homens dominadores em altos cargos nas instituições dominantes em nossa sociedade – Negócios e Finanças. O funcionamento do governo é regido pela influência e poder das corporações e dos bancos. O elemento vital é o dinheiro, que na verdade é uma ilusão e hoje tem pouca relevância para a sociedade, servindo como meio de manipulação e desunião num tipo de organização social que gera elitismo, crime, guerras e camadas sociais.

Ao mesmo tempo, as pessoas aprendem que ser “correto” é o que lhes atribui valor como seres humanos. Este conceito de “correto” está diretamente ligado aos valores vigentes na sociedade. Logo, aqueles que aceitam o apóiam as visões do sistema social são considerados “normais”, enquanto aqueles que discordam são “anormais” ou “subversivos”. Seja isso o dogma de uma tradição social ou o alinhamento com uma religião mundialmente estabelecida, a base é a mesma: o Materialismo Intelectual. Quando percebemos que o conhecimento e, consequentemente, as instituições estão em constante evolução, vemos que qualquer sistema de crença que declare “saber” tudo, sem espaço para o debate, é uma perspectiva errônea. A religião, baseada na fé, é a grande agente de distorção, já que alega ter respostas definitivas sobre as origens mais complexas da humanidade, e isso simplesmente não é possível num universo emergente.

Compreendendo isso, percebemos então que as pessoas que foram condicionadas a aceitar completamente esses ensinamentos estáticos são tão perigosas quanto as Estruturas de Poder Estabelecidas, pois se tornam “guardiãs voluntárias do status quo”. Isso se aplica a todos os sistemas, principalmente ao político, ao financeiro e ao religioso. Uma vez que a identidade das pessoas se associa às doutrinas da ética de um País, Religião ou Empresa, torna-se muito difícil mudá-la, já que sua identidade está misturada às das ideologias que lhe foram impostas. Assim, eles seguem perpetuando a doutrina da instituição, simplesmente para manter sua integridade pessoal como eles a percebem. Precisamos quebrar esse ciclo, pois ele paralisa nosso crescimento não só como indivíduos, mas como sociedade.

Verdade e Transição

Uma vez que nós compreendamos que a integridade de nossa existência como pessoa está diretamente relacionada à integridade da Terra, da vida e de todos os outros seres humanos, teremos então um caminho predefinido para nós. Além disso, quando percebermos que são a ciência, a tecnologia e, portanto, a criatividade humana que trazem progresso para nossas vidas, seremos capazes de reconhecer nossas verdadeiras prioridades para crescimento pessoal e social e para o progresso. Posto isso, podemos ver que a Religião, a Política e o sistema de Trabalho baseado em Dinheiro/Competição são modos desatualizados de operação social, e que agora precisam ser abordados e transcendidos. Nossa meta é um sistema social que funciona sem dinheiro ou política, ao mesmo tempo em que permite que as superstições percam terreno à medida que a educação avança. Ninguém tem o direito de dizer ao outro em que acreditar, pois nenhum ser humano tem a compreensão completa de nenhum assunto. Entretanto, se prestarmos atenção aos processos naturais da vida, podemos ver como eles se alinham à natureza e assim nosso caminho fica mais claro. Por exemplo, muitas pessoas estão preocupadas com o crescimento populacional, enquanto comentários assustadores de gente como Henry Kissinger sugerem que seja necessário algum tipo de “redução”. Porém, a pergunta principal continua sendo: o crescimento populacional é tão ruim assim? A resposta é: em uma perspectiva científica, o planeta pode aguentar muito mais pessoas se necessário, desde que haja investimentos em alta tecnologia. 70% do nosso planeta é coberto de água e cidades sobre o mar (um dos muitos projetos de Jacque Fresco) são o próximo passo. Por sua vez, a educação sobre o funcionamento da vida informará às pessoas sobre as consequências de seus interesses reprodutivos, e o crescimento populacional será reduzido naturalmente à medida que as pessoas percebam como elas estão ligadas com o planeta e com sua capacidade de sustentação.

Na verdade, o único verdadeiro “governo” que pode haver é o gerenciamento da Terra e de seus recursos. A partir daí, todas as possibilidades podem ser consideradas. Por isso, é necessária uma unificação intelectual entre os países, pois as informações mais valiosas que podemos ter como espécie são uma avaliação detalhada e completa do que temos nesse planeta. Assim como você avalia o solo e os recursos antes de plantar algo, precisamos fazer o mesmo com o planeta para otimizar aquilo que podemos fazer enquanto espécie, em termos de recursos.

Naturalmente, muitos que analisarem as idéias apresentadas acima vão perguntar: “Como podemos fazer isso, considerando o sistema de valores distorcidos em vigência? Como fazemos essa transição? Essa é a pergunta mais difícil. A resposta: temos que começar de algum lugar. Há muitas coisas que podem ser feitas por uma única pessoa ou comunidade que podem começar a moldar essa visão. O passo mais importante é a educação.

Em 15 de março de 2009 (o Dia Z, como foi chamado em 2008) haverá uma série de ações mundiais para aumentar a consciência sobre esse caminho sociológico. Nossa esperança é termos encontros regionais em tantas cidades, estados e países quanto for possível. Nós aqui do zeitgeistmovement.com vamos trabalhar para oferecer material em todas as línguas que pudermos, e faremos o possível para ajudar cada subgrupo. Nós nunca pediremos dinheiro. Estamos aqui para ajudar, pois entendemos uma verdade central que está esquecida há muito tempo: quanto mais você dá, mais você recebe.

Documentario sobre o Opus Dei na Irlanda

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Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation Web site’s logo

Capers C. Funnye Jr. (pronounced fun-AY; born c. 1952) is a Jewish African American who is the head rabbi of the mostly African-American 200 member Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation of ChicagoIllinois, as assisted by Rabbis Avraham Ben Israel and Joshua V. Salter.[1] He is also the first African-American member of the Chicago Board of Rabbis, serves on the boards of the Jewish Council on Urban Affairs and the American Jewish Congress of the Midwest, and is active in the Institute for Jewish and Community Research, which reaches out to black Jewishcommunities outside the United States, such as the Beta Israel in Ethiopia and the Igbo Jews in Nigeria.[2][3] The organization was founded by Funnye in 1985 as a direct offshoot of Wentworth Arthur Matthew‘s Commandment Keepers.[4][5] He was ordained a rabbi by the Israelite Rabbinical Academy in 1985.[6] In 1996, Funnye was the only official black rabbi in the Chicago area recognized by the greater Jewish community.[7] He earned a Bachelor of Arts degree in Jewish Studies and Master of Science in Human Service Administration from the Spertus Institute of Jewish Studies in Chicago.[8]

Funnye is the first cousin once removed of Michelle Obama, the wife of 44th U.S. President Barack Obama.[9]

Like most of his congregation, Rabbi Funnye was not born into Judaism; he adopted the religion later in life. He was raised as a Methodist but, dissatisfied, investigated other religions including Islam, before converting to Judaism, feeling a sense of intellectual and spiritual liberation in the constant examination that he saw the religion encouraging.[3]

The congregation was started by Rabbi Horace Hasan from BombayIndia, in 1918 as the Ethiopian Hebrew Settlement Workers Association. Along with African-Americans, members include Hispanics and whites who were born Jews, as well as formerChristians and Muslims. As is traditional with Judaism, they do not seek converts, and members must study Judaism for a year before undergoing a traditional conversion requiring men to be ritually circumcised and women to undergo ritual immersion in amikvah. The synagogue is “somewhere between Conservative and Modern Orthodox” with distinctive African-American influences; while men and women sit separately as in Orthodox synagogues, a chorus sings spirituals to the beat of a drum. It is currently housed in a former Ashkenazi synagogue in the Marquette Park neighborhood.[3]

Although the idea of African American Jews is sometimes met with skepticism, Rabbi Funnye says, “I am a Jew, and that breaks through all color and ethnic barriers.”[3]

Rabbi Funnye is a co-founder, with Michelle Stein-Evers and Robin Washington, of the Alliance of Black Jews, which formed in 1995.[10]

ADEMAIS, recebi este email, mas que me fez verificar a informação… 

Michelle Obama, mulher do candidato democrata à Presidência dos EUA, é prima do rabino negro mais conhecido do país, Capers Funnye.

“O parentesco dá um toque inesperado à tão analisada relação entre Barack Obama e os judeus nessa campanha. Por um lado, organizadores, eleitores e doadores judeus, inclusive de algumas das famílias mais ricas e proeminentes de Chicago, desempenharam um papel essencial na ascensão política de Obama. Mas o Senador por Illinois lutou para superar as suspeitas de alguns grupos da comunidade judaica, inclusive o ceticismo a respeito de sua posição sobre Israel e os rumores, desacreditados mas persistentes, de que ele é, em segredo, muçulmano”, escreve Anthony Weiss no jornal The Forward (uma tradição do jornalismo norte-americano, criado em abril de 1897 como jornal diário em idish). A relação familiar, acrescenta Weiss, tinha passado praticamente desapercebida até agora.

Funnye é o primeiro negro a integrar o Chicago Board of Rabbis e participa também do Jewish Council on Urban Affairs e do American Jewish Congress of the Midwest. É bastante ativo e gosta de falar sobre a importância da aceitação de sua sinagoga pelos outros judeus dos EUA (aproximadamente 5 milhões e 300 mil, a maioria de ascendência asquenazita) . Sua congregação, a Beth Shalom B’nai Zaken Ethiopian Hebrew Congregation, tem mais de 200 membros, quase todos negros, e foi fundada em 1918. Ela não é uma congregação apenas negra, e entre seus membros há também brancos judeus.

O rabino nasceu numa família metodista e se converteu ao judaísmo sob a supervisão de rabinos conservadores e ortodoxos. A maioria dos membros da congregação também se converteu na idade adulta. Apesar da expressão “Ethiopian Hebrew” no seu nome, a congregação não tem nenhuma relação com os judeus etíopes acolhidos por Israel nas últimas décadas. Ela é descrita como um misto de conservadora e ortodoxa moderna, com alguma influência afro-americana (um coral canta spirituals, com acompanhamento de percussão). Homens e mulheres sentam-se separadamente.”