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Tesla Roadster se torna a vingança de Nikola

Publicado: julho 27, 2010 por Yogi em Math, Science, Tech, Tudo
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Texto: Kim Reynolds Fotos: Brian Vance (16-07-08)

The New York Times Syndicate

Espera pelo início das vendas do esportivo elétrico só aumenta o apetite – O quanto o Tesla Roadster é realmente rápido? Em alguns segundos vamos descobrir porque, emoldurado por seu pára-brisa do tamanho de uma vigia de submarino, está um delicioso trecho em linha reta da Skyline Boulevard, uma estradinha sinuosa muito atraente sobre a qual nunca havíamos ouvido falar e que fica nas colinas costeiras acima de San Carlos, na Califórnia. San Carlos, caso você não esteja mexendo com o Google Earth neste momento, é um subúrbio a noroeste do Vale do Silício, onde a Tesla decidiu estabelecer seu centro de pesquisa e desenvolvimento cerca de quatro anos atrás. Por entre as árvores, podemos vez por outra avistar a Hoover Tower, da Universidade Stanford, a aproximadamente 12 km.

Ok, então, eu estou com o pedal do freio colado ao chão. Os espelhos miram o tráfego inocente. A costa está limpa. Encostou o pé no acelerador e se lembrou de que Mark Twain ironizava o inverno mais frio que ele já havia enfrentado como sendo um verão em San Francisco? O mesmo vale para San Carlos. Exceto pelo fato de esta avaliação ter sido feita em dezembro, invernos nos EUA, de a capota do Roadster ter sumido sem avisar e de uma frente fria estar vindo direto do cinzento Pacífico. Mas voltemos ao trabalho.

Eu aperto o acelerador, me prendo e… bom, espere um pouco, a gente chega lá. Primeiro eu quero contar a você a ironia presente no nome deste carro. Você nunca se perguntou de onde vem esse “Tesla”? Historiadores automotivos podem estar acostumados com a famosa história de Thomas Edison encorajando um jovem empregado chamado Henry Ford (“Meu jovem, você tem o necessário. Mantenha isso. Carros elétricos precisam ficar próximos de estações de energia”). Mesmo assim, a realidade é que o genioso Tom rapidamente embarcaria em milhares de experimentos visando exatamente quebrar a noz da bateria automotiva e, em 1904, ele finalmente apresentou, durante uma festa de arromba, sua bateria de níquel ferroso para carros elétricos.

Não funcionou, pelo menos não automotivamente. Mas a relação disso com o Tesla Roadster é que, um ano antes de conversar com Ford, Edison teve um problemão com outro empregado, um curioso imigrante sérvio chamado Nikola Tesla. Dependendo da história da qual você gosta mais, Edison pode ou não ter descumprido a promessa de pagar US$ 50 mil a Tesla. Segundo Edison, a promessa era piada. Seja qual for a verdade, os campeões históricos da corrente direta, Edison, e da alternada, um bebê de Tesla, queriam mais era que o outro morresse depois disso. Então o que me chama a atenção é que agora, um século depois, o primeiro carro elétrico popular a quebrar a noz da bateria automotiva seja chamado de “um Tesla”, não “um Tom”. Sim, Tesla era um gênio. Mas ele sequer tentou fabricar baterias de automóveis? Nããão.

Tudo certo, então. Voltemos ao carro, mais especificamente a suas baterias. A razão pela qual sou preso de uma porrada só contra o banco quando espeto o acelerador não são os 250 cv do motor elétrico do tamanho de uma melancia. O que preocupa o meu pescoço é a combinação dos 250 Nm de torque presentes a zero rpm e a facilidade com que seu pacote de 6.831 baterias de íons de lítio podem acelerar o pequeno esportivo.

Note que, com um peso estimado de 1.220 kg, o Tesla Roadster tem uma relação peso/torque de 4,88 kg/Nm. Para comparar, sua referência natural, o quentíssimo Lotus Exige S (com 186 Nm e 286 kg a menos), oferece uma relação de 5 kg/Nm, mas apenas quando o motor atinge 5.500 rpm. Notavelmente, não é a zero rpm.

Apesar de o pacote de baterias conter o equivalente em energia a apenas 8 l de gasolina (antes de considerar as perdas com recarga), a Tesla alega que a eficiência do Roadster é seis vezes mais alta que a de carros esportivos equivalentes, além de ele contribuir com emissões de gás carbônico dez vezes menores (o carro em si não emite nenhum gás, mas se contabiliza as emissões provenientes da geração da energia elétrica que ele usa). Talvez. O que fica penosamente evidente enquanto você se enfronha no mundo dos carros elétricos, dos híbridos e dos movidos por célula de combustível é que a sequência de apresentações de PowerPoint de todos eles, ironicamente, favorece eles próprios.

Ainda assim, o Tesla é inegavelmente e inacreditavelmente eficiente: considerando sua parca ração de “combustível elétrico” a bordo e sua autonomia em ciclo misto (cidade e estrada) de 350 km (recentemente reduzida devido a um erro de cálculo de um fornecedor), o Roadster entrega um consumo equivalente a 43,75 km/l.

Supondo que a eletricidade seja fornecida (otimisticamente) por uma fonte altamente eficiente, como uma usina de gás natural (que a Tesla alega que pode entregar uma eficiência energética de 52,5% do poço à tomada), o consumo do Roadster do poço à roda seria equivalente, em litros de gasolina, a 23,4 km/l. É quase 1,5 mais eficiente do que um Toyota Prius, o padrão verde para os automóveis atuais.

Falando nisso, não há porque se preocupar com algo parecido com o calor infernal que as baterias de laptops geram. As baterias são refrigeradas pelo mesmo líquido usado pelo ar-condicionado; todas as baterias são expostas a uma área de refrigeração de 27 m² para eliminar qualquer possível ponto de aquecimento. A verdadeira fonte de problemas para a Tesla não está nas baterias, mas em sua transmissão. Ou melhor, transmissões. Um carro elétrico, mesmo um com uma linha de corte de rotação em 13.500 rpm, precisa de pelo menos duas engrenagens para chegar rapidamente aos 96 km/h e ainda assim bater a máxima de 200 km/h.

O primeiro desenho de transmissão se mostrou frágil; o segundo, aplicado ao carro que estou dirigindo, funciona direitinho, mas não duraria mais do que alguns milhares de quilômetros. Na época do teste, mais dois fornecedores estavam desenvolvendo simultaneamente os projetos três e quatro para acelerar o desenvolvimento. É possível até que os carros dos primeiros clientes recebam uma transmissão temporária, mais confiável, de apenas uma velocidade.

Questionado numa recente reunião com entusiasmados, mas claramente preocupados candidatos a proprietários do carro (há cerca de 600 pessoas na fila esperando por um Tesla), o presidente da empresa, Elon Musk, previu que a produção começaria devagar, mas que chegaria a sua velocidade máxima em meados de 2008. Quando um cliente perguntou se os investidores do Tesla estavam ficando tímidos, Musk (que vendeu a PayPal por muitas centenas de milhões de dólares), respondeu: “Eu (a conta bancária dele, na verdade) tenho muita bala na agulha antes que (dinheiro) se torne um problema”.

De modo otimista, Musk frisou que o desenvolvimento doloroso da transmissão do Roadster está preventivamente suavizando o caminho do próximo Tesla, um sedã desenvolvido sob o nome-código “WhiteStar”, ou Estrela Branca.

A transmissão atual é de duas velocidades, ao estilo dos manuais automatizados de dupla embreagem (DSG), com o motor subindo ou descendo de giro para acertar as rotações. Mova a alavanca e você estará na verdade apenas acionando um interruptor. Não há pedal de embreagem e o som é semelhante a um bip eletrônico. Imagine o C3PO levando um chute.

Apesar de eu estar dirigindo um protótipo, o diferencial precisará de muito menos chicotadas quando você enfiar e tirar o pé do acelerador, o que atualmente evoca um conjunto propulsor descoordenado (o que também não ajuda em nada a frágil transmissão).

Desacelerar basicamente ajusta a inerente tendência a um suave subesterço do carro, mas é interessante a força que os freios com regeneração de energia geram quando você levanta o pé. Na verdade, os freios tradicionais, por fricção, são raramente exigidos e, quando são, seu pé direito desfruta da mesma sensação proporcionada pelos freios de carros esportivos antigos porque o sistema de regeneração não é concomitantemente reforçado.

Em movimento, o passo do Roadster é surpreendentemente flexível. A Lotus fez um trabalho admirável ao esticar o chassi do Elise em 5 cm e acomodar quase 450 kg de baterias (separadas por uma carcaça em fibra de carbono) enquanto conservou essa coisa como um potente dardo rodoviário em estradas sinuosas.

Checo os espelhos mais uma vez. Ainda não há trânsito. Estou quase fazendo caretas quando solto o freio e empurro o acelerador para o chão. Bruuuummmm, 50 km/h, 60 km/h, 70 km/h; nos 4 s que você levou para ler essa frase o carro já atingiu os 100 km/h (o tempo que a Tesla diz que o carro leva para chegar a essa velocidade, de 3,9 s, seria perfeitamente plausível em um cenário controlado, como uma pista de testes).

Não há cantada de pneu, eixo bobo, vacilação, fumaça, tremida no capô, nada. Estou sendo inexplicavelmente teletransportado pelo cano de uma catapulta eletromagnética (railgun), com a cabeça sendo puxada para trás por uma aceleração forte e constante. Bizarro. E antes que seja tarde, humilhando profundamente qualquer Ferrari ou Porsche que urre e cometa o erro de se colocar ao lado de um silencioso e econômico Tesla Roadster em um semáforo fechado.

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    Discutido há vários anos, o BPL – Broadband over Power Lines, ou PLC – Power Line Communications é nada mais que a injeção de sinais de alta frequência na fiação elétrica, ou seja, usando uma infra-estrutura já existente – e tudo isso possui seus prós e contras. Entenda como funciona esse tipo de conexão à Internet, seu atual status e que benefícios pode trazer – em especial ao Brasil.Júlio César Bessa Monqueiro
    15/03/2007


    Segundo especialistas, uma nova onda de conexão está vindo aí. Ela é a tão discutida Internet sob rede elétrica, conhecida mundialmente pelo nome BPL – Broadband over Power Lines, ou PLC – Power Line Communications. Como resume a própria Wikipedia, 

“ela consiste em transmitir dados e voz em banda larga pela rede de energia elétrica. Como utiliza uma infra-estrutura já disponível, não necessita de obras em uma edificação para ser implantada”. Basicamente, a internet sob rede elétrica é o encaminhamento do respectivo sinal no mesmo fio da energia elétrica, cada um na sua frequência.

Embora tenha ouvido se falar muito desta tecnologia em meados do ano 2000, no Brasil parece que ela não passou dos testes. Em 2001 houve com a Copel(Companhia Paranaense de Eletricidade) e, logo depois, a Cemig (Companhia Energética de Migas Gerais) e aEletropaulo (Eletricidade de São Paulo) também anunciaram testes em tal ano. Porém, depois disto, a única notícia que tivemos sobre o PLC no Brasil foi em 21/12/2006, quando foi publicada a notícia da inauguração de uma pequena rede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul:

“Dados, imagem, voz e vídeo vão trafegar a uma velocidade de 45 megabits por segundo pela rede elétrica da CEEE. O prefeito José Fogaça inaugura o primeiro ponto de acesso à Internet pela rede elétrica às 16h30, no Centro Administrativo Regional Extremo-Sul (Rua Antônio Rocha Meireles Leite, 50 – Restinga).

Com mais de 3,5 quilômetros de extensão, a Rede PLC da Restinga será a maior em extensão do país, em média e baixa tensões, para fins de inclusão social. Nesta primeira etapa, serão conectados à rede de alta velocidade o posto de saúde Macedônia, a Escola Municipal Alberto Pasqualini e o posto local do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (AEP Senai).”
(http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cs/default.php?reg=69748&p_secao=3&di=2006-12-21

Como vemos acima, a rede atinge somente a extensão de 3,5 quilômetros, algo relativamente curto em termos de Internet massiva.
Uma das grandes desvantagens desse tipo de tecnologia é principalmente esse: o sinal acaba se corrompendo em distâncias muito longas, de acordo com os seguintes problemas:

  • Manter a alta velocidade com longas distâncias, pelo encapamento plástico “roubar” os sinais de alta frequência;
  • Os fios de cobre com tal frequência podem interferir em alguns equipamentos eletro-eletrônicos, por fazer com que os dados gerem ruído no espectro eletromagnético, além de haver possibilidade de corromper os dados pela captura do sinal de rádios e outros;
  • Da mesma forma, alguns aparelhos podem interferir na transmissão;
  • Emendas, “T”s, filtros de linha, transformadores, e o ligamento e desligamento de eletrônicos na rede elétrica causam ecos do sinal, por criar pontos de reflexão, com isso podendo haver corrupção  dos dados;
  • Necessidade de instalação de “repetidores” (veremos seu funcionamento mais adiante) em cada tranformador externo (aqueles dos postes), pois filtram sinais de alta frequência.


Esses são os problemas encontrados para o uso do PLC, e analisaremos ao longo do texto. Uma falta de investimentos por parte do governo federal também ajuda neste quesito.

Porém, vamos mostrar agora para as vantagens. Entre elas, estão a facilidade de implantação pois, a rede elétrica é a mais abrangente em todos os países, e cobre 95% da população nacional. E não apenas isso, reduz os gastos com implantação de infraestrutura independente, gerando alta economia. isso também gera praticidade, pois bastaria ligar um equipamento como esse na tomada, conectando o cabo de rede em seguida:

ctct
Outro ponto importante é a alta taxa de transmissão podendo chegar a até 40Mbps nas freqüências de 1,7MHz a 30MHz. A segurança também é um ponto importante: ao contrário da rede Wi-Fi, onde um usuário pode tentar se aproveitar do sinal do próximo, no PLC quem compartilha do mesmo “relógio”, não tem como compartilhar a conexão de rede, devido à criptografia com algoritmo DES de 56 bits.

Os eletrodomésticos podem também usar uma rede doméstica, com dispositivos Ethernet, USB, wireless ou ponte de áudio, esta conectando o computador às caixas de som, bastando comprar módulos PLC que inclusive já estão à venda, como o mostrado na figura acima.

Passando para o lado mais operacional da coisa, temos o uso dos grids inteligentes. Estes têm a função de monitorar toda a extensão da fiação de energia elétrica, reduzindo perdas na transmissão de energia, gerando também perdas em termos econômicos, já que indústrias e comércios também acabam sendo prejudicados pela manutenção lenta, pois o sistema atual se baseia na informação dos clientes – que após relatarem por telefone a queima de um transformador, por exemplo, esperam até a companhia enviar uma equipe.

Com o grid inteligente, as quedas são reduzidas em 80%, bem como diminuir a energia perdida em 10%, pois, num corte, por exemplo, o grid já aciona automaticamente a central e informa o local do ocorrido.

Além disso, pode ser oferecido um desconto para usuários que não utilizarem o serviço em horário de pico, por exemplo – já que o grid informa à central de forma instantânea todos os dados. Por isso, esta tecnologia dispensa o uso de coletores de informações, aqueles que vão de porta-em-porta. Neste caso também há um envio automático dos dados à central.

“A nossa posição é parecida com a do DSL no final dos anos 90: as pessoas ouviram falar da tecnologia e, ainda que não estejamos tão presentes na vida dos clientes, agora estamos disponíveis”, disse Ralph Vogel, porta-voz da Utility.net, uma integradora de BPL baseada em Los Angeles, à IDG Now!.

Iniciativa gigante é a que está sendo feita pela União Européia. Ela aprovou recentemente 9,06 milhões de Euros para apoiar o PLC, desenvolvida pela Opera (Open PLC European Research Alliance), uma aliança determinada a criar novas gerações de tecnologias para redes integradas, e, todo o projeto é co-financiado pela União Européia, beneficiando vários países da Europa – e inclusive outros, por tabela, já que a tecnologia nunca fica num local só. Neste caso foi criado uma rede com especificação DS2, de 200Mbps, para o PLC (ou BPL). A equipe do Opera centralizará o BPL em programas de Internet banda larga, ensino virtual, telefonia VoiP, entre outros serviços inteligentes, e vídeo. A iniciativa tece participação de 26 sócios de 11 países, com a Espanha na liderança.


Funcionamento


O princípio básico de funcionamento das redes PLC é que, como a frequência dos sinais de conexão é na casa dos MHz 91,7 a 30), e a energia elétrica é da ordem dos Hz (50 a 60 Hz), os dois sinais podem conviver harmoniosamente, no mesmo meio. Com isso, mesmo se a energia elétrica não estiver passando no fio naquele momento, o sinal da Internet não será interrompido. A tecnologia, também possibilita a conexão de aparelhos de som e vários outros eletroeletrônicos em rede, como já dito acima. A Internet sob PLC possui velocidade não assíncrona: ou seja, você tem o mesmo desempenho no recebimento ou envio de dados.

O princípio de funcionamento da rede comercial é parecido, vamos ao esquema: 

esquema1
O sinal do BPL sai da central, indo para o injetor, que vai se encarregar de enviá-lo à rede elétrica. No caminho, o repetidor tem a função de não deixar com que os transformadores filtrem as altas frequências. Chegando perto da casa, o extrator, que deixa o sinal pronta para uso da casa, chegando até o modem BPL, que vai converter para uso pelo computador, através de uma porta Ethernet ou USB. No penúltimo passo, no caminho poste-casa, há 3 meios: por cabo de fibra óptica, por wireless ou pela própria fiação elétrica, este último mais provável.

Como há um repetidor a cada transformador, e nesse sistema com grids inteligentes não se usa mais os atuais “relógios”, descarta-se a desvantagem mais famosa na Internet do uso do PLC – de que os tranformadores, por absorver os sinais, impossibilitariam a instalação.

Analisando em termos de cidade, vamos à mais um esquema:

esquema2
Veja, que é de modo um pouco diferente do outro, adaptado pela empresa Plexeon (http://www.plexeon.com/), porém com a mesma definição. O sinal sai da estação que o “injeta” na linha, indo para a rede de distribuição – primeiramente à órgãos públicos – e depois às casas, sempre passando por um repetidor ao passo que um transformador passa na linha, e um extrator quando finalmente chega na casa. Note que as casas também poder ser conectadas pelo repetidor.

Para uma rede doméstica, basta ligar um módulo PLC do roteador na rede elétrica, e o do outro computador também, após isso configurando normalmente, como você está habituado a fazer. Esses módulos têm o nome de “USB to PowerLine”, e é vendido no Brasil pela Naxos (http://www.naxos.com.br/produtos/powernet/powernetusb.asp).

esquema-casa
A especificação mais usada hoje é a DS2, que se originou na Europa. Nos EUA, também é usado o padrão HomePlug. As versões comerciais vendidas no exterior hoje possui velocidade média de 200 Mbits/s. O principal diferencial entre os padrões é a frequência – cada uma com suas vantagens.

Como já visto, o BPL não interfere, na sua frequência, em eletrodomésticos, devido às grandezas serem diferentes. Porém, parte da onda média (1,7 a 3 Mhz) e toda a onda média (3 a 30 Mhz) ficam inutilizadas e prejudicadas, podendo outros equipamentos causarem interferências, como motores e dimmers de luz, além de ecadores de cabelos, aspiradores e as furadeiras elétricas, havendo uma menor possibilidade também dos chuveiros elétricos prejudicarem.

Vale lembrar também que os equipamentos PLC não podem ser ligados à no-breaks, estabilizadores ou filtros de linha, pois este bloqueiam sinais de alta frequência.

Bom, e então, o que será do BPL? Apesar de muitas desvantagens, essa nova tecnologia caminha para o mesmo rumo que o maioria: unificação. Transformar a rede de telefonia (através do VoIP), internet e elétrica numa linha só é mais um passo para a evolução. Com relação às desvantagens, podemos dizer que, assim como a tecnologia ADSL, que leva dois tipos de sinais num só fio (dados e voz), e, as interferências podem ser consertadas ao longo do tempo, com novos equipamentos que respeitem essa faixa de frequência, além de outras tecnologias e padrões internacionais que vão sendo naturalmente incorporadas. Ou seja, a maioria dos problemas enfrentados podem ser resolvidos com uma boa dose de tempo. Claro que, essa teoria só é válida se houver interesse muito grande de empresas e principalmente de governos, além de uma cooperação entre companhias de eletricidade, Internet e telefonia. É como a carroça, que pode demorar, mas chega lá. Porém, ela não vai andar se cavalos não a puxarem, muito menos se cada um quiser ir para um lado :-).

No Brasil, obviamente também pode dar certo, pois muitas empresas do setor de elétrica estão continuando seus testes, além de que tecnologias européias podem ser importadas, isso se nenhuma universidade brasileira desenvolver algo antes. O BPL se mostra como mais uma alternativa de inclusão à Internet, num país onde 95% da população possui energia elétrica. Além disso, como a infra-estrutura é de menor custo, esse sistema mostra-se como uma alternativa mais econômica para os usuários. 

Read full article at Wikipedia.

  • 1820: André-Marie Ampère describes Ampere’s law showing that electric current produces a magnetic field
  • 1831: Michael Faraday describes Faraday’s law of induction, an important basic law of electromagnetism
  • 1864James Clerk Maxwell synthesizes the previous observations, experiments and equations of electricity, magnetism and optics into a consistent theory, andmathematically models the behavior of electromagnetic radiation.
  • 1888Heinrich Rudolf Hertz confirms the existence of electromagnetic radiation. Hertz’s “apparatus for generating electromagnetic waves” is generally acknowledged as the first radio transmitter.
  • 1891Nikola Tesla improves on Hertz’s primitive radio-frequency power supply in U.S. Patent No. 454,622, “System of Electric Lighting.”
  • 1893: Nikola Tesla demonstrates the illumination of phosphorescent bulbs wirelessly (without any wires connected to the bulbs) at the World’s Columbian Exposition inChicago.[citation needed]
  • 1894: Hutin & LeBlanc, espouse long held view that inductive energy transfer should be possible, they file a U.S. Patent describing a system for power transfer at 3 kHz
  • 1894: Nikola Tesla wirelessly lights up vacuum tubes at the 35 South Fifth Avenue and 46 E. Houston Street laboratory in New York by means of the electrodynamic resonance effects[citation needed]
  • 1894Jagdish Chandra Bose ignites gunpowder and rings a bell at a distance using electromagnetic waves, showing that communication signals can be sent without using wires.[3][4]
  • 1895: Jagdish Chandra Bose transmits signals over a distance of nearly a mile.[3][4]
  • 1897Guglielmo Marconi uses Hertz’s radio transmitter to transmit Morse code signals over a distance of about 6 km.
  • 1897: Nikola Tesla files the first of his patent applications dealing with Wardenclyffe tower.
  • 1899: It is claimed in Prodigal Genius that Nikola Tesla illuminated 200 bulbs wirelessly (without any wires connected to the bulbs) at a distance of 26 miles while working atPikes PeakColorado Springs. No documentation from Tesla’s records has been found that would confirm this actually happened. The first commercial transmission of AC occurred in 1896 over wires at a distance of 26 miles, which may be the source of this rumor.[5][6]
  • 1900: Guglielmo Marconi fails to get a patent for radio in the United States.
  • 1901: Guglielmo Marconi first transmits and receives signals across the Atlantic Ocean using Nikola Tesla’s wireless energy transmitter.
  • 1904: At the St. Louis World’s Fair, a prize is offered for a successful attempt to drive a 0.1 horsepower (75 W) air-ship motor by energy transmitted through space at a distance of least 100 feet (30 m).[7]
  • 1926Shintaro Uda and Hidetsugu Yagi publishes their first paper on Uda’s “tuned high-gain directional array”[8] better known as the Yagi antenna.
  • 1961William C. Brown publishes article that explores possibilities of microwave power transmission. [9][10]
  • 1964: William C. Brown demonstrated on CBS News with Walter Cronkite a microwave-powered model helicopter that received all the power needed for flight from a microwave beam. Between 1969 and 1975 Brown was technical director of a JPL Raytheon program that beamed 30 kW over a distance of 1 mile at 84% efficiency.
  • 1968Peter Glaser proposes wirelessly transferring Solar energy captured in Space using “Powerbeaming” technology [11][12].
  • 1971: Prof. Don Otto develops a small trolley powered by Inductive Power Transfer at The University of Auckland, in New Zealand.
  • 1973: World first passive RFID demonstrated at Los-Alamos National Lab. [13]
  • 1975Goldstone Deep Space Communications Complex does experiments in the tens of kilowatts. [14][15][16]
  • 1988: A power electronics group led by Prof. John Boys at The University of Auckland in New Zealand, develops an inverter using novel engineering materials and power electronics and conclude that inductive power transmission should be achievable. A first prototype for a contact-less power supply is built. Auckland Uniservices, the commercial company of The University of Auckland, Patents the Technology.
  • 1989: Daifuku, a Japanese company, engages Auckland Uniservices Ltd to develop the technology for car assembly plants and materials handling providing challenging technical requirements including multiplicity of vehicles
  • 1990: Prof. John Boys team develops novel technology enabling multiple vehicles to run on the same inductive power loop and provide independent control of each vehicle. Auckland UniServices Patents the technology.
  • 1996: Auckland Uniservices develops an Electric Bus power system using Inductive Power Transfer to charge(30-60kW) opportunistically commencing implementation in New Zealand. Prof John Boys Team commission 1st commercial IPT Bus in the world at Whakarewarewa, in New Zealand.
  • 2004: Inductive Power Transfer used by 90 per cent of the US$1 billion clean room industry for materials handling equipment in semiconductor, LCD and plasma screen manufacture.
  • 2005: Prof Boys’ team at The University of Auckland, refines 3-phase IPT Highway and pick-up systems allowing transfer of power to moving vehicles in the lab
  • 2007: A physics research group, led by Prof. Marin Soljacic, at MIT confirm the earlier(1980’s) work of Prof. John Boys by wireless powering of a 60W light bulb with 40% efficiency at a 2m (7ft) distance using two 60 cm-diameter coils.
  • 2008: Bombardier offers new wireless transmission product PRIMOVE, a power system for use on trams and light-rail vehicles.[17]
  • 2008: Industrial designer Thanh Tran, at Brunel University made a wireless light bulb powered by a high efficiency 3W LED.
  • 2008Intel reproduces Nikola Tesla’s 1894 implementation and Prof. John Boys group’s 1988’s experiments by wirelessly powering a light bulb with 75% efficiency.[18]
  •  

    From Wikipedia, the free encyclopedia

    A tornado in central Oklahoma. Weather control researchers aspire to eliminate or control dangerous types of weather such as this.

    Weather control is the act of manipulating or altering certain aspects of the environment to produce desirable changes in weather.

    Contents

     

    History of weather control

    Witches concoct a brew to summon a hailstorm.

    Some American Indians had rituals which they believed could induce rain. The Finnish people, on the other hand, were believed by others to be able to control weather. As a result, Vikings refused to take Finns on their oceangoing raids. Remnants of this superstition lasted into the twentieth century, with some ship crews being reluctant to accept Finnish sailors. The early modern era saw people observe that during battles the firing of cannons and other firearms often initiated precipitation. Magical and religiouspractices to control the weather are attested in a variety of cultures. In Greek mythologyIphigenia was sacrificed as a human sacrifice to appease the wrath of the goddessArtemis, who had caused the Achaean fleet to be becalmed at Aulis at the beginning of the Trojan War. In Homer‘s OdysseyAeolus, keeper of the winds, bestowedOdysseus and his crew with a gift of the four winds in a bag. However, the sailors open the bag while Odysseus slept, looking for booty, and as a result are blown off course by the resulting gale.[1] In ancient Rome, the lapis manalis was a sacred stone kept outside the walls of Rome in a temple of Mars. When Rome suffered from drought, the stone was dragged into the city.[2] The Berwick witches of Scotland were found guilty of using black magic to summon storms to murder King James VI of Scotland by seeking to sink the ship upon which he travelled.[3] Scandinavian witches allegedly claimed to sell the wind in bags or magically confined into wooden staves; they sold the bags to seamen who could release them when becalmed.[4] In various towns of Navarreprayers petitioned Saint Peter to grant rain in time of drought. If the rain was not forthcoming, the statue of St Peter was removed from the church and tossed into a river.[5] In the Middle AgesAbbas Ibn Firnas invented an artificial weather simulation room in which spectators saw and were astonished by starsclouds, artificial thunder, and lightning which were produced by mechanisms hidden in his basement laboratory.[6]

    Perhaps the first example of practical weather control is the lightning rod. In the 1950s, computer scientist John von Neumann, an early theorizer on weather control, surmised that if Earth were to enter another Ice Age, a preventative solution would be to dump dirt (or spray soot from cropdusting planes) on the surface of the planet’s glaciers. He noted that this would significantly change their reflectivity (albedo), and thus increase the solar energy retained by the planet. Such a strategy would require repeated applications, as storms would cover some portion of the soot with new snow until their frequency and range abated. The theoretical efficacy of von Neumann’s proposal remains to be examined. Wilhelm Reichperformed cloudbusting experiments in the 1950s to 1960s, the results of which are controversial and not widely accepted by mainstream science. Dr Walter Russell wrote of weather control in Atomic Suicide 1956. Jack Toyer in the 1970s built a rainmaker on Palmers Island near Grafton using a solar mirror, electromagnetic static charge, and infra red frequencies of light to induce weather in regional areas within Australia. His work was continued by his successor, Peter Stevens.

    Cloud seeding for rain

    Cloud seeding is a common technique intended to trigger rain, but evidence on its effectiveness is mixed. The most daunting problem in the study of weather modification is the lack of scientific knowledge on the natural atmospheric processes. Because these natural processes are beyond man’s current comprehension, there is simply no controllable medium to conduct relative studies known as of yet. And because of the public’s ever growing need for more water, there has also been a rapid development of corporations that perform unregulated operational cloud seeding. Critics generally contend that claimed successes occur in conditions which were going to rain anyway. It is used in several different countries, including the United States, the People’s Republic of China, and Russia. In the People’s Republic of China there is a perceived dependency upon it in dry regions, which believe they are increasing annual rainfall by firing silver iodide rockets into the sky where rain is desired. In the United States, dry ice or silver iodide may be injected into a cloud by aircraft, or from the ground, in an attempt to increase rainfall; some companies are dedicated to this form of weather modification.

    Storm prevention

    Project Stormfury was an attempt to weaken tropical cyclones by flying aircraft into storms and seeding the eyewall with silver iodide. The project was run by the United States Government from 1962 to 1983. A similar project using soot was run in 1958, with inconclusive results.[7] Various methods have been proposed to reduce the harmful effects of hurricanes. Moshe Alamaro of the Massachusetts Institute of Technology[8] proposed using barges with upward-pointing jet engines to trigger smaller storms to disrupt the progress of an incoming hurricane; critics doubt the jets would be powerful enough to make any noticeable difference.[7]

    Alexandre Chorin of the University of California at Berkeley proposed dropping large amounts of environmentally friendly oils on the sea surface to prevent droplet formation.[9] Experiments by Kerry Emanuel[10] of MIT in 2002 suggested that hurricane-force winds would disrupt the oil slick, making it ineffective.[11] Other scientists disputed the factual basis of the theoretical mechanism assumed by this approach.[12] The Florida company Dyn-O-Mat proposes the use of a product it has developed, called Dyn-O-Gel, to reduce the strength of hurricanes. The substance is a polymer in powder form which reportedly has the ability to absorb 1,500 times its own weight in water. The theory is that the polymer is dropped into clouds to remove their moisture and force the storm to use more energy to move the heavier water drops, thus helping to dissipate the storm. When the gel reaches the ocean surface, it is reportedly dissolved. The company has tested the substance on a thunderstorm, but there has not been any scientific consensus established as to its effectiveness.[13] Hail cannons are used by some farmers in an attempt to ward off hail, but there is no reliable scientific evidence to confirm or deny their effectiveness. Another new anti-hurricane technology [1] is a method for the reduction of tropical cyclones’ destructive force – pumping sea water into and diffusing it in the wind at the bottom of such tropical cyclone in its eyewall.

    2008 Olympic games

    In the largest rain dispersal operation on record in China, and the first time that such technology was used in conjunction with the Olympics, the Beijing Municipal Meteorological Bureau fired a total of 1,104rain dispersal rockets within an eight-hour period prior to and during the opening ceremonies of the Games of the XXIX Olympiad on August 8, 2008. The rockets were launched from twenty-one sites and may have prevented the ceremonies from receiving rainfall in the range of 25 to 100 millimeters of rain.

    With a rainy weather forecast for the Olympic night, and 90% humidity, the attempt “successfully intercepted a stretch of rain belt from moving towards the stadium…” said Guo Hu, head of the Beijing Municipal Meteorological Bureau. “…”Under such a weather condition, a small bubble in the rain cloud would have triggered rainfall, let alone a lightning…” said Guo, according to Xinhua News’ 2008 Olympics website.In the subsequent days that followed torrential rain nearly washed the games out.

    Ionospheric experiments

    The High-frequency Active Auroral Research Program (HAARP) is a congressionally initiated program jointly managed by the U.S. Air Force and U.S. Navy. The HAARP complex is situated within a 23-acre lot in a relatively isolated region near the town of Gakona. When the final phase of the project is completed in 1997, the military will have erected 180 towers, 72 feet in height, forming a “high-power, high frequency phased array radio transmitter” capable of beaming in the 2.5-10 megahertz frequency range, at more than 3 gigawatts of power (3 billion watts). http://www.haarp.alaska.edu/haarp/prpeis.html

    HIPAS has several diverse experimental facilities: a 1-megawatt rf transmitter to produce ELF/VLF (Extremely Low Frequency and Very Low Frequency) electromagnetic (EM) generation by the absorption ofradio frequency (rf) power in the arctic ionosphere including ion cyclotron excitation; a 100 kW rf plasma torch used in research on the destruction of hazardous waste; a 2.7 m liquid mirror telescope used with one of several lasers for ionospheric stimulation and measurement; an Incoherent Scatter Radar (a new project using 88 ft. diameter antenna at NOAA Gilmore Creek site 34 km SW of HIPAS as the receiving antenna with the transmitter at HIPAS). HIPAS is in the process of adding a very high power (terawatt) laser (recently obtained from LLNL) to perform laser breakdown experiments in the ionosphere. Two Diesel electric generators (1500 HP 4160 V, 3-phase, 1.2 MVA each) are used to power the experiments. There are a number of computers (PC’s ) on site, and a high-speed data line to UAF is available. While these experiments are useful in measuring the properties of the ionosphere, they produce insufficient amounts of energy to modify it in any significant way. however hotspots can be created within the ionospehere where this radiation is focused, temperatures can be elevated by up to 1600`k causing expansion of the ionosphere and subsequent changes in pressure and temperature, which in turn lead to changes in the global meteorology.

    Weather control and law

    1977 Environmental Modification Convention

    Weather control, as well as “weather tampering”, for hostile or military purposes is expressly forbidden dating from at least December 10, 1976, when the “United Nations General Assembly Resolution 31/72, TIAS 9614 Convention[14] on the Prohibition of Military or Any Other Hostile Use of Environmental Modification Techniques” was adopted. The Convention was: Signed in Geneva May 18, 1977; Entered into force October 5, 1978; Ratification by U.S. President December 13, 1979; U.S. ratification deposited at New York January 17, 1980.[15]

    Space Preservation Act Title: To preserve the cooperative, peaceful uses of space for the benefit of all humankind by permanently prohibiting the basing of weapons in space by the United States, and to require the President to take action to adopt and implement a world treaty banning space-based weapons. Sponsor: Rep Kucinich, Dennis J. http://thomas.loc.gov/cgi-bin/query/z?c107:H.R.2977.IH: The bill originally mentioned chemtrails and H.A.A.R.P.,but was modified and resubmitted as H.R.3616 and H.R.2440. H.R. 2977 Space Preservation Act of 2001 introduced October 2, 2001, 107th Congress, 1st Session. The bill was referred to committee and no further action ensued. H.R. 3616 Space Preservation Act of 2002 introduced January 23, 2002, 107th Congress, 2d Session. The bill was referred to committee and no further action ensued. H.R. 2420 Space Preservation Act of 2005 introduced May 18, 2005, 109th Congress, 1st Session, with 34 co-sponsors (see accompanying list). The bill was referred to committee and no further action ensued. http://www.sourcewatch.org/index.php?title=Space_Preservation_Act

    2005 U.S. Senate Bill 517 and U.S. House Bill 2995

    U.S. Senate Bill 517[16] and U.S. House Bill 2995[17] were two laws proposed in 2005 that would have allowed experimental weather modification by artificial methods, attempted to establish a Weather Modification Operations and Research Board, and implemented a national weather modification policy. Neither ever became law.

    U.S. Senate Bill 1807 & U.S. House Bill 3445 Senate Bill 1807 and House Bill 3445, identical bills introduced July 17, 2007, propose to establish a Weather Mitigation Advisory and Research Board to federally fund weather modification research http://tlp.law.pitt.edu/SP_DiLorenzo_Weather%20Modification.htm sponsored by Kay Bailey Hutcheson and Mark Udall. http://www.govtrack.us/congress/bill.xpd?bill=s110-1807

    Future aspirations

    Climatologist Ross Hoffman has simulated hurricane control based on selective heating and cooling (or prevention of evaporation).[18] Futurist John Smart has discussed the potential for weather control via space-based solar power networks. One proposal involves the gentle heating via microwave of portions of large hurricanes. Such chaotic systems may be susceptible to “side steering” with a few degrees of increased temperature/pressure at critical points. A sufficient network might keep the largest and most potentially damaging hurricanes from landfall, at the request of host nations. Blizzards, monsoons, and other extreme weather are also potential candidates for space-based amelioration.[citations needed] If large-scale weather control were to become feasible, potential implications may include:

    • Unintended side effects, especially given the chaotic nature of weather development
    • Damage to existing ecosystems
    • Health risks to humans
    • Equipment malfunction or accidents
    • Non-democratic control or use as a weapon

    For the 2008 Olympics, China had 30 airplanes, 4,000 rocket launchers, and 7,000 anti-aircraft guns to stop rain. Each system would shoot various chemicals into any threatening clouds to shrink rain drops before they reach the stadium.[19]

    Weather control in popular culture

    In popular culture, weather control technology can be encountered in the realms of public speculation, science fiction, and fantasy. The concept of weather control is often portrayed as a part of terraforming.

    Film and television

    Star Trek

    • In the Star Trek universe, most advanced planets and colonies utilize weather control, often referred to as weather modification grids or weather modification nets. A small, but long-established TNG-era (ca2369) colony was a weather control facility for approximately a hundred years. Most advanced civilizations apparently employ weather control standard equipment.
    • Weather control technology in 2270s required special facilities, modern TNG– and DS9-era technology consists of multiple mid-size devices positioned strategically, networked and controlled from more-or-less arbitrary places.
    • For example, the planet Risa has its climate controlled to be a tropical paradise. Perhaps one of the few modern exceptions of planets apparently without weather control technology is Ferenginar with continuous rain.

    Other films or shows

    • In the Sci Fi Channel original series, Stargate SG1, Episode 214, “Touchstone“, aired on October 30, 1998, the Stargate SG1 team discovers a weather control device on an alien planet, which is subsequently stolen and brought to earth, where experimenting with it wreaked havoc with the local weather. The device was later recaptured and returned to its original planet which had suffered phenomenal storms since it had been stolen.
    • In the Disney Channel Original MovieThe Ultimate Christmas Present, two girls find a weather machine and make it snow in Los Angeles.
    • In the live action Justice League of America film, the villain is a terrorist who has a weather control device.
    • In Aliens, a colony sent to LV-426 by the Company utilized a fusion-powered terraforming atmosphere processor. In the first film, the planet’s climate was not yet suitable for human life.
    • In The Arrival, a race of aliens is found to be terraforming the Earth using hidden factories producing huge volumes of highly potent, engineered “super-greenhouse gases”.
    • In the 1987 Teenage Mutant Ninja Turtles cartoon series, the episode “Hot Rodding Teenagers from Dimension X” includes Stone Warriors using a “weather satellite“, with one difference: while other weather satellite gives weather prognosis, this one “makes weather”. The “weather satellite” creates a storm to level New York City, but the Teenage Mutant Ninja Turtles destroy it. The episode “Take Me to Your Leader” of the same series include Krang and the Shredder using a machine to reduce the Sun, creating cold weather on the Earth.
    • Storm (played by Halle Berry in the 2000 film and subsequent sequels), a member of the X-Men, can control the weather with her mind.
    • In Superman IIIGus Gorman (Richard Pryor) changes the weather by hacking into a weather satellite.
    • In a Family Guy episode, Stewie builds a machine that can control the weather using only a satellite dish and a See ‘n Say.
    • In the film The Avengers Sir August de Wynter (Sean Connery) creates a satellite capable of controlling the weather.
    • Our Man Flint is a 1966 sci-fi action film which stars James Coburn as Derek Flint where a trio of mad scientists attempt to blackmail the world with a weather-control machine.
    • Kaijûtô no kessen: Gojira no musuko is a 1967 film from Japan. Scientists, on a tropical island, conduct weather control experiments then encounter gigantic praying mantises and a giant spider that attack the son of Godzilla. Godzilla arrives and saves his offspring.
    • The cartoon miniseries G.I. Joe: The Revenge of Cobra, showed the terrorist group Cobra in possession of a device called the Weather Dominator.
    • American Daytime soap opera General Hospital featured a storyline where mad genius Mikkos Cassadine used a substance called Carbonic Snow to create a blizzard in the show’s locale Port Charles in the middle of what had been a long hot summer in order to blackmail world leaders into accepting his new world order. Luke Spencer managed to thwart the plan.
    • In WALL-E, the Megacorporation known as Buy N Large, had established a Global Weather Control System, the system was made of satellites that would change and control the weather in the areas that they were in. The system worked so well that soon Buy N Large even launched a program in which citizens can book certain weather in the areas where they live. Such as, scheduling a Thunderstorm during a parade so that it will literally “rain on their parade.”
    • In the sci-fi drama series Heroes, Angela Petrelli’s long-lost sister, Alice Shaw, was revealed to be able to control weather.

    Computer games

    • In Master Of Orion, it is possible to build a weather control building to change the planet’s environment.
    • In Command & Conquer: Red Alert 2 and Command & Conquer: Yuri’s Revenge Expansion Pack, the Allies can build the weather control device superweapon, and direct thunderstorms to strike a selected location of the map every 10 minutes.
    • In Tribunal, an expansion pack to The Elder Scrolls III: Morrowind, the player finds a machine under the city of Almalexia that can change the weather of the city at the will of its user.
    • In Phantasy Star II, a weather, irrigation and dam control system known as Climatrol has been constructed by Mother Brain to make the barren planet Motavia habitable for Palman occupation.
    • In the game Spore by Will Wright, players are able to use a spacecraft to modify planetary atmospheres – creating volcanoes to generate carbon dioxide, seeding plant life to create breathable air, or even using a “Genesis device” to make a planet habitable in one go. There is no actual controlling of weather, however.[20]
    • In “Earth 2150“, the Lunar Corporation are capable of building a weather control station for tactical weather control. The structure can be charged to cause storms, fog, and/or wind at targeted areas on the map.
    • In Fable 2 Knothole island Expansion, the player can control weather by obtaining weather crystals and using them in a weather chamber, 3 crystals represent sun,rain and snow.
    • in The Sims 2 seasons Expansion, players can use a season changing device to make a certain season permanent or prolong a desired season for a number of in-game days.

    Prose

    • Ben Bova‘s The Weathermakers is the story of a government agency that controls the weather.
    • Sidney Sheldon‘s Are You Afraid of the Dark is the story of a think tank that builds technology powerful enough to create hurricanes, tornadoes, and tsunamis.
    • In Michael Crichton‘s State of Fear, ecoterrorists plan to create a tsunami, calve an iceberg, and induce flash flooding and hurricanes.
    • In Normand Lester’s science thriller Verglas, the 1998 icestorm that struck the Montréal area is an experiment by the Pentagon in the development of a climatic weapon that went wrong. The book speculate that ULF waves generated by a transmitter at Siple Station, a US base in Antarctica, caused the icestorm by affecting the ionosphere over Québec.
    • In Lois Lowry‘s The Giver, the government controls the weather and keeps it from snowing, and confine rain to the farmland.
    • In the book series Weather Warden by Rachel Caine, the Wardens are an association of people who have the ability to control the elements – earth, fire and weather. They manipulate these elements to stop natural disasters from devastating mankind. The main character herself is a Weather Warden, so weather manipulation plays a large role throughout the series.
    • In Roger Zelazny‘s The Chronicles of Amber an openly known quality of the Jewel of Judgment is the ability to control the local weather.
    • In Frank Herbert‘s Dune series, weather control is widespread, and is achieved with specialized satellites in orbit around a planet.

    Music

    Other fictional weather controllers

    • DC Comics villain Weather Wizard could control the weather with a special kind of technology in the shape of a wand.
    • Marvel Comics heroes Thor and Storm could control weather; the former because he is the Norse god of thunder, the latter because she is a mutant whose powers specifically center around weather control.
    • Digimon character Wizardmon could manipulate thunderstorms.
    • When the Muppet Count von Count of Sesame Street laughs, it often invokes thunder.
    • In some of the Asterix comics, when the village bard Cacofonix sings, it starts to rain.
    • In the 2000 AD world of Judge Dredd the weather in Mega City One is controlled by a weather control station positioned above the populous and is used to spread a chemical which causes Block War by the city of East Meg One
    • In the Nintendo Gameboy Advance Video Game Pokemon Sapphire, The Pokemon “Kyogre” controlled the rain and the tides in Hoenn.
    • In the BIONICLE Saga, weather control is one of the many powers the Makuta species have.

    Conspiracy theories

    Conspiracy theorists have suggested that certain governments use or seek to use weather control as a weapon (eg via HAARP and/or chemtrails), but such allegations have not been proven. At a counterterrorism conference in 1997, United States Secretary of Defense William Cohen referred to the writings of futurist Alvin Toffler, specifically regarding concerns about “eco-terrorism” and intentionally caused natural disasters.[21]

    See also

    Curiosamente a NET tem ficado às vezes com problema no sinal e coloca uma mensagem que a queda está relacionada a intereferências solares. Fim do mundo?

     

    Additional imagery and background information for this story can be found here.

    Image of the sun with solar stormsAngelos Vourlidas, SECCHI Project Scientist, talks about coronal mass ejections- explosions of the sun’s atmosphere that propagate in space in the form of a cloud, and how the STEREO satellites are helping scientists reconstruct a three-dimensional view of their structures. Credit: NASA’s Goddard Spaceflight Center
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    What if solar physicists could predict sun storms with the same accuracy and efficiency that meteorologists predict hurricanes?

    In much the same way that satellites allow forecasters to see the inner workings and development of a hurricane from its origins until the moment it reaches shore, NASA’s STEREO spacecraft are now capturing images of solar storms and making real-time measurements of their magnetic fields from the moment they lift off the sun until the moment their pressure waves reach Earth’s shores.

    Eruptions from the sun’s outer atmosphere, or corona, can wreak havoc on earthly technology. These solar hurricanes, known as coronal mass ejections (CMEs), spew billions of tons of plasma into space at thousands of miles per hour and carry some of the sun’s magnetic field with it. 

    These solar storm clouds create a shock wave and a large, moving disturbance in the solar system. The shock can accelerate some of the particles in space to high energies, a form of “solar cosmic rays” that can be hazardous to spacecraft and astronauts. The CME material, which arrives days later, can disrupt Earth’s magnetic field, or magnetosphere, and upper atmosphere.

    Observations from NASA’s twin Solar Terrestrial Relations Observatory (STEREO) spacecraft have allowed scientists to accurately measure for the first time the speed, trajectory, and three-dimensional shape of solar storms.

    STEREO consists of two nearly identical observatories that make simultaneous observations of CMEs from two different vantage points. One observatory ‘leads’ Earth in its orbit around the sun, while the other observatory ‘trails’ the planet. STEREO’s two vantage points provide a unique view of the anatomy of a solar storm as it evolves and travels toward Earth. Once the CME arrives at the orbit of Earth, sensors on the satellites take in situ measurements of the solar storm cloud, providing a “ground truth” between what was seen at a distance and what is real inside the CME. 

    Image from animation depicting a coronal mass ejection (CME) as it erupts from the sun and speeds toward Earth.This artist’s animation depicts STEREO’s COR1 imager capturing a coronal mass ejection (CME) as it erupts from the sun and speeds toward Earth. Credit: Walt Feimer, NASA’s Goddard Spaceflight Center
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    The combination is providing solar physicists with the most complete understanding to date of the inner workings of these storms. It also represents a big step toward predicting when and how the impact will be felt at Earth. The separation angle between the satellites affords researchers to track a CME in three dimensions, something they have done several times in the past few years as they have learned to use this new space weather tool. 

    “We can now see a CME from the time it leaves the solar surface until it reaches Earth, and we can reconstruct the event in 3D directly from the images,” said Angelos Vourlidas, a solar physicist at the Naval Research Laboratory, Washington, and project scientist for the Sun Earth Connection Coronal and Heliospheric Investigation aboard STEREO. 

    “The in situ measurements from STEREO and other near-Earth spacecraft link the physical properties of the escaping CME to the remote images,” said Antoinette “Toni” Galvin, a solar physicist at the University of New Hampshire, and the principal investigator on STEREO’s Plasma and Suprathermal Ion Composition (PLASTIC) instrument. “This helps us to understand how the internal structure of the CME was formed and to better predict its impact on Earth.”

    Until now, CMEs could be imaged near the sun but the next measurements had to wait until the CME cloud arrived at Earth three to seven days later. STEREO’s real-time images and measurements give scientists a slew of information—speed, direction, and velocity—of a CME days sooner than with previous methods. As a result, more time is available for power companies and satellite operators to prepare for potentially damaging solar storms.

    Much like a hurricane’s destructive force depends on its direction, size, and speed, the seriousness of a CME’s effects depends on its size and speed, as well as whether it makes a direct or oblique hit across Earth’s orbit.

    CMEs disturb the space dominated by Earth’s magnetic field. Disruptions to the magnetosphere can trigger the brightly colored, dancing lights known as auroras, or Northern and Southern Lights. While these displays are harmless, they indicate that Earth’s upper atmosphere and ionosphere are in turmoil.

    Sun storms can interfere with communications between ground stations and satellites, airplane pilots, and astronauts. Radio noise from a storm can also disrupt cell phone service. Disturbances in the ionosphere caused by CMEs can distort the accuracy of Global Positioning System (GPS) navigation and, in extreme cases, induce stray electrical currents in long cables and power transformers on the ground.

    The twin STEREO spacecraft were launched October 25, 2006, into Earth’s orbit around the sun. The mission is the third in NASA’s Solar Terrestrial Probes (STP) program.

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    Esse é o mais científico e didádito de todos. História da guerra entre a vaidade e a genialidade, apoiada querências mundanas do poder e dinheiro. Edison e Marconi x Tesla. Show de bola.

    Veja o documentário acima dublado em PT.

    Chegou a eletricidade sem fio (Época Negócios)

    Estou ao lado de um gênio americano nascido na Croácia. Num escritório parcialmente vazio em Watertown, Massachusetts, em breve poderei me transformar num pedaço de carvão. Bem, se isso não acontecer, serei testemunha do maior avanço da ciência da eletricidade em centenas de anos. 


    Só os deuses se metem com elétrons. Só um tolo os arremessaria pelos ares. E, no entanto, aqui estou, em uma sala de reuniões com um cientista que vai mandar pelos ares 120 volts. “Não se preocupe”, diz Marin Soljacic, professor assistente do MIT e vencedor do prêmio MacArthur de 2008, para gênios. Soljacic é o criador de um invento que está prestes a pôr em funcionamento. Voltamos, então, nossa atenção para um aparelho de TV Toshiba localizado a 1,5 metro de distância, sobre uma mesa dobrável. Ele deve estar brincando: não há 
    fio algum conectado ao aparelho. Ele está desligado. Silêncio. Se Soljacic estiver certo – se seus elétrons, que não estão limitados a espaço algum, forem capazes de ligar a TV do outro lado da sala –, ele será autor de uma façanha tão sutil na física, e tão profunda, que pode até mudar o mundo e também torná-lo bilionário. Prendo o fôlego. Soljacic liga o interruptor. 

    Ele não é o primeiro a tentar ligar um aparelho eletrônico a distância, emitindo em sua direção elétrons pelo ar. Muita gente diz que o inventor sérvio Nikola Tesla, autor de muitas das invenções que definiram a moderna era da eletricidade, foi o primeiro a liberar os elétrons de suas amarras. Isso em 1890. Tesla baseou sua ideia de eletricidadesem fio em um conceito conhecido como indução eletromagnética, descoberto por Michael Faraday em 1831, segundo o qual a corrente elétrica que corre por um fio pode fazer com que percorra também outro fio próximo. Para ilustrar esse princípio, Tesla construiu duas enormes torres de “superenergia”, que transmitiriam uma corrente pelo ar dos Estados Unidos e seria recebida a distancia por aparelhos elétricos do mundo todo.


    Poucos acreditaram que seria possível. E, de fato, é preciso reconhecer que não ocorreu exatamente o que se previa. Quando, em Colorado Springs, Tesla acionou suas torres de 61 metros e 1 milhão de volts, elas dispararam faíscas de eletricidade de 130 metros e centelhas se esparramaram pelo chão. Da grama em volta do laboratório brotou um tom azulado. O efeito fora forte demais.

    Mas agora o sonho de Tesla tornou-se realidade. Depois de mais de 100 anos, diversas empresas estão trazendo ao mercado tecnologias capazes de transmitir, com segurança, aenergia pelo ar – um feito que prenuncia o fim das amarras que ainda seguravam nossa era eletrônica. Até então, a expressão mobilidade eletrônica era uma mentira: como podemos chamar de portátil um laptop que precisa ser realimentado a cada quatro horas, como se fosse um embrião dependente do cordão umbilical? O mundo está prestes a ser curado do transtorno da fixação e prestes a entrar na era da eletricidade sem fio.

    Tecnologia nº 1: Acoplamento indutivo
    Disponibilidade: imediata

    O primeiro sistema de energia sem fio a chegar ao mercado é um aparelho indutivo, bem parecido com aquele que Tesla vislumbrou, mas muito menor. Parece um mouse pad e transmite energia pelo ar a uma distância de até 5 centímetros. Uma bobina energizada cria um campo magnético que, conforme Faraday previu, faz com que a corrente percorra uma pequena bobina secundária instalada em qualquer dispositivo eletrônico, como uma lanterna. A corrente elétrica que passa pela bobina secundária modifica a bateria recarregável contida no aparelho. Você poderá colocar quantos aparelhos quiser em cima do pad e todos serão recarregados. Não há perigo para o usuário, pois como ele fica invisível para os campos magnéticos criados pelo sistema, não haverá fluxo de eletricidade em sua direção, se ele ficar entre o pad e o equipamento. 

    A principal empresa desse setor parece ser a Fulton Innovation, de Michigan, que apresentou a primeira série de produtos que podem ser recarregados sem a necessidade de fios no Consumer Electronics Show, realizado no início deste ano. O novo sistema eCoupled da empresa, baseado no uso do pad, está disponível para a polícia, o corpo de bombeiros, equipes de resgate e frotas de empreiteiras.

    Tecnologia nº 2: Radiofrequência
    Disponibilidade: imediata

    Os sistemas de indução estão só no começo. Alguns dos exemplos mais fascinantes da eletricidade sem fio baseiam-se nos sistemas de radiofre quência. Embora menos eficientes, trabalham com distâncias de até 26 metros. A eletricidade é transformada em ondas de rádio que se deslocam pelo ambiente. Em seguida, são enviadas a um receptor de energiaque as transforma novamente em corrente direta de baixa voltagem. Imagine um relógio que não precise jamais ter sua bateria substituída. A tecnologia já está sendo usada pelo Departamento de Defesa americano. Este ano, estará disponível para consumidores sob a forma de pequenos aparelhos domésticos.

    Tecnologia nº 3: Ressonância acoplada magneticamente
    Disponibilidade: de 12 a 18 meses

    A outra tecnologia inventada por Soljacic foi apelidada de WiTricity. É capaz de fornecer eletricidade para uma sala, desde que esteja repleta de aparelhos prontos para isso. Embora a WiTricity use duas bobinas – uma energizada e outra não, assim como o eCoupled –, ela difere porque as bobinas não precisam estar próximas para a transferência deenergia. A exemplo da ressonância acústica, que permite a uma cantora de ópera quebrar um copo com a voz, a ressonância magnética pode disparar uma resposta energética em direção a algum objeto mais distante. Mas a bobina receptora precisa estar “afinada” com a energizada. A WiTricity não depende da linha de visão. Uma bobina energizada no porão pode fornecer eletricidade para o resto da residência, sem fio. Existem ainda outras empresas pesquisando, como a WiPower, da Flórida, e a Powercast, de Pittsburgh.

    Enquanto protejo aquela parte vital do corpo, surge um ruído no fundo da sala. Soljacic conseguirá ligar a TV? Ele pressiona o interruptor e o pequeno televisor, a 1,5 metro de distância, adquire vida. Sem fio algum. O DVD acoplado também é acionado. Imagens coloridas brilham na tela. Os olhos de Soljacic dançam à luz da imagem refletida.

    E também em aeroportos.