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Em física, uma “teoria do campo unificado” é um tipo de teoria de campo que permite que todas as forças fundamentais entre partículas elementares sejam descritas em termos de um único campo. Não há ainda nenhuma teoria do campo unificado aceita, e este assunto permanece como um campo aberto para pesquisa. O termo foi cunhado por Albert Einstein que tentou unificar a Teoria da Relatividade Geral com o Eletromagnetismo. Uma Teoria de tudo é muito próxima da teoria do campo unificado, mas difere por não exigir que sejam campos a base da natureza, e também por tentar explicar todas as constantes físicas da natureza.

Índice

Campos e partículas

Todas as quatro forças fundamentais são mediadas por campos, que no modelo padrão de partículas, são resultado da troca de bósons. As quatro forças a serem unificadas são (em ordem decrescente de força):

  • Força nuclear fraca: uma força de repulsão e de curto alcance responsável pela radioatividade, que age sobre elétrons, neutrinos e quarks. É governada pelo bóson W.
  • Força gravitacional: uma força de longo alcance que age sobre todas as partículas com massa. A suposta partícula de troca foi denominada graviton.

As teorias modernas do campo unificado tentam colocar estes quatro campos de força juntos em um único referencial. A teoria quântica entretanto, parece limitar o poder descritivo de qualquer teoria determinística.

História

Em 1821 Hans Christian Oersted descobriu que correntes elétricas exerciam força sobre ímãs, e em 1831Michael Faraday descobriu que campos magnéticos variáveis no tempo podiam induzir correntes eletricas. Até então, eletricidade e magnetismo eram entendidos como fenômenos não relacionados. Em 1864James Clerk Maxwell publicou seu famoso texto sobre uma teoria dinâmica do campo eletromagnético. Este foi o primeiro exemplo de uma teoria que foi capaz de unir duas teorias de campo anteriormente separadas (eletricidade e magnetismo) e criar uma teoria unificada do eletromagnetismo.

Progressos modernos

Em 1963, o físico estadunidense Sheldon Glashow propôs que a Força nuclear fraca e a eletricidade e o magnetismo poderiam ser descritas em uma teoria parcial do campo unificado, uma teoria eletrofraca. Em 1967, o físico paquistanês Abdus Salam e o estadunidense Steven Weinberg independentemente revisaram a teoria de Glashow colocando as massas das partículas W e Z a partir de quebra simétrica espontânea através do mecanismo de Higgs. Esta teoria unificada é governada pela troca de quatro partículas: o fóton, para interações eletromagnéticas, e uma partícula Z neutra e duas partículas W carregadas para a interação fraca. Como resultado da quebra por simetria espontânea, a força fraca se torna de curto alcance e os bósons Z e W adquirem massas de 80.4 e 91.2 GeV / c2, respectivamente. Esta teoria obteve apoio experimental quando da descoberta das correntes neutras fracas em 1973. Em 1983, os bósons Z e W foram produzidos pela primeira vez no CERN pela equipe de Carlo Rubbia. Pela sua contribuição, Salam, Glashow e Weinberg foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física de 1979. Carlo Rubbia e Simon van der Meer receberam o de 1984.

Depois que Gerardus ‘t Hooft mostrou que as interações eletrofracas de Glashow-Salam-Weinberg eram matemáticamente consistentes, a teoria eletrofraca tornou-se um modelo para as futuras tentativas de unificar forças. Em 1974, Sheldon Glashow eHoward Georgi propuseram unificar as interações forte e eletrofraca em uma Grande Teoria Unificada, que teria efeitos observáveis, mas apenas para energias muito maiores do que 100GeV. Desde então tem havido diversas propostas de Grandes Teorias Unificadas, mas nenhuma é atualmente universalmente aceita. Um dos maiores obstáculos para testes experimentais de tais teorias é a escala de energia envolvida, que é muito acima dos atuais aceleradores de partículas. Grandes Teorias Unificadas fazem previsõess para a força relativa das forças forte, fraca e eletromagnética, e em 1991 o LEP determinou que teorias supersimetricas tem a relação correta de pares para uma Grande Teoria Unificada como proposta por Georgi-Glashow. Muitas Grandes Teorias Unificadas predizem que o próton pode decair, e se isto puder ser visto, detalhes do produto do decaimento poderiam fornecer dicas sobre outros aspectos da Grande Teoria Unificada. Até o presente não se sabe se o próton pode decair mas já foi determinado experimentalmente um limite inferior de 1035 anos para a sua existência.

O estado atual das teorias do campo unificado

Gravidade ainda não foi incluída com sucesso em uma teoria de tudo. Tentativas de combinar o graviton com as interações forte e eletrofraca levam a dificuldades fundamentais (a teoria resultante não é renormalizável). Os físicos teóricos ainda não formularam uma teoria consistente que combine a relatividade geral com a mecânica quântica. A incompatibilidade entre as duas teorias permanece um problema de primeira ordem no campo da física. Alguns físicos teóricos atualmente acreditam que uma teoria quântica da relatividade geral talvez necessite de outros referenciais teoricos além da teoria de campos, tais como Teoria das cordas ou Geometria quântica. Uma promissora teoria de cordas é a da corda heterótica, que consegue ligar a gravidade e as outras três forças de forma aparentemente firme. Outras teorias de cordas não unificam as três forças com a gravidade de forma tão apropriada. A geometria quântica, aparentemente, não liga as forças eletrofraca e forte à gravitacional, e se assim for, falhará como uma teoria do campo unificado.

Ao cidadão grego
Na platéia
O que lhe importava
Ao sentar de novo para ouvir de novo
Não era a velha lenda:
Era a palavra nova do poeta.

Colocando o cidadão de hoje
Atento aí, à espera,
Em pé de igualdade com o ateniense
De faz tantos séculos
Lhe damos um resumo da espantosa história:
Creonte, rei de Tebas,
Vinga-se de Polinices, sobrinho e inimigo.
Antígona, irmã de Polinices,
Enfrenta o rei, é condenada à morte.
Hémon, filho do rei, noivo de Antígona,
Rompe com o pai.

E assim a historia avança,
Em luta fratricida,
Ódio mortal
Violência coletiva,
Tudo pago por fim, naturalmente,
Com a escravidão do povo,
Na derrota final.

Sabemos bem
Que ninguém aprendeu muito
Com esta história de Sófocles.
Os jornais de hoje mostram
Que os próprios gregos não aprenderam.
E, cansativamente, ela se repetiu
Nos 2.400 anos que passaram:
Ânsia de Brutos, Cruz de Cristo,
Bizâncio Prostituída, Heil Hitler!,
Lumumba esquartejado, Kenya de Kenyata,
Chê nas montanhas.

Há sempre duas faces na mesma moeda
Cara: um herói.
Coroa: um tirano.
Algo mudou, bem sei;
A ambição mudou de traje,
A guerra, de veículo,
O poder, de método.
O mundo girou muito
Mas o homem mudou pouco.

Porém repetir uma história
É nossa profissão, e nossa forma de luta.
Assim, vamos contar de novo
De maneira bem clara
E eis nossa razão:
Ainda não acreditamos que no final
O bem sempre triunfa.
Mas já começamos a crer, emocionados,
Que, no fim, o mal nem sempre vence.
O mais difícil da luta
É descobrir o lado em que lutar.

O homem é um ser admirável, criado pelo sopro de forças metafísicas extraordinárias, usualmente conhecidas pelo codinome Deus. De esforço em esforço conseguiu sair da escala puramente animal, galgando os galhos da árvore da ciência, do tacape à baioneta, da arma de fogo rudimentar ao canhão, do canhão à bomba de hidrogênio, dos mísseis intercontinentais à guerra nas estrelas. Para sua felicidade permanente só resta ao homem passar da ciência à consciência, e evitar a volta ao tacape.

Outro de meus mitos favoritos é Tirésias, o sábio, o profeta, o adivinho cego de tantas historias e tantas peças gregas. Que Tirésias era cego e adivinho todos sabem. Mas a história de como virou ambas as coisas é menos conhecida; um dia Tirésias ia passando por uma espécie de Pantanal do Olimpo e viu Atenas tomando banho nua. Atenas, indignada, atirou-lhe água em cima, transformando-o em mulher (*) durante sete anos. E, como ele insistisse em olhar, Atenas atirou-lhe água também nos olhos, cegando-o. Mais tarde, arrependida, e não tendo mais o poder de restaurar-lhe a visão, a deusa restaurou a masculinidade de Tirésias (**), dando-lhe o poder divinatório e a compreensão da linguagem dos pássaros. Magra compensação. Tempos depois, passando em meio aos deuses Juno, Júpiter e ApoIo, que discutiam ardentemente sobre quem obtinha maior gozo numa transa, o homem ou a mulher, Tirésias, que tinha experiência de ambos os sexos, foi chamado a opinar. E não vacilou – declarou que a mulher gozava 10 vezes mais.
Moral: Pelas loucuras que já vi muitas fazerem por tão pouco, dou plena razão a Tirésias.
(*) Uê. isso era castigo? Ô mitologia mais machista! (**) Ah, era castigo mesmo!

Andei catando informações:

A Grande Muralha da China vai do Mar Amarelo até a Ásia Central. É o maior monumento arquitetônico do país. Construção iniciada pelo Imperador Ch’in Shih Huang Ti, logo depois que conseguiu unificar o império (246 A.C. ou por aí). Sistema defensivo importante até o sec. 000(!), a Muralha é feita de terra e pedra, varia de 6 a 10 metros de altura, tem revestimento de tijolo e caminho central com 4 metros de largura. De trechos em trechos há torres, de onde se emitiam sinais de fumaça, durante o dia, e de fogo, durante a noite. Está intimamente ligada à paisagem, integrada na natureza, acompanhando sempre as ondulações do solo. Tem 2.400 quilômetros de extensão (1) “É a maior e a mais monumental expressão da absoluta confiança dos chineses em muralhas” (2). Mas a Grande Muralha é apenas o mais famoso muro da China. “Muralhas, muralhas, e muralhas são parte fundamental de toda cidade chinesa” (3). Cercam as cidades, dividem-nas em lotes e bairros, marcam a estrutura e a importância da comunidade. Não há verdadeira cidade que não seja cercada por rnuralha, condição expressa no fato de que os chineses usam a mesma palavra, ch’eng, pra cidade e muro da cidade. Pro chinês uma cidade sem muralha é tão inconcebível quanto uma casa sem teto. Falei!

(1) mais da metade do Brasil no sentido norte-sul. (2) Enciclopédia Britannica,1952. (3) Idem.

RESPONDA DEPRESSA: A China é ou não é o país ideal para os Tucanos?

LXXV.
Pode-se esganar todas as pessoas algum tempo. Pode-se engalanar algumas pessoas todo o tempo. Mas não pode engajar todas as pessoas todo o tempo.

CIV.
Não, você não precisa de biblioteca. Cristo não tinha. E o livro só te dá uma profundidade maior, caminho certo pra infelicidade. Não, você não necessita de esperança. Quem espera desespera e corteja a frustração das coisas que jamais se realizam. Todo projeto é um fracasso. A coisa mais bem sucedida atinge 70% do esperado. Não, você não precisa de amor. Amor acaba no azedume, na infidelidade, na violência do conflito entre egos em choque. Pra ser feliz, na verdade, você só precisa mesmo é de uma boa redução na taxa de juros.

Bíblia do Caos do Millor

DionisoDiónisos ou Dionísio (do grego Διώνυσος ou Διόνυσος) era o deus grego equivalente ao deus romano Baco, das festas, do vinho, do lazer e do prazer. Filho de Zeus e da princesaSemele, foi o único deus filho de uma mortal.

Ocorreu que Hera, que sentiu ciúme de mais uma traição de Zeus, instigou Semele a pedir ao seu amante (caso ele fosse o verdadeiro Zeus) que viesse ter com ela vestido em todo seu esplendor, em outras versões lhe pediu que a mostrasse sua verdeira forma. Semele então pediu que Zeus atendesse a um pedido seu, sem saber qual seria, em algumas versões, ela o fez fazer uma promessa pelo Estige, o voto mais sagrado, que nem mesmo os deuses podem quebrar. Ele concordou e quando soube do que se tratava imediatamente se arrependeu. Uma vez concedido o pedido teria que cumpri-lo. Ele então voltou ao Olimpo e colocou suas vestes maravilhosas (ou demonstrou sua verdadeira forma), já sabendo de o que ocorreria. De fato, o corpo mortal de Semele não foi capaz de suportar todo aquele esplendor, e ela virou cinzas.

Assim, Dionisio passou parte de sua gestação na coxa de seu pai. Quando completou o tempo da gestação, Zeus o entregou em segredo a Ino (sua tia) que passou a cuidar da criança com ajuda das Dríades, das horas e das ninfas.

Depois de adulto, ainda a raiva de Hera tornou Dionisio louco e ele ficou vagando por várias partes da Terra. Quando passou pela Frígia, a deusa Cíbele o curou e o instrui em seus ritos religiosos.

Sileno ensina a ele a cultura da vinha, a poda dos galhos e o fabrico do vinho.

Curado, ele atravessa a Ásia ensinando a cultura da uva. Ele foi o primeiro a plantar e cultivar as parreiras, assim o povo passou a cultuá-lo como deus do vinho.

Dionisio puniu quem quis se opor a ele (como Penteu) e triunfou sobre seus inimigos além de se salvar dos perigos que Hera estava sempre pondo em seu caminho.

Nas lendas romanas, Dioniso tornou-se Baco, que se transforma em leão para lutar e devorar os gigantes que escalavam o céu e depois foi considerado por Zeus como o mais poderoso dos deuses.

É geralmente representado sob a forma de um jovem imberbe, risonho e festivo, de longa cabeleira loira e flutuante, tendo, em uma das mãos, um cacho de uvas ou uma taça, e, na outra, um tirso (um dardo) enfeitado de folhagens e fitas. Tem o corpo coberto com um manto de pele de leão ou de leopardo, traz na cabeça uma coroa de pâmpanos, e dirige um carro tirado por leões.

Também pode ser representado sentado sobre um tonel, com uma taça na mão, a transbordar de vinho generoso, onde ele absorve a embriaguez que o torna cambaleante. Eram-lhe consagrados: a pega, o bode e a lebre.

Às mulheres que o seguiam como loucas, bêbadas e desvairadas se dava o nome de bacantes.

É considerado também o deus protector do teatro. Em sua honra faziam-se ditirambos na Grécia Antiga e festas dionisíacas.

Segundo o mito, Dionísio ordenou a seus súditos que lhe trouxesse uma bebida que o alegrasse e envolvesse todos os sentidos. Trouxeram-lhe néctares diversos, mas Dionísio não se sentiu satisfeito até que ofereceram o vinho.

O deus encheu-se de encanto ao ver a bebida, suas cores, nuances e forma como brilhava ao Sol, ao mesmo tempo em que sentia o aroma frutado que exalava dos jarros à sua frente. Quando a bebida tocou seus lábios, sentiu a maciez do corpo do vinho e percebeu seu sabor único, suave e embriagador.

De tão alegre, Dionísio fez com que todos os presentes brindassem com suas taças, e ao som do brinde pôde ser ouvido por todos os campos daquela região. A parti daí, Dionísio passou a abençoar e a proteger todo aquele que produzisse bebida tão divinal, sendo adorado como deus do vinho e da alegria.

Veja vídeos sobre Dionísio/Dionysus aqui.

Infinito

Publicado: janeiro 29, 2009 por Yogi em Arts, Culture, Literature, Media, Philosophy, Poetry, Psy, Tudo
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Para quem não entende nada de programação, vai conhecer o conceito clássico de looping. Aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa entrou em looping…

 

O diretor disse à secretária: – Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!

A secretária faz uma chamada para o marido: – Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.

O marido liga para a amante: – Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!

A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares: – Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.

O menino liga para o seu avô: – Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos.

O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária: – Vou passar a próxima semana com o meu neto, não poderemos participar naquele Seminário. Cancele a viagem.

A secretária liga para o marido: – A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho, cancelamos a viagem..

O marido liga para a amante: – Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.

A amante liga para o menino das aulas particulares: – Esta semana vamos ter aulas como normalmente.

O menino liga para o avô: – Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.

O avô liga para a sua secretária: – Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos.