Posts com Tag ‘mágica’


Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Própolis Verde“, posted with vodpod 

 

Matéria-prima nacional

O Brasil exporta setenta toneladas de própolis de abelha por ano para fins medicinais. Um mercado que movimenta 25 milhões de dólares. Os principais compradores são o Japão, Estados Unidos, Alemanha e China.

O extremo interesse internacional é por causa de um tipo de própolis pouco conhecido: a própolis verde. O repórter Ivaci Matias fez uma reportagem especial sobre a própolis.

A própolis verde é especial porque mais de setenta compostos químicos diferentes já foram isolados a partir dessa própolis. Alguns estão sendo usados com sucesso no tratamento do câncer.

Para a fabricação da própolis verde, a abelha comum, a mesma usada na produção comercial do mel, ela retira da planta a resina, como a coleta de resina de tronco de árvore, que forma aquela gosma.

Para entender melhor o processo, o Globo Rural faz um passeio por dentro do broto desta planta milagrosa explorada pela abelha.

Uma imagem ampliada no microscópio mostra os canais internos da planta. O objetivo das abelhas é atingir as bolsas vermelhas, onde existem poderosas essências em formas de resina.

Elas são produzidas por uma planta muito comum em Minas, o alecrim-do-campo. A resina serve para defender os brotos do alecrim das doenças e repelir insetos como as formigas. A abelha fica trabalhando, roendo, buscando a parte líquida da brotação. É possível observar que ela deposita a resina nas suas patinhas. É essa mesma resina que é verificada na própolis pronta.

Num enxame comum vivem aproximadamente 100 mil abelhas, isso favorece o aparecimento de doenças causadas por vírus fungos e bactérias. Para proteger o lugar onde vivem, elas fabricam a própolis. O nome vem do grego: “pro” quer dizer a favor e “pólis” quer dizer cidade.

O homem conhece os poderes medicinais da própolis desde a antiguidade. A novidade é a descoberta da própolis verde, fabricada com a resina do alecrim-do-campo.

Em Minas Gerais, a vassourinha, ou alecrim-do-campo, é encontrada em grande quantidade nas pastagens. Ela é considerada como uma planta invasora, uma verdadeira praga na região. Ela gosta de lugar de terra fraca, solo ácido. Ela aparece próxima ao “Rabo de burro que é uma planta indicadora de solo ácido.

Antes da descoberta de suas virtudes medicinais, o alecrim-do-campo era usado na fabricação artesanal de vassouras e também para limpar as cinzas do forno a lenha, deixando seus odores nos biscoitos de polvilho. Por isso é chamado também de vassourinha. Ela pertence a mesma família da camomila e do girassol.

A vassourinha é nativa da região central do Brasil, mas pode ser encontrada em quase todas as regiões do país. Os portugueses lhe deram o nome de alecrim-do-campo, porque é muito parecido com o alecrim trazido da Europa, para ser usado como tempero.

É fácil identificar as plantas masculinas e as femininas, as femininas possuem flores fechadas em forma de taças e as masculinas, abertas. Hoje existe um interesse mundial da própolis verde, produzida a partir da resina do alecrim-do-campo.

No município de Cotia, na Grande São Paulo, uma empresa japonesa investiu muito dinheiro na instalação de um laboratório que beneficia própolis verde. Eles compram dos produtores mineiros. Depois de beneficiada, a própolis é analisada em laboratório e exportada para o Japão. A empresa possui própolis em pó. Yoko Schimizo, gerente da empresa, diz que nesse processo, a própolis mantém todas as suas qualidades e perde o gosto forte característico do produto. “Fica bem mais leve e fácil de tomar.

Na cidade de Campinas, interior de São Paulo, através do trabalho da bióloga Maria Cristina Marcucci, a Fapesp, Fundação de Amparo à Pesquisa, registrou duas patentes de medicamentos extraídos da própolis do alecrim-do-campo. Um desses remédios pode ser usado com muita eficiência para matar bactérias que causam infecção hospitalar, o outro combate bactérias que causam a cárie. “A partir da própolis verde cerca de 30 compostos foram patenteados, incluindo a atividade biológica que cada um apresenta, diz a bióloga.

Quando questionada se as patentes são brasileiras, ela responde: “Infelizmente, não posso dizer isso, a maior parte vem do Japão. Os japoneses têm esse interesse todo porque a própolis verde apresenta inúmeras propriedades terapêuticas e biológicas, a começar pela atividade antibacteriana, ela atua contra microrganismos, atua no sistema imunológico, prevenindo o aparecimento de doenças e atua também em tumores.

Os compostos do alecrim-do-campo também estão sendo estudados em Minas Gerais, na Fundação Ezequiel Dias, de Belo Horizonte. A bióloga Ester Bastos, especialista no assunto, acrescenta outras razões para o interesse de laboratórios estrangeiros na própolis verde do alecrim. Segundo ela, essa própolis tem uma grande quantidade de ácidos, do grupo dos terpenos, que são muito eficientes na prevenção e no tratamento do câncer. “No Japão, foi isolada uma substância dessa própolis que tem ação ativa contra células tumorais, que já foi patenteada no Japão, apesar do produto ser brasileiro. É provável que em breve seja lançado medicamento à base dessa substância e nós teremos que pagar os direitos para usá-lo.

Para ver de perto o interesse dos japoneses na própolis verde, o Globo Rural foi até o outro lado do mundo. Na cidade de Yokohama, perto de Tóquio, o repórter Mitsuo Kawasaki conversou com o doutor Kaoru Maeda, professor da faculdade de Medicina de Tóquio, especialista em câncer. “A primeira vez que usei a própolis no tratamento de câncer foi há 25 anos. Nós tínhamos vários pacientes sendo submetidos ao tratamento de quimioterapia, receitamos própolis a apenas dois deles, e só eles não apresentaram os efeitos colaterais do tratamento, como queda do cabelo e perda de resistência do organismo. Mas nós não receitamos de qualquer jeito, antes, fazemos o teste de ressonância molecular e entramos com uma dieta alimentar para aumentar a resistência imunológica do paciente. É nessa dieta que entra a própolis verde. Ela não é remédio, mas se você me perguntar onde ela age, eu vou dizer que ela ataca células do câncer e mata bactérias e vírus que aparecem junto com os tumores. Com esse método, nós tratamos vários tipos diferentes de câncer e conseguimos a cura de mais de 90% dos casos.

Aos pés do monte Fugi, na parte central do Japão, vive o professor Hyrofume Naito, membro da Sociedade japonesa de Apiterapia, ciência que usa os produtos das abelhas na cura das doenças. Além da própolis, o professor Naito usa veneno de abelha. Ele tira o ferrão que vem junto com uma bolsinha de veneno e faz a acupuntura em todo o corpo do paciente. O professor explica por que os ácidos do grupo dos terpenos, presentes na própolis verde do alecrim combatem o câncer. Ele diz que de uns quinze anos para cá, a causa de várias doenças dos seres humanos têm sido atribuída à oxidação das células, como exemplo, o câncer de estômago e de fígado. “Muitos produtos naturais são eficientes no combate aos radicais livres que causam as oxidações das células, são os chamados anti-oxidantes, mas nenhum deles até agora mostrou mais eficiência do que a própolis verde.

Shuzo Assumassa é um dos pacientes do professor Naito. Ele diz que tem câncer de próstata e que a própolis tem ajudado muito seu organismo a resistir ao tratamento quimioterápico. “Estou me sentindo bem e até agora nem perdi os cabelos�?, revela ele.

A senhora Stsuco Kobaiachi se diz fã incondicional da própolis verde, ela diz que toma duas cápsulas por dia para um tratamento de asma. Ela diz que está ótima e acrescenta que várias pessoas da sua família fazem uso da própolis brasileira para combater outro mal, o envelhecimento precoce.

Mas no Brasil, também existem pesquisas visando a prevenção e o tratamento do câncer através das essências da própolis. Na faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu, a pesquisadora Deisy Salvatori coordena um trabalho que testou a própolis em ratos que apresentavam tumores cancerígenos no esôfago. O câncer foi provocado por injeção de produtos químicos. “Nós observamos que os animais do grupo que recebeu a própolis apresentaram uma menor freqüência de lesões, tanto de DNA, que são lesões que iniciam o processo do câncer, quanto nas lesões após a cirurgia no animal em que é exposto intestino, é possível perceber que diminuem as alterações nas mucosas do cólon.

Segundo a bióloga, isso significa que a própolis teve uma ação inibidora na formação do câncer. “Ela previne a ação de compostos que são cancerígenos, mas esses resultados são preliminares para que a gente possa dizer que a própolis tem um efeito terapêutico. Ela tem efeito de prevenir e não de curar o câncer.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Ver a parte 2/5

Ver a parte 3/5

Ver a parte 4/5

Ver a parte 5/5

Esse é o mais científico e didádito de todos. História da guerra entre a vaidade e a genialidade, apoiada querências mundanas do poder e dinheiro. Edison e Marconi x Tesla. Show de bola.

Veja o documentário acima dublado em PT.

Chegou a eletricidade sem fio (Época Negócios)

Estou ao lado de um gênio americano nascido na Croácia. Num escritório parcialmente vazio em Watertown, Massachusetts, em breve poderei me transformar num pedaço de carvão. Bem, se isso não acontecer, serei testemunha do maior avanço da ciência da eletricidade em centenas de anos. 


Só os deuses se metem com elétrons. Só um tolo os arremessaria pelos ares. E, no entanto, aqui estou, em uma sala de reuniões com um cientista que vai mandar pelos ares 120 volts. “Não se preocupe”, diz Marin Soljacic, professor assistente do MIT e vencedor do prêmio MacArthur de 2008, para gênios. Soljacic é o criador de um invento que está prestes a pôr em funcionamento. Voltamos, então, nossa atenção para um aparelho de TV Toshiba localizado a 1,5 metro de distância, sobre uma mesa dobrável. Ele deve estar brincando: não há 
fio algum conectado ao aparelho. Ele está desligado. Silêncio. Se Soljacic estiver certo – se seus elétrons, que não estão limitados a espaço algum, forem capazes de ligar a TV do outro lado da sala –, ele será autor de uma façanha tão sutil na física, e tão profunda, que pode até mudar o mundo e também torná-lo bilionário. Prendo o fôlego. Soljacic liga o interruptor. 

Ele não é o primeiro a tentar ligar um aparelho eletrônico a distância, emitindo em sua direção elétrons pelo ar. Muita gente diz que o inventor sérvio Nikola Tesla, autor de muitas das invenções que definiram a moderna era da eletricidade, foi o primeiro a liberar os elétrons de suas amarras. Isso em 1890. Tesla baseou sua ideia de eletricidadesem fio em um conceito conhecido como indução eletromagnética, descoberto por Michael Faraday em 1831, segundo o qual a corrente elétrica que corre por um fio pode fazer com que percorra também outro fio próximo. Para ilustrar esse princípio, Tesla construiu duas enormes torres de “superenergia”, que transmitiriam uma corrente pelo ar dos Estados Unidos e seria recebida a distancia por aparelhos elétricos do mundo todo.


Poucos acreditaram que seria possível. E, de fato, é preciso reconhecer que não ocorreu exatamente o que se previa. Quando, em Colorado Springs, Tesla acionou suas torres de 61 metros e 1 milhão de volts, elas dispararam faíscas de eletricidade de 130 metros e centelhas se esparramaram pelo chão. Da grama em volta do laboratório brotou um tom azulado. O efeito fora forte demais.

Mas agora o sonho de Tesla tornou-se realidade. Depois de mais de 100 anos, diversas empresas estão trazendo ao mercado tecnologias capazes de transmitir, com segurança, aenergia pelo ar – um feito que prenuncia o fim das amarras que ainda seguravam nossa era eletrônica. Até então, a expressão mobilidade eletrônica era uma mentira: como podemos chamar de portátil um laptop que precisa ser realimentado a cada quatro horas, como se fosse um embrião dependente do cordão umbilical? O mundo está prestes a ser curado do transtorno da fixação e prestes a entrar na era da eletricidade sem fio.

Tecnologia nº 1: Acoplamento indutivo
Disponibilidade: imediata

O primeiro sistema de energia sem fio a chegar ao mercado é um aparelho indutivo, bem parecido com aquele que Tesla vislumbrou, mas muito menor. Parece um mouse pad e transmite energia pelo ar a uma distância de até 5 centímetros. Uma bobina energizada cria um campo magnético que, conforme Faraday previu, faz com que a corrente percorra uma pequena bobina secundária instalada em qualquer dispositivo eletrônico, como uma lanterna. A corrente elétrica que passa pela bobina secundária modifica a bateria recarregável contida no aparelho. Você poderá colocar quantos aparelhos quiser em cima do pad e todos serão recarregados. Não há perigo para o usuário, pois como ele fica invisível para os campos magnéticos criados pelo sistema, não haverá fluxo de eletricidade em sua direção, se ele ficar entre o pad e o equipamento. 

A principal empresa desse setor parece ser a Fulton Innovation, de Michigan, que apresentou a primeira série de produtos que podem ser recarregados sem a necessidade de fios no Consumer Electronics Show, realizado no início deste ano. O novo sistema eCoupled da empresa, baseado no uso do pad, está disponível para a polícia, o corpo de bombeiros, equipes de resgate e frotas de empreiteiras.

Tecnologia nº 2: Radiofrequência
Disponibilidade: imediata

Os sistemas de indução estão só no começo. Alguns dos exemplos mais fascinantes da eletricidade sem fio baseiam-se nos sistemas de radiofre quência. Embora menos eficientes, trabalham com distâncias de até 26 metros. A eletricidade é transformada em ondas de rádio que se deslocam pelo ambiente. Em seguida, são enviadas a um receptor de energiaque as transforma novamente em corrente direta de baixa voltagem. Imagine um relógio que não precise jamais ter sua bateria substituída. A tecnologia já está sendo usada pelo Departamento de Defesa americano. Este ano, estará disponível para consumidores sob a forma de pequenos aparelhos domésticos.

Tecnologia nº 3: Ressonância acoplada magneticamente
Disponibilidade: de 12 a 18 meses

A outra tecnologia inventada por Soljacic foi apelidada de WiTricity. É capaz de fornecer eletricidade para uma sala, desde que esteja repleta de aparelhos prontos para isso. Embora a WiTricity use duas bobinas – uma energizada e outra não, assim como o eCoupled –, ela difere porque as bobinas não precisam estar próximas para a transferência deenergia. A exemplo da ressonância acústica, que permite a uma cantora de ópera quebrar um copo com a voz, a ressonância magnética pode disparar uma resposta energética em direção a algum objeto mais distante. Mas a bobina receptora precisa estar “afinada” com a energizada. A WiTricity não depende da linha de visão. Uma bobina energizada no porão pode fornecer eletricidade para o resto da residência, sem fio. Existem ainda outras empresas pesquisando, como a WiPower, da Flórida, e a Powercast, de Pittsburgh.

Enquanto protejo aquela parte vital do corpo, surge um ruído no fundo da sala. Soljacic conseguirá ligar a TV? Ele pressiona o interruptor e o pequeno televisor, a 1,5 metro de distância, adquire vida. Sem fio algum. O DVD acoplado também é acionado. Imagens coloridas brilham na tela. Os olhos de Soljacic dançam à luz da imagem refletida.

E também em aeroportos. 

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.  

more about “The Missing Secrets Of Nikola Tesla 1/5“, posted with vodpod

 

 

Tava vendo umas coisas sobre Nickola Tesla e baixei o filme “The Prestige”. Enquanto baixava descobri que o filme chega faz pouco no Brasil (2009 no Brasil e 2006 nos EUA)! O filme trata ficcionalmente (?) a trama histórica que viveram Nickola Tesla e Thomas Edison, financiados pelo capital financeiro e industrial do início do século. A história de Tesla pode ser resumida como o cara que realmente dominou o fenômeno da eletricidade e magnetismo de tal forma que pode ser assustadora para um ser humano pouco informado sobre o estágio das ciências atual. De toda forma, é Hollywood, com Nicholas Cage, então a coisa é uma mistura de crença e ficcção apoiada na realidade dos EUA do início do século, e claro, apoiada num roteiro mais ou menos de um mágico e uma mulher maneira que fazem mágicas boas de mais para serem verdade – contado de forma pouco crédula, mas que entretém a massa. Vale pelo Tesla e para se viajar na tecnologia do cara que inventou o radio, as trasmissões wireless, o death ray, entre outras tantas possibilidades como gerar energia a custo zero e trasmitir energia elétrica sem fios e de forma inofensiva aos humanos.

Veja no IMDB

Veja crítica do Cineweb/UOL.

Trailer com legendas (nos cinemas)

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about ““The Prestige” – Trailler“, posted with vodpod
Trailer sem legendas (nos torrents)

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Trailer – The Prestige“, posted with vodpod