Posts com Tag ‘end of the world’

Earthquake Details

Magnitude 4.7
Date-Time
Location 41.306°N, 129.029°E
Depth 0 km (~0 mile) set by location program
Region NORTH KOREA
Distances 70 km (45 miles) NNW of Kimchaek, North Korea
95 km (60 miles) SW of Chongjin, North Korea
180 km (115 miles) SSW of Yanji, Jilin, China
375 km (235 miles) NE of PYONGYANG, North Korea
Location Uncertainty horizontal +/- 3.8 km (2.4 miles); depth fixed by location program
Parameters NST= 75, Nph= 75, Dmin=371.4 km, Rmss=0.57 sec, Gp= 72°,
M-type=body wave magnitude (Mb), Version=A
Source
  • USGS NEIC (WDCS-D)
Event ID us2009hbaf

Conspiration here we are!

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Curiosamente a NET tem ficado às vezes com problema no sinal e coloca uma mensagem que a queda está relacionada a intereferências solares. Fim do mundo?

 

Additional imagery and background information for this story can be found here.

Image of the sun with solar stormsAngelos Vourlidas, SECCHI Project Scientist, talks about coronal mass ejections- explosions of the sun’s atmosphere that propagate in space in the form of a cloud, and how the STEREO satellites are helping scientists reconstruct a three-dimensional view of their structures. Credit: NASA’s Goddard Spaceflight Center
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What if solar physicists could predict sun storms with the same accuracy and efficiency that meteorologists predict hurricanes?

In much the same way that satellites allow forecasters to see the inner workings and development of a hurricane from its origins until the moment it reaches shore, NASA’s STEREO spacecraft are now capturing images of solar storms and making real-time measurements of their magnetic fields from the moment they lift off the sun until the moment their pressure waves reach Earth’s shores.

Eruptions from the sun’s outer atmosphere, or corona, can wreak havoc on earthly technology. These solar hurricanes, known as coronal mass ejections (CMEs), spew billions of tons of plasma into space at thousands of miles per hour and carry some of the sun’s magnetic field with it. 

These solar storm clouds create a shock wave and a large, moving disturbance in the solar system. The shock can accelerate some of the particles in space to high energies, a form of “solar cosmic rays” that can be hazardous to spacecraft and astronauts. The CME material, which arrives days later, can disrupt Earth’s magnetic field, or magnetosphere, and upper atmosphere.

Observations from NASA’s twin Solar Terrestrial Relations Observatory (STEREO) spacecraft have allowed scientists to accurately measure for the first time the speed, trajectory, and three-dimensional shape of solar storms.

STEREO consists of two nearly identical observatories that make simultaneous observations of CMEs from two different vantage points. One observatory ‘leads’ Earth in its orbit around the sun, while the other observatory ‘trails’ the planet. STEREO’s two vantage points provide a unique view of the anatomy of a solar storm as it evolves and travels toward Earth. Once the CME arrives at the orbit of Earth, sensors on the satellites take in situ measurements of the solar storm cloud, providing a “ground truth” between what was seen at a distance and what is real inside the CME. 

Image from animation depicting a coronal mass ejection (CME) as it erupts from the sun and speeds toward Earth.This artist’s animation depicts STEREO’s COR1 imager capturing a coronal mass ejection (CME) as it erupts from the sun and speeds toward Earth. Credit: Walt Feimer, NASA’s Goddard Spaceflight Center
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The combination is providing solar physicists with the most complete understanding to date of the inner workings of these storms. It also represents a big step toward predicting when and how the impact will be felt at Earth. The separation angle between the satellites affords researchers to track a CME in three dimensions, something they have done several times in the past few years as they have learned to use this new space weather tool. 

“We can now see a CME from the time it leaves the solar surface until it reaches Earth, and we can reconstruct the event in 3D directly from the images,” said Angelos Vourlidas, a solar physicist at the Naval Research Laboratory, Washington, and project scientist for the Sun Earth Connection Coronal and Heliospheric Investigation aboard STEREO. 

“The in situ measurements from STEREO and other near-Earth spacecraft link the physical properties of the escaping CME to the remote images,” said Antoinette “Toni” Galvin, a solar physicist at the University of New Hampshire, and the principal investigator on STEREO’s Plasma and Suprathermal Ion Composition (PLASTIC) instrument. “This helps us to understand how the internal structure of the CME was formed and to better predict its impact on Earth.”

Until now, CMEs could be imaged near the sun but the next measurements had to wait until the CME cloud arrived at Earth three to seven days later. STEREO’s real-time images and measurements give scientists a slew of information—speed, direction, and velocity—of a CME days sooner than with previous methods. As a result, more time is available for power companies and satellite operators to prepare for potentially damaging solar storms.

Much like a hurricane’s destructive force depends on its direction, size, and speed, the seriousness of a CME’s effects depends on its size and speed, as well as whether it makes a direct or oblique hit across Earth’s orbit.

CMEs disturb the space dominated by Earth’s magnetic field. Disruptions to the magnetosphere can trigger the brightly colored, dancing lights known as auroras, or Northern and Southern Lights. While these displays are harmless, they indicate that Earth’s upper atmosphere and ionosphere are in turmoil.

Sun storms can interfere with communications between ground stations and satellites, airplane pilots, and astronauts. Radio noise from a storm can also disrupt cell phone service. Disturbances in the ionosphere caused by CMEs can distort the accuracy of Global Positioning System (GPS) navigation and, in extreme cases, induce stray electrical currents in long cables and power transformers on the ground.

The twin STEREO spacecraft were launched October 25, 2006, into Earth’s orbit around the sun. The mission is the third in NASA’s Solar Terrestrial Probes (STP) program.

Mr. Magorium’s Wonder Emporium

Sei que parece banal, um filme para crianças. Todavia, o filme me surpreendeu. A Loja do Sr. Magorium é uma loja mágica (ou maçônica?) e possui personagens fictícios segundo o contador, porém, segundo o dono da loja são realmente verdadeiros. Um desses personagens é Yaweh entre muitas outras simbologias interessantes, no melhor esquema hollywood, para mostrar que o amor que surge da fé na vida  é a fórmula de onde vem o poder mágico do ser humano. Sem contar que o accountant aprende no final que o mundo não é o recebe e manda “formulários”, mas sim a crença num cubo de madeira (ou seria a kaaba?). Ele conta apenas o final da história do “dono da loja”. Muito Interessante…. Quem quiser se aprofundar na parte “mágica” das mensagens subliminares do filme, sugiro clicar nestas palavras: tetragramaton, kaaba, 

 

Watchman

Ontem vi o dito filme conspiratório fantástico humanista verossímil. Em termos gerais, filmaço – 3h de cadeira sem reclamar. Faz um bom tempo que eu não ia ao cinema, porque não custo ficar 3horas sem fumar, então vejo NET HD, torrents, etc, mas fiquei 3h sem lembrar do cigarro (nos últimos 5, quando já tinha acabado o que interessa, desconcentrei e lembrei do cigarro). Porém, a crítica do portal UAI que postei na sexta é pertinente e, na minha opinião, descreveu o mesmo sentimento que senti, imediatamente ao final do  filme, embora sem conhecer tanto a série, mais de orelhada: ” Não se preocupa, também, com a crônica do cotidiano de um quarteirão em Nova York – o que desumaniza a história, diminuindo nossa identificação com ela. ” Poderia ter sido muito melhor, embora tenha seu lado de realismo cruel, com um final meio feliz (na minha opinião muito infeliz) quase todos são felizes para sempre com um mundo de bosta e vamo lá que amanhã é dia de “branco”. Mas, realmente, o filme é um primor por levantas questões fundamentais e resumir uma série de 12 edições de revista em quadrinho. Como sempre a wilipedia ajuda pra quem quiser viajar no assunto.

Watchmen – Trailer

Publicado: março 6, 2009 por Yogi em Tudo
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Watchmen estréia hoje, 06.03.09. Embora a crítica abaixo seja ácida e muito instigante, só nos resta ver o filme. Veja trecho da crítica do portal Uai. 

Paranoia política

Depois de toda a longa novela da adaptação de Watchmen, a história chega às telas pelas mãos de Zack Snyder, responsável por outra versão de clássico de quadrinhos, 300, que alcançou bastante sucesso. Snyder preserva a paranoia política de Alan Moore de maneira quase integral, e adota uma linguagem visual arrojada, que praticamente transcreve para a tela os jogos de imagem de Moore e Dave Gibbons, como se usasse a minissérie como um storyboard para a criação do filme. É só na estrutura que o diretor se acovarda. Prefere deixar de fora a história em quadrinhos dentro da história – o que impede o filme de ter o tom trágico da minissérie. Não se preocupa, também, com a crônica do cotidiano de um quarteirão em Nova York – o que desumaniza a história, diminuindo nossa identificação com ela. E, por fim, altera um elemento crucial no clímax da trama. A alteração, se conduz a narrativa na mesma direção que o original, reduz o paroxismo de absurdo que Moore e Gibbons construíram. Não é a primeira vez que Snyder se acovarda frente a uma obra-prima. Em 300, temeroso de que o público não apreciasse uma história essencialmente masculina, acrescentou uma trama paralela, centrada na rainha de Esparta. O público mais observador deve ter notado que são as piores partes do filme. Do Portal Uai.

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