Posts com Tag ‘dyonisian’

O néctar da filosofia está na vanguarda. Traduz em pensamento a forma mais atualizada de conhecer a verdade científica e a verdade sobre o Ser humano. E nada mais velho do que querer ser feliz. O termo hapiness na wikipedia, melhor que outros, como alegria ou prazer, tem uma idéia abrangente desse estado da nossa mente. De outro lado, a sabedoria sobre a continua mutação, que valoriza a busca pela espiritualidade individual (inclusive a busca cética) é muito útil. A busca do seu pathwork individual pode contar com “n” orientações… familiares, meio, história, ciência… O que se sabe é que é uma busca unicamente sua, enquanto estiver aqui, por sua singularidade que o diferencia de todo o resto que não é você, pela sua específica particularidade, ou pelo seu aspecto nanotecnológico de frente para a imensidão do universo.

Viver o agora e a eternidade ao mesmo tempo. Uma causa e um telus, apesar de existir mesmo apenas o agora. Ontem e amanhã são apenas suportes psicológicos para sustentar o agora. Somos um fenômeno, uma efeméride, efêmeros e absolutos.  Que a força esteja com você.

Happiness (wikipedia) is a state of mind or feeling such as contentment, satisfaction, pleasure, or joy.[1] A variety of philosophicalreligiouspsychological andbiological approaches have been taken to defining happiness and identifying its sources.

Philosophers and religious thinkers have often defined happiness in terms of living a good life, or flourishing, rather than simply as an emotion.Happiness in this older sense was used to translate the Greek Eudaimonia, and is still used in virtue ethics. In everyday speech today, however, terms such as well-being or quality of life are usually used to signify the classical meaning, and happiness is reserved[citation needed] for the felt experience or experiences that philosophers historically called pleasure.

Happiness forms a central theme of Buddhist teachings, which focuses on obtaining freedom from suffering by following the Eightfold Path. In the Buddhist view, ultimate happiness is only achieved by overcoming craving in all forms. Aristotle saw happiness as “the virtuous activity of the soul in accordance with reason,” or the practice of virtue. In Catholicism, the ultimate end of human existence consists in felicity, or “blessed happiness”, described by the thirteenth-century philosopher-theologian Thomas Aquinas as a Beatific Vision of God’s essence in the next life.[2] One psychological approach, positive psychology, describes happiness as consisting of positive emotions and positive activities. In most religions, happiness is the eternal reward for those who meet certain criteria.[citation needed]

While direct measurement of happiness is difficult, tools such as The Oxford Happiness Inventory have been developed by researchers. Physiological correlates to happiness can be measured through a variety of techniques, and survey research can be based on self-reported happiness levels.

Research has identified a number of correlates with happiness. These include religious involvement, parenthood, marital status, age, income and proximity to other happy people.Happiness economics suggests that measures of public happiness should be used to supplement more traditional economic measures when evaluating the success of public policy.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Friedrich Wilhelm Nietzsche“, posted with vodpod

Pisthis Sophia, em resumo – deusa da sabedoria, é a imagem da Estátua da Liberdade doada pela França aos Estados Unidos. Refere-se a um livro, o qual é descrito abaixo, mais uma vez, pela wikipedia. Abs

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Pistis Sophia é um importante texto Gnóstico. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam de c. 250300 AD, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesustransfigurado aos apóstolos (incluindo Maria de MagdalaMaria, mãe de Jesus e Marta), quando o Cristo elevado havia cumprido onze anos falando com seus discípulos. Nele as estruturas complexas e as hierarquias celestes familiares nos ensinamentos gnósticos são reveladas.

O título Pistis Sophia é obscuro e é, às vezes, traduzido como Sabedoria da FéSabedoria na Fé ou Fé na Sabedoria. Uma tradução mais exata, levando em conta seu contexto gnóstico, é “a fé de Sophia”, uma vez que Sophia para os gnósticos era a syzygy divina do Cristo, e não uma simples palavra significando sabedoria. Numa versão anterior e mais simples de uma Sophia no Códice de Berlim e também encontrado em um papiro em Nag Hammadi, o Cristo transfigurado explica Pistis de um modo bastante obscuro:

Novamente, seus discípulos disseram: Diga-nos claramente como eles desceram das invisibilidades, do imortal para o mundo que morre?’
O perfeito Salvador disse: O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte, e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é designado ‘Salvador, progenitor de todas as coisas’. Seu nome feminino é designado ‘Todo-progenitora Sophia’. Alguns a chamam de ‘Pistis’.

O mais bem conhecido dos cinco manuscritos da Pistis Sophia está amarrado com um outro texto gnóstico intitulado na encadernação “Piste Sophiea Cotice”. Este “Códice Askew” foi adquirido pelo Museu Britânico em 1795 de um certo Dr. Askew. Até a descoberta da biblioteca de Nag Hammadi em 1945, o Códice Askew era um dos três códices que continha quase todos os escritos gnósticos que tinham sobrevivido a eliminação dessa literatura tanto no Leste quanto no Oeste, sendo os dois outros códices o Códice Brucee o Códice de Berlim. A menos dessas fontes, tudo o que foi escrito sobre o Gnosticismo antes da Segunda Guerra Mundial é baseado em cotações, referências e inferências a partir dos escritos Patrísticos dos inimigos do Gnosticismo, uma fonte nada neutra, onde as crenças gnósticas eram selecionadas para mostrar seus absurdos, seu comportamento bizarro e não ético e sua heresia do ponto de vista do Cristianismo Paulino ortodoxo.

O texto proclama que Jesus permaneceu no mundo após a ressurreição por 11 anos e foi capaz nesse tempo de ensinar a seus discípulos até o primeiro (isto é, inicial) nível do mistério. Começa com uma alegoria fazendo um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus e decrevendo a descida e a ascensão da alma. Depois disso, ele prossegue descrevendo figuras importantes na cosmologia gnóstica e então, finalmente, lista 32 desejos carnais que devem ser superados antes que a salvação seja possível, sendo que a superação de todos os 32 constitui a salvação.

Epicurus

Publicado: janeiro 25, 2009 por Yogi em Philosophy, Tudo
Tags:, , , , , ,

Epicurus (Greek: Ἐπίκουρος, Epikouros, “upon youth”; Samos, 341 BC – Athens, 270 BC) was an ancient Greek philosopher and the founder of the school of philosophy called Epicureanism. Only a few fragments and letters remain of Epicurus’s 300 written works. Much of what is known about Epicurean philosophy derives from later followers and commentators. For Epicurus, the purpose of philosophy was to attain the happy, tranquil life, characterized by aponia, the absence of pain and fear, and by living a self-sufficient life surrounded by friends. He taught that pleasure and pain are the measures of what is good and bad, that death is the end of the body and the soul and should therefore not be feared, that the gods do not reward or punish humans, that the universe is infinite and eternal, and that events in the world are ultimately based on the motions and interactions of atoms moving in empty space.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Divina Comédia (do italiano “Comedia” ou “Commedia“, mais tarde batizada de “Divina” por Giovanni Boccaccio) é um poema de viés épico e teológico da literatura italiana e da literatura mundial escrita por Dante Alighieri, estando dividido em três partes:InfernoPurgatório e Paraíso. O poema chama-se “Comédia” não por ser engraçado mas porque termina bem (no Paraíso). Era esse o sentido original da palavra Comédia, em contraste com a Tragédia, que terminava, em princípio, mal para os personagens. Se desconhece a data exata em que foi escrita, mas as opiniões mais reconhecidas asseguram que o Inferno pode ter sido composto entre 1304 e 13071308, o Purgatório de 13071308 a 13131314 e por último o Paraíso de 13131314 a 1321 (esta última data fecha com a morte de Dante).

Dante escreveu a “Comédia” no seu dialeto local, ao criar um poema de estrutura épica e com propósitos filosóficos, Dante demonstrava que a língua toscana (muito aproximada do que hoje é conhecido como língua italiana, ou língua vulgar, em oposição ao latim, que se considerava como a língua apropriada para discursos mais sérios) era adequada para o mais elevado tipo de expressão, ao mesmo tempo que estabelecia o toscano como dialecto padrão para o italiano. Os mais variados pintores de todos os tempos criaram ilustrações sobre ela, se destacando BotticelliGustave Doré e Dalí. Dante a escreveu no dialeto toscano, matriz do italiano atual.

A Divina Comédia é hoje a fonte original mais acessível para a cosmovisão medieval, que dividia o Universo em círculos concêntricos. A obra moderna mais acessível a respeito dessa cosmovisão é The Discarded Image por C. S. Lewis. Foi ilustrada por Gustave Doré.

Índice

 [esconder]

[editar]Estrutura

Está dividida em três partes, InfernoPurgatório e Paraíso. Cada uma de suas partes está dividida em cantos, compostos de Tercetos. A composição do poema é baseada no simbolismo do número 3 (número que simboliza a Santíssima Trindade, assim como também, simboliza o equilíbrio e a estabilidade em algumas culturas, e que também tem relação com o triângulo): Possuí três personagens principais: Dante, que personifica o homem, Beatriz que personifica a  e Vírgilio que personifica a razão; cada estrofe tem três versos e cada uma de suas três partes contêm 33 cantos.

Os 3 livros que compõem a Divina Comédia são divididos em 33 cantos (sendo que o Inferno possui um canto a mais que serve de introdução ao poema), com aproximadamente 40 a 50 tercetos. No total são 100 cantos e 14.233 versos. Os lugares de cada livro (o inferno, o purgatório e o paraíso) são divididos em nove círculos cada, formando no total 27 (3 vezes 3 vezes 3) níveis. Os 3 livros rimam no último verso, pois terminam com a mesma palavra: stelle, que significa – estrelas -.

[editar]Sinopse

Info Aviso: Este artigo ou seção contém revelações sobre o enredo (spoilers).
 

Dante e Virgílio no Inferno; pintura deBouguereau (1825-1905).

A Divina Comédia propõe que a Terra está no meio de uma sucessão de círculos concêntricos que formam a Esfera armilar e o meridiano onde é Jerusalém hoje, seria o lugar atingido por Lúcifer ao cair das esferas mais superiores e que fez da terra santa o Portal do Inferno. Portanto o Inferno, responderia pela depressão do Mar Morto onde todas as águas convergem, e o Paraíso e o Purgatório seriam os segmentos dos círculos concêntricos que juntos respondem pela mecânica celeste e os cenários comentados por Dante num poema que envolve todos os personagens bíblicos do antigo ao novo testamento são costumeiramente encontrados nas entranhas do inferno sendo que os personagens principais da Divina Comédia são o próprio autor, Dante Alighieri, que realiza uma jornada espiritual pelos três reinos do além-túmulo, e seu guia e mentor nessa empreitada é Virgílio o proprio autor da Eneida.

[editar]Inferno

Dante e Virgílio chegam ao vestíbulo do Inferno (que tem nove círculos). Entre o vestíbulo e o 1°Círculo, está o rio Aqueronte, no qual encontra-se Caronte, o barqueiro que faz a travessia das almas. Porém Dante é muito pesado para fazer a travessia no barco de Caronte, pelo fato de ser vivo. Então Caronte os envia para outro barco. É através deste barco que Virgílio e Dante atravessam o rio.

limbo é o local onde as almas que não puderam escolher a Cristo, mas escolheram a virtude, vivem a vida que imaginaram ter após a morte. Não têm a esperança de ir ao céu pois não tiveram  em Cristo. Aqui também ficam os não batizados e aqueles que nasceram antes de Cristo, como Virgílio. Na mitologia clássica, o Limbo não fica no inferno, mas suspenso entre o céu e o mundo dos mortos. Na poesia de Dante não se tem uma noção precisa de como se chega lá, pois o poeta desmaia no ante-inferno e quando acorda já está no Limbo, o primeiro círculo infernal.

No Limbo, Dante encontra Homero (século IX ou VIII a.C.) a quem tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada, que narra a queda de Tróia, eOdisséia, que narra o retorno de Ulisses da guerra de Tróia e suas viagens; Ovídio (43 a.C.a 17 d.C.) poeta romano autor de várias obras, entre as quais obras de mitologia como: Metamorfoses; e Horácio (65 a.C.a 8 d.C.) poeta romano lírico e satírico, autor de várias obras primas da língua latina, entre as quais Ars Poetica.

No segundo círculo começa o Inferno propriamente dito. Nesse círculo ficam os luxuriosos que sofrem com uma tempestade de vento. Lá ele encontra Francesca de Rimini e seu amante, que é o seu cunhado.

No terceiro círculo os gulosos são flagelados por uma chuva putrefacta e são vigiados pelo mitológico cão de três cabeças, Cérbero. No quarto círculo desfilam os avarentos empurrando pesos enormes. No quinto círculo ficam os iracundos, imersos em lama ardente do Pântano do Estige. Os insolentes soberbos também.

Para atravessar o pântano eles apanham boleia do demônio Etagias, este os deixa na porta da cidade de Dite. Essa cidade tem muralhas de fogo e está na parte mais funda do Inferno, onde as culpas são muito mais fortes e as punições também. Os demônios não querem que Dante nem Virgílio entrem, pois Dante não está morto. Então aparecem as três Fúrias, e com elas aparece a Medusa, que petrifica quem a olhe. Um enviado celeste chega e abre as portas de Dite.

No sexto círculo, Dante e Virgílio recomeçam a viagem por dentro de Dite. Lá eles vêem nos túmulos de fogo os hereges. Os hereges eram queimados em fogueiras quando estavam vivos. Em rios de fogo estão os assassinos, os violentos com o próximo e ficam sendo atingidos por flechas dos centauros. Os violentos contra si mesmos são transformados em árvores. Os esbanjadores são perseguidos e devorados por cadelas ferozes e famintas.

No sétimo círculo ficam os violentos com Deus e contra a natureza (os homossexuais). Estão deitados e levam chuva de fogo e os outros além da chuva de fogo ficam caminhando. Os usurários (agiotas) estão sentados e sofrem a chuva de fogo.

Saindo da cidade encontram um precipício que não conseguem cruzar, existe um monstro alado, que voa vagarosamente e os leva até o o fundo do precipício e lá eles encontram o oitavo círculo. O oitavo círculo é dividido por dez fossos que são ligados por pontes. Aqui as torturas só pioram e os pecados também. Nas saídas dos fossos há três gigantes acorrentados.

 

Satanás no Nono Círculo do Inferno.

No último círculo infernal (nono) não há fogo, e sim frio. Lá ficam os traidores. Os três maiores são JudasBrutus e Cassius.Lúcifer está lá e devora os três. Então eles finalmente chegam ao centro da Terra e começam a subir para a saída. Nesse túnel eles vislumbram quatro estrelas, o Cruzeiro do Sul (isso mostra que o paraíso fica ao sul do Equador). Para chegar ao Paraíso é necessário antes passar pelo Purgatório.

[editar]Purgatório

 

Purgatório.

Segundo Dante, o Purgatório é um espaço intermediário entre o Paraíso e o Inferno,que se encontra na porção austral, sul, do planeta onde existe uma única ilha, Dante encontra nesta ilha uma montanha composta por círculos ascendentes, reservado àqueles que se arrependeram em vida de seus pecados e estão em processo de expiação dos mesmos. No Purgatório as almas assistem às punições das outras almas que por pecarem mais “intensamente” foram para o Inferno.

 

Dante e Virgílio

No início da subida da montanha estão esperando arrependidos tardios, que têm que aguardar a permissão para passarem pela Porta de São Pedro antes de iniciarem suas ansiada subida. Cada dos sete círculos correspondem a um dos Sete pecados capitais, na seguinte ordem: OrgulhoInvejaIraPreguiçaAvareza junto ao Pródigo, Gula e Luxúria. Os Avareza e Pródigo estão juntos no mesmo círculo, pois são os dois extremos, onde o avaro supervaloriza o dinheiro e o Pródigo o desperdiça.

No fim do Purgatório, Dante se despede de Virgílio, pois este não pode ter acesso ao Paraíso. Lá encontra Beatriz, sua amada quando estava na Terra. Esta o leva até o rio Lete. Quando Dante bebe a água do Lete, esta apaga a sua memória, seus pecados, é como se Dante tivesse renascido. Existe uma lenda que diz que o Paraíso fica entre o rio Tigre e o Eufrates. Quando Dante vê o rio ele julga ser o Tigre no atual Iraque. Finalmente Dante chega ao Paraíso.

[editar]Paraíso

 

Paraíso.

Existem sete céus móveis, cada céu corresponde a um planeta, sendo o primeiro o da Lua. Em cada um dos céus Dante é abençoado e depois vai ao encontro de Deus.

O oitavo céu móvel, ou o primeiro céu fixo, é onde as estrelas têm a configuração que vemos no “nosso” céu. Depois vão para o segundo céu fixo, ou nono céu móvel, que é o céu Cristalino ou seja, não tem estrelas, é quase só luz, mas é material. O décimo céu é só luz, é o terceiro céu fixo, e é imaterial. No centro desse céu há uma rosa branca, que é Deus rodeado por almas, espíritos bons (eleitos, bem aventurados, santos, anjos). É uma rosa poética. No centro da rosa existe um triângulo, a Santíssima Trindade.São Bernardo acompanha Dante a partir do terceiro céu. Dante então vê Deus, pois São Bernardo intercede junto à Virgem Maria e esta concede sua visita.

[editar]Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Citações no Wikiquote
Textos fontes no Wikisource
Imagens e media no Commons