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Objetivo é destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar a situação do mundo

Daniela Milanese, da Agência Estado

LONDRES – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), no dia 29. Esta é a primeira edição da homenagem, criada para marcar o aniversário de 40 anos do Fórum.

Conforme a organização do evento, o prêmio tem o objetivo de destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar a situação do mundo. “O presidente do Brasil tem demonstrado verdadeiro compromisso com todas as áreas da sociedade”, disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em nota à Agência Estado.

Segundo ele, esse compromisso tem seguido de mãos dadas com o objetivo de integrar crescimento econômico e justiça social. “O presidente Lula é um exemplo a ser seguido para a liderança global.”

A entrega do prêmio será feita pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e está prevista para às 11h30 (horário local; 8h30 de Brasília) do dia 29, quando o presidente brasileiro fará um discurso. Em seguida, terá início um painel de discussão sobre o Brasil. O objetivo é debater os atuais condutores do crescimento do País e os desafios à frente.

Entre os participantes do painel estarão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o copresidente do conselho de administração da Brasil Foods, Luiz Fernando Furlan, o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young e o vice-presidente do argentino Banco Hipotecario, Mario Blejer. Lula também fará o encerramento do painel sobre o Brasil.

Lula e a Marola da Crise

Publicado: setembro 18, 2009 por Yogi em Politics, Tudo
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 Le Monde  

Lula teve ‘visão correta’ ao falar que crise era ‘marolinha’, diz ‘Le Monde’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão “bastante correta” ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma “marolinha”, diz artigo publicado no jornal francês 

 

O diário argumenta que a recessão no Brasil durou apenas um semestre, citando o aumento de 1,9% do PIB no segundo trimestre de 2009, após queda nos dois trimestres imediatamente anteriores, além da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo e do real.

“A rápida recuperação do Brasil demonstra a precisão da estratégia adotada pelo governo e concentrada no apoio do mercado interno. As reduções de impostos a favor das indústrias de automóveis e de eletrodomésticos mantiveram as vendas nestes nestes dois setores cruciais”, afirma o jornal, lembrando ainda que a confiança do consumidor brasileiro jamais chegou a ser abalada.

No artigo, intitulado “A retomada do crescimento mundial se baseia nos Brics”, o Le Monde traça o panorama econômico dos países do grupo – Brasil, Rússia, Índia e China – um ano após a queda do banco Lehman Brothers, considerada o marco da atual crise financeira global.

Outros países

“É para os grandes países emergentes que se direciona hoje a esperança de que a fase de recuperação do nível de vida vai se acelerar. E que seus modelos de crescimento, até hoje essencialmente baseados nas exportações, vão progressivamente dar lugar a um novo modelo de desenvolvimento, garantindo mais importância à demanda interna”, diz o jornal.

Sobre a China, o Le Monde afirma que a previsão de crescimento de 8% para o PIB de 2009 deve ser atingida, mas ressalta que o modelo econômico do país favorece o investimento em detrimento do consumo.

O diário francês lembra que a Índia conseguiu manter um crescimento sustentado, principalmente nos setores de indústria e serviços.

Já a Rússia, tida como o país mais atingido dos Brics pela crise, também parece estar se recuperando, de acordo com o Le Monde, com um aumento do PIB nos últimos meses.

 

nesta quinta-feira.

Atualizado às 20h39

Os senadores liberaram a cobertura jornalística na internet no período eleitoral em sessão realizada nesta terça-feira (15). No entanto, os debates eleitorais na web terão que seguir as regras para TV e rádio. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados. 

O que você acha das mudanças aprovadas 

O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) recuou de seu próprio projeto e acatou, na última hora, a proposta do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) – que libera o uso da internet durante a campanha eleitoral -, vedado o anonimato e assegurado o direito de resposta para quem se sentir atacado.

Pela proposta inicial de Azeredo, sites estariam proibidos de “dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que justifique”. Ou seja, estariam impedidos de declarar apoio a um ou outro candidato. Com o recuo de Azeredo, isso agora está permitido.

Sobre os debates com os candidatos, os sites terão de seguir as mesmas regras de debate aplicadas à TV e rádio. Ou seja, terão de chamar ao menos dois terços dos candidatos e todos integrantes de partidos que tem ao menos 10 deputados federais.

O direito de resposta continua previsto em qualquer blog de pessoa física, no Twitter e em redes sociais como Orkut e Facebook.

Senadores comemoram fim da “censura” na web

Poucos minutos depois da aprovação, senadores se manifestaram sobre a liberdade de opinião na internet. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse no microblog Twitter que agora “é livre a manifestação de pensamento na internet durante as eleições”. Pouco antes, o também senador petista Delcídio Amaral (MS) afirmou no microblog: “O bom senso e a pressão dos internautas (não necessariamente nesta ordem) foram fatais para a aprovação da liberação da web em 2010”. Já a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) disse que os senadores derrubaram “a censura à internet”.

Os provedores de conteúdo na internet também estariam proibidos de expressar a preferência por um ou outro candidato. Da mesma forma, charges e montagens também estariam vedadas pela proposta relatada pelo deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), na Câmara dos Deputados. Agora, tudo isso está liberado de acordo com a nova proposta de Azeredo. Essas práticas também já são permitidas em veículos impressos. 

Cabe agora à Câmara decidir se mantém o texto aprovado nesta terça no Senado ou se retoma as restrições ao texto de Flávio Dino que havia sido aprovado na Casa. 

Nova eleição para substituir cassado
Os senadores aprovaram também nesta terça-feira (15) uma emenda ao projeto de reforma eleitoral que prevê novas eleições quando um prefeito, governador ou presidente for cassado junto com o seu vice. Além disso, aprovaram também que as doações para políticos devem continuar ocultas até o dia da eleição. 

A emenda sobre a substituição dos políticos cassados é de autoria do senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE) e é contrária ao entendimento atual do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Como não há legislação sobre o assunto, o tribunal determina que o segundo colocado na eleição assuma o cargo quando o político eleito no segundo turno for cassado.

Saiba quem votou contra e a favor da continuidade das doações ocultas

Foi o que aconteceu quando o TSE julgou o governador da Paraíba, Cassio Cunha Lima (PSDB). O tucano foi cassado pelo TSE em 18 de fevereiro deste ano e, no lugar dele, assumiu o segundo colocado, José Maranhão (PMDB).

Outro caso semelhante foi o de Jackson Lago (PDT), governador do Maranhão. Ele foi cassado no dia 16 de abril deste ano. No lugar dele assumiu a senadora Roseana Sarney (PMDB).

O pai dela, o presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), era contrário à proposta e havia adiado a votação na última quarta-feira (9). O senador voltou atrás nessa semana e aceitou as mudanças de Tasso.

No caso de eleitos no primeiro turno, o TSE determina a realização de eleições indiretas na Assembleia Legislativa do Estado para escolher o substituto do cassado.

Senado aprova emenda que libera sites de campanha nas 48 horas antes da eleição

O Senado aprovou também nesta terça-feira emenda à lei eleitoral que permite aos candidatos manter os sites de campanha no ar nas 48 horas que antecedem a disputa nas urnas. Com a mudança, os candidatos estarão livres para fazer campanhas em seus sites pessoais durante a disputa nas urnas.

Doações continuam ocultas antes da eleição
Os senadores decidiram também nesta terça-feira (15) que as doações para políticos devem continuar ocultas até o dia da eleição. O eleitor só saberá quem doou para cada candidato só depois de ter votado.

Atualmente, o político só é obrigado a fazer declarações genéricas antes da eleição. Nessas declarações, o candidato não é obrigado a divulgar quem são os doadores. Os partidos, por sua vez, só devem fazer as declarações no ano seguinte à eleição, o que dificulta a fiscalização das contas pela Justiça Eleitoral.

Ao todo, 39 senadores votaram contra a emenda e 23 votaram a favor.

Pela emenda rejeitada, de autoria do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), os eleitores teriam acesso a uma lista com os doadores de cada candidato entre os dias 6 e 30 de setembro. O texto rejeitado também obrigava os partidos a declararem as doações antes das eleições realizadas no mês de outubro.

O texto aprovado também permite a doação indireta por meio dos partidos políticos. Desta forma, os doadores não precisam ter seus nomes ligados aos candidatos que desejam doar.

Para ter validade nas eleições de 2010, o projeto precisa ser aprovado no plenário do Senado, voltar à Câmara dos Deputados, ser sancionado pelo presidente Lula e ser publicado no Diário Oficial até o dia 3 de outubro – exatamente um ano antes da próxima eleição.
para as eleições 2010?

 

 

Longa vida a Dilma, nossa futura lider.

 

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WASHINGTON (AFP) — US President Barack Obama has defended the dollar as “extraordinarily strong” and rejected China’s call for a new global currency as an alternative to the dollar.

He said investors considered the United States “the strongest economy in the world with the most stable political system in the world” even as it was reeling from a prolonged recession stemming from financial turmoil.

People’s Bank of China Governor Zhou Xiaochuan had called for a replacement of the dollar, installed as the reserve currency after World War II, with a different standard run by the International Monetary Fund.

“As far as confidence in the US economy or the dollar, I would just point out that the dollar is extraordinarily strong right now,” Obama told a White House press conference on Tuesday.

He said that although the United States was “going through a rough patch” at present, it enjoyed a “great deal of confidence” from investors.

“So you don’t have to take my word for it,” he said.

“I don’t believe there is a need for a global currency,” Obama said, in what appeared to be a break from tradition among US presidents not to comment directly on the dollar’s value.

Zhou suggested the IMF’s Special Drawing Rights, a currency basket comprising dollars, euros, sterling and yen, could serve as a super-sovereign reserve currency, saying it would not be easily influenced by the policies of individual countries.

China is the largest creditor to the United States, being the top holder of US Treasury bonds worth 739.6 billion dollars as of January, according to US figures. It is also the world’s largest holder of US dollars as a reserve currency, at more than one trillion dollars.

Zhou’s comments came just two weeks after Chinese Premier Wen Jiabao, in a rare expression of concern, called on US economic planners to safeguard Chinese assets.

“We have lent huge amounts of money to the United States. Of course we are concerned about the safety of our assets,” Wen said as the United States grappled with the worst financial turmoil since the Great Depression.

The latest Chinese concern came as the dollar took a beating following the Federal Reserve’s decision last week to buy up to 300 billion dollars in long-term US Treasury bonds and boost its purchases of mortgage securities by 750 billion dollars in an effort to revive the ailing economy.

The decision, according to foreign exchange dealers, made US assets less attractive to investors worried that the Fed move would end up debasing the world’s reserve currency.

Despite the financial meltdown at home, the dollar has been mostly regarded as “safe haven” by investors averting risks amid a global economic slump.

Before Obama spoke, the dollar ended higher Tuesday against key currencies.

The euro fell to 1,3469 dollars in late New York trading from 1,3617 a day earlier while the greenback rose to 97.88 yen from 97.13.

US Federal Reserve chief Ben Bernanke and Treasury Secretary Timothy Geithner on Tuesday also defended the dollar at a congressional hearing.

At the hearing, a lawmaker asked the two financial chiefs: “Would you categorically renounce the United States moving away from the dollar and going to a global currency as suggested by China?”

Geithner immediately responded, “I would.”

“And the chair?” the lawmaker asked, turning to Fed chairman Bernanke.

“I would also,” Bernanke said.

The idea of a global currency determined by multilateral organizations is not new, said John Lipsky, the IMF’s first deputy managing director.

“But it’s a serious proposal,” he said in Washington.

And he hastened to add, “I don’t think even the proponents think it as a short-term issue but as a longer-term issue that merits serious study and consideration.”

EU Economic and Monetary Affairs Commissioner Joaquin Almunia said the dollar would remain unchallenged as the top reserve currency even as emerging economies such as China play a more critical role in the global economy.

He said, “I don’t expect major structural changes in the role that the dollar plays today as a reserve currency.”

The debate over the dollar’s role came ahead of the G20 summit of developing and industrialized nations on April 2 in London, where world leaders and international organizations, including the IMF, are to discuss reforming the financial system.

Russia has also proposed the summit discuss creating a supranational reserve currency. The IMF created the SDR as an international reserve asset in 1969, but it is only used by governments and international institutions.