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Não, “Anticristo” não é um filme romântico!

Toda forma de arte tem seus gênios, gênios incompreendidos e farsantes. Futebol, por exemplo. Entre os gênios: Pelé, Ronaldo Fofômeno etc. Entre os incompreendidos: Platini, Zico, Barbosa e outros que jogavam muito, mas nunca foram campeões de Copas do Mundo. Entre os farsantes: escolha um cabeça-de-bagre qualquer…

E há os polêmicos, por vários motivos – tanto o que faziam dentro do estádio, como o que faziam fora deles. Maradona, César Maluco, Romário.

O cinema também é assim. E o diretor dinamarquês Lars von Trier não é exatamente fácil de ser “enquadrado” nas categorias acima. Talvez “polêmico” seja um bom adjetivo para ele.

“Dançando no Escuro”, por exemplo, levou a Palma de Ouro em Cannes em 2000, e é adorado por quase todos que o assistem – por mais triste que ele seja. Já “Os Idiotas”, de dois anos antes, é um pouco mais difícil: mostra jovens intelectualizados que decidem se comportar em público como se tivessem problemas mentais. Por quê? Veja o filme…

Mas tudo isso para dizer que “Anticristo”, o novo e polêmico filme de Von Trier é difícil. Difícil de quê?, pergunta você, internauta.

Difícil de ver até o fim.

Difícil de entender.

Difícil de saber se você gostou ou não.

Hein?

  • Uma mulher seminua ao lado de bichos que a ignoram: quantas metáforas você vê nesta foto?

Enredo
Vamos começar pelo princípio: o enredo. Começa com um casal transando (sim, há sexo explícito), enquanto o filho deles cai pela janela e morre. O resto do filme são eles tentando lidar com isso. A mulher, deprimida. O marido, que é psiquiatra, tentando tratá-la.

OK até aí? Trata-se de um drama, claro. Mas há muitas e muitas maneiras de lidar com a depressão. “O filme todo começou quando eu tive depressão”, diz o diretor Von Trier logo no início do depoimento abaixo.
UOL Cinema
Assistindo ao filme ao filme, dá a impressão que ele quis se curar da depressão deprimindo os outros.

A cena da morte do bebê é, plasticamente, muito bonita. Se você não se importar em ver um bebê morrendo enquanto seus pais consomem o ato (tucanei o “transam”). Depois, cenas de choros, animais não-fofinhos, sustos, auto-emasculação. E outras imagens devidamente doloridas.

Metáfora religiosa. Ou não
Se você esteve no planeta Terra nos últimos dois milênios, deve imaginar que um filme chamado “Anticristo” tenha algum tipo de simbolismo religioso.

O QUE OS AMIGOS DO EDITOR DO UOL TABLOIDE ACHARAM DO FILME

Não se reprima: se cure e deprima

Zé Ruela

De depressão, já me basta a realidade

Resmungo, o Chato

De deprimido, já me basta o Resmungo

Reclama, a namorada do Resmungo

Acho que o diretor bebe as mesmas coisas que eu

Zé Cachacinha

Soma-se a isso o fato de o filme se passar em uma floresta chamada Éden – não foi o Jardim do Éden o palco do “Gênesis”, o primeiro livro da Bíblia?

E são apenas dois personagens: o cara (Ele) e a mulher (Ela). Estaria Von Trier recontando a origem do mundo, do universo, da religião? Afinal, há passagens bem simbólicas. E sem explicações. Afinal, explicações para quê? Este é um filme de arte, bicho. Maior barra.

O filme ainda faz menções às perseguições que as mulheres sofreram na Idade Média, acusadas de bruxas.

Diante disso tudo, dá para evitar pensar que este é um filme de fundo religioso? Sim, dá. Você passa tanto tempo sofrendo, sentindo dor, sofrendo e sentindo dor, que talvez termine o filme sem ver sombra alguma de religião ali – e sem entender se é um filme a favor das religiões, contra as religiões e totalmente à margem disso.

Depressão tem cura?
Sabendo que o diretor começou este filme para curar sua depressão, e sendo nós humanos que queremos sempre o bem do próximo, resta-nos torcer para que Von Trier tenha curado sua depressão. E que ele prepare outro filme, mas para nos curar da depressão que entramos ao assistir a “Anticristo”.

Marshall Berman

Publicado: agosto 21, 2009 por Yogi em Capital, Culture, History, Philosophy, Politics, Tudo

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Marshall Berman 

Contents

 [hide]

[edit]Biography

An alumnus of Columbia University, Berman completed his Ph.D. at Harvard University in 1968. He is on the editorial board of Dissent and a regular contributor to The NationThe New York Times Book ReviewBennington ReviewNew Left ReviewNew Politics and the Village Voice Literary Supplement.

His main works are The Politics of AuthenticityAll That Is Solid Melts Into AirOne Hundred Years of Spectacle and Adventures in Marxism and On the Town: One Hundred Years of Spectacle in Times Square. His most recent publication is the anthology, New York Calling: From Blackout To Bloomberg, for which he was co-editor, with Brian Berger, and also wrote the introductory essay. In Adventures in Marxism, Berman tells of how while a Columbia University student in 1959, the chance discovery of Karl Marx‘s Economic and Philosophical Manuscripts of 1844 proved a revelation and inspiration, and became the foundation for all his future work. This personal tone pervades his work, linking historical trends with individual observations and inflections from the situation.

[edit]Modernity and modernism

During the mid- to late-20th century philosophical discourse focused on issues of modernity and cultural attitudes and philosophies towards the modern condition. Berman put forward his own definition of modernism to counter post-modern philosophies.

Others believe that the really distinctive forms of contemporary art and thought have made a quantum leap beyond all the diverse sensibilities of modernism, and earned the right to call themselves “post-modern”. I want to respond to these antithetical but complementary claims by reviewing the vision of modernity with which this book began. To be modern, I said, is to experience personal and social life as a maelstrom, to find one’s world and oneself in perpetual disintegration and renewal, trouble and anguish, ambiguity and contradiction: to be part of a universe in which all that is solid melts into air. To be a modernist is to make oneself somehow at home in the maelstrom, to make its rhythms one’s own, to move within its currents in search of the forms of reality, of beauty, of freedom, of justice, that its fervid and perilous flow allows.(All That Is Solid Melts Into Air, The Experience of Modernity, verso ninth edition Pages 345-346)

This view of modernism is at odds with post-modernism. Paraphrasing Charles BaudelaireMichel Foucault simply defined Modernism as the will to “heroize” the present[1]. Berman views postmodernism as a soulless and hopeless chamber in which a whole generation of Foucault’s “followers” have chosen to suffocate and choke.

[edit]Bibliography

  • The Politics of Authenticity: Radical Individualism and the Emergence of Modern Society (1970)
  • All That Is Solid Melts Into Air: The Experience of Modernity (1982)
  • Adventures in Marxism (1999)
  • On the Town: One Hundred Years of Spectacle in Times Square (2006)
  • New York Calling: From Blackout to Bloomberg (2007), edited by Marshall Berman and Brian Berger.

(born 1940The BronxNew York City) is an American Marxist Humanist writer and philosopher. He is currently Distinguished Professor of Political Science at The City College of New York and at the Graduate Center of the City University of New York, teaching Political Philosophy and Urbanism.

Giambattista Vico

Publicado: agosto 21, 2009 por Yogi em Capital, Culture, History, Philosophy, Politics, Tudo

 

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Giambattista Vico
Giambattista Vico
Giambattista Vico
Nascimento 23 de junho de 1668
NápolesItália
Morte 23 de janeiro de 1744
NápolesItália
Nacionalidade Italiano 
Ocupação Filósofo, historiador, jurista
Magnum opus Ciência Nova
Escola/tradição HumanismoIluminismo
Principais interesses EpistemologiaÉticaOntologia,Filosofia da históriaPsicologia
Idéias notáveis Verum factum, precursor daepistemologia construtivista
Influências PlatãoAristótelesBaconGrócio,Tácito
Influenciados ColeridgeGoetheMarxCroce,JoyceComteMontesquieu

 

Giambattista Vico 

 

 

[editar]A infância

Vico nasceu como o sexto dos oito filhos de Antonio Vico e Candida Masulio. Foi-lhe dado este nome por causa de São João Batista, e foi batizado na Igreja Católica, à qual permaneceu leal toda a vida. Desde a primeira infância ele combinou um agudo e amplo intelecto com um insaciável amor ao conhecimento, e muito da sua educação se deu na livraria de seu pai. Com a idade de sete anos ele caiu do alto de uma escada – talvez uma daquelas usadas para alcançar os livros na loja – e fraturou severamente seu crânio. Durante as cinco horas em que permaneceu completamente inconsciente e imóvel, o médico local declarou que ele ou morreria ou ficaria idiotizado. Apesar de sua convalescença levar três anos e sua constituição permanecer delicada durante toda a vida, ele recuperou-se integralmente e entrou na escola com dez anos. Vico ultrapassou seus colegas tão rapidamente que logo foi transferido para uma escola jesuíta. Dentro de um ano, contudo, ele viu seus professores devolvendo-o à anterior, e ele deixou a escola para estudar por conta própria.

Uma visita casual á universidade atraiu sua atenção para o direito romano, em uma época em que a jurisprudência envolvia conhecimento de éticateologiapolíticahistóriafilologia, línguas e literatura. Embora ouvisse as detalhadas palestras de Don Francesco Verde, um distinguido professor de direito, ele percebeu que os princípios básicos eram facilmente perdidos nas minúcias, e ele voltou ao estudo autônomo mais uma vez. Com dezesseis anos ele testou suas habilidades no tribunal assumindo um caso em defesa de seu pai. Ele deu-se bem mas decidiu-se a não seguir a custosa prática do direito. Achou sua saúde fraca, as cortes ruidosas, os casos tediosos e sua mente poética restrita demais naquela profissão, embora descobrisse na jurisprudência as chaves para um novo entendimento da humanidade e da sociedade.

[editar]Os estudos e a carreira

Abriu-se uma porta para Vico quando o bispo de Ischia, impressionado com suas concepções sobre o ensino dajurisprudência, recomendou-o ao seu irmão, o Marquês de Vatolia. Durante nove anos Vico desfrutou das luxuriantes paisagens do Cilento e da grande biblioteca do castelo de Vatolia. Ele lia autores antigos e escritores italianos desdeCícero até Boccaccio, de Virgílio a Dante Alighieri, de Horácio até Petrarca. Ele apreciava Platão e aborreciam-lhe osepicuristas, porque eles ensinavam “uma moral de solitários”, uma ética individualista que ignorava as leis imutáveis que governavam a humanidade coletiva. Ele olhou para a filosofia cartesiana e imediatamente reconheceu nela as bases das ciências emergentes, mas descobriu em Descartes erro e perigo. Em 1664 encontrou Dante ignorado, Ficino e Pico postos de lado e o Cartesianismo na vanguarda do debate intelectual. Vico empobreceu em uma cidade que pouco ligava para suas concepções. Ele ficou reduzido à composição de inscrições e à escrita de encômios sob encomenda, algo às vezes degradante, que ele continuou a fazer depois de ser indicado professor de retórica na Universidade de Nápoles, em 1697. Dois anos depois, casou-se com Teresa Destito e enfim foi pai de diversos filhos. Embora não tivesse gosto algum pela política acadêmica e seu cargo fosse dos menos remunerados na universidade, seu brilhantismo e eloquência levaram-no frequentemente a pronunciar o discurso de abertura do ano acadêmico.

Em 1710, Vico publicou o De Antiquíssima Italorum Sapientia (A Antiga Sabedoria dos Italianos), na qual tentava apresentar a sabedoria dos sábios jônios e etruscosatravés de uma análise filológica das palavras latinas. A metafísica deve encontrar os fatos que podem ser convertidos em verdades e descobrir assim um princípio de causação enraizado no senso comum. Para Vico, este princípio só é encontrado em Deus, o verdadeiro e derradeiro Ens que contém toda a  e inteligência. A partir deste trabalho fundamental, Vico passou os doze anos seguintes elaborando a idéia de que a abordagem histórica da lei como desenvolvida nas diferentes sociedades, aliada à visão metafísica da lei divina imutável, poderia delinear uma ciência que compreendesse as verdades conhecíveis pelo homem.

[editar]Os problemas de saúde e as relações familiares

À medida que a reputação de Vico se espalhava, sua saúde debilitava-se e sua vida era complicada por problemas domésticos. Uma filha sofria de séria doença degenerativa, e um filho foi preso por vida dissoluta e dívidas. Uma segunda filha ganhou renome como poetisa, e seu filho favorito foi indicado para a sua cátedra deretórica. Quando os Bourbon assumiram o trono de NápolesCarlos III indicou Vico como historiógrafo real. Logo depois sua saúde colapsou, e o câncer quase destruiu seu poder de falar. Durante quatorze meses ele ficou entre a prostração e a dor, ir responsivo àqueles em torno de si. Subitamente um dia ele ergueu-se, reconheceu sua esposa e filhos e tranquilamente cantou uma passagem dos Salmos. E então morreu rapidamente, passando à história em 20 de janeiro de 1744.

[editar]O legado

Gianbattista Vico discerniu a explosiva mistura da razão com a mecânica e ofereceu uma nova ciência que poderia trazer as mais altas percepções da Renascença para dentro da metodologia dos primeiros investigadores modernos.

ou Giovanni Battista Vico (Nápoles23 de junho de 1668 — Nápoles, 23 de janeiro de 1744) foi um filósofo italiano.

Soma

Publicado: agosto 16, 2009 por Yogi em Culture, History, Nature, Philosophy, Psy, Science, Tech, Tudo

 

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This article is about the Vedic plant and ritual. For other uses, see 

 

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Soma 

It is described as prepared by extracting juice from the stalks of a certain plant. In both Vedic and Zoroastrian tradition, the drink is identified with the plant, and also personified as a divinity, the three forming a religious or mythological unity.

The identity of the original plant was most likely ephedra,[1] although there are alternative suggestions, such as Amanita muscaria[2]Psilocybin mushrooms[3],Blue lotus[4]Cannabis (Bhang),[5][6] or even honey.[7]

 

 

[edit]Etymology

Both Soma and the Avestan Haoma are derived from Proto-Indo-Iranian *sauma-. The name of the Scythian tribe Hauma-varga is related to the word, and probably connected with the ritual. The word is derived from an Indo-Iranian root *sav- (Sanskrit sav-) “to press”, i.e. *sav-ma- is the drink prepared by pressing the stalks of a plant. The root is probably Proto-Indo-European (*sewh-), and also appears in son (from *suhnu-, “pressed out” i.e. “newly born”).

[edit]Vedic Soma

In the Vedas, Soma is portrayed as sacred and as a god (deva). The god, the drink and the plant probably referred to the same entity, or at least the differentiation was ambiguous. Two holy drinks exist: Soma for the immortal soul and Amrita for the immortal body. In this aspect, Amrita is similar to the Greekambrosia; both is what the gods drink, and what made them deities. Indra and Agni are portrayed as consuming Soma in copious quantities. The consumption of Soma by human beings is probably under the belief that it bestows divine qualities on them.

[edit]In the Rigveda

The Rigveda (8.48.3, tr. Griffith) states,

ápāma sómam amŕtā abhūmâganma jyótir ávidāma devân
kíṃ nūnám asmân kṛṇavad árātiḥ kím u dhūrtír amṛta mártyasya
We have drunk Soma and become immortal; we have attained the light, the Gods discovered.
Now what may foeman’s malice do to harm us? What, O Immortal, mortal man’s deception?

The Ninth Mandala of the Rigveda is known as the Soma Mandala. It consists entirely of hymns addressed to Soma Pavamana (“purified Soma”). The drink Soma was kept and distributed by the Gandharvas. The Rigveda associates the SushomaArjikiya and other regions with Soma (e.g. 8.7.29; 8.64.10-11). Sharyanavat was possibly the name of a pond or lake on the banks of which Soma could be found.

The plant is sometimes described as growing in the mountains (giristha, cf. Orestes), with long stalks, and of yellow or tawny (hari) colour. The drink is prepared by priests pounding the plants with stones, an occupation that creates tapas (literally “heat”). The juice so gathered is mixed with other ingredients (including milk) before it is drunk.

In ancient times Soma was pressed in almost every temple of the Deva kingdom, using the Linga (or Lingam), a heavy stone-mill. According to the legends, it was their only trump in the long conflict with the Asura. Big Soma factories like Vijayanagar (earlier Matanga) produced millions of doses in average 3-5 harvests per year. Soon Soma became an inner-political instrument. Statues and reliefs showing ingredients or the making of were destroyed, the recipe was only known to the highest Dravid priests.

Later, knowledge of the ingredients was lost altogether, and Indian ritual reflects this, in expiatory prayers apologizing to the gods for the use of a substitute plant (e.g. rhubarb) because Soma had become unavailable.

[edit]In Hinduism

See also: Chandra

In Hindu art, the god Soma was depicted as a bull or bird, and sometimes as an embryo, but rarely as an adult human. In Hinduism, the god Soma evolved into a lunar deity. Full moon is the time to collect and press the divine drink. The moon is also the cup from which the gods drink Soma, and so Soma became again identified with the moon god Chandra. A waxing moon meant Soma was recreating himself, ready to be drunk again. Alternatively, Soma’s twenty-seven wives were the star goddesses, the Nakshatras – daughters of the cosmic progenitorDaksha – who told their father that he paid too much attention to just one of them, Rohini. Daksha subsequently cursed Soma to wither and die, but the wives intervened and the death became periodic and temporary, and is symbolized by the waxing and waning of the moon. Monday is called Somvar in Sanskrit and Sanskritic languages, such as Hindi and Marathi, and alludes to the importance of this god in Hindu spirituality.

The Sushruta Samhita localizes the best Soma in the upper Indus and Kashmir region.[8]

[edit]Avestan Haoma

Main article: Haoma

 

This section does not cite any references or sources. Please help improve this article by adding citations to reliable sources. Unsourced material may be challenged and removed(February 2009)

 

The continuing of Haoma in Zoroastrianism may be glimpsed from the Avesta (particularly in the Hōm Yast, Yasna 9.11), and Avestan language *hauma also survived as middle Persianhōm. The plant Haoma yielded the essential ingredient for the ritual drink, parahaoma.

In the Hōm yašt of the Avesta, the Yazata (divine) Haoma appears to Zoroaster “at the time of pressing” (havani ratu) in the form of a beautiful man. Yasna 9.1 and 9.2 exhort him to gather and press Haoma plants. Haoma’s epitheta include “the Golden-Green One” (zairi-, Sanskrit hari-), “righteous” (ašavan-), “furthering righteousness” (aša-vazah-), and “of good wisdom” (hu.xratu-, Sanskrit sukratu-).

In Yasna 9.22, Haoma grants “speed and strength to warriors, excellent and righteous sons to those giving birth, spiritual power and knowledge to those who apply themselves to the study of the nasks”. As the religion’s chief cult divinity he came to be perceived as its divine priest. In Yasna 9.26, Ahura Mazda is said to have invested him with the sacred girdle, and in Yasna 10.89, to have installed Haoma as the “swiftly sacrificing zaotar” (Sanskrit hotar) for himself and the Amesha Spenta. Haoma services were celebrated until the 1960s in a strongly conservative village near Yazd[citation needed].

But Zoroaster also warns of misuse. He distinguishes between the currently used drug-like Haoma, including Opium, and the real Divine Haoma.

[edit]Candidates for the Soma plant

There has been much speculation as to the original Proto-Indo-Iranian Sauma plant. It was generally assumed to be hallucinogenic, based on RV 8.48 cited above. But typical description of Soma is associated with excitation and tapas, not hallucination. Soma is associated with the warrior-god Indra, and appears to have been drunk before battle.

Candidates that have been suggested include honey[9], and fly agaric (Amanita muscaria) which was widely used as a brew of sorts among Siberian shamans for its hallucinogenic and entheogenic properties. Several texts like the Atharvaveda extol the medicinal properties of Soma and he is regarded as the king of medicinal herbs (and also of the Brahmana class).

From the late 1960s onwards, several studies attempted to establish soma as a psychoactive substance. A number of proposals were made, including an important one in 1968 by R. Gordon Wasson, an amateur mycologist, who asserted that soma was an inebriant, and suggested fly-agaric mushroom, Amanita muscaria, as the likely candidate. Wasson and his co-author, Wendy Doniger O’Flaherty, drew parallels between Vedic descriptions and reports of Siberian uses of the fly-agaric in shamanic ritual. [10]

Since the late 1700s, when Abraham Hyacinthe Anquetil-Duperron and others made portions of the Avesta available to Western scholars, several scholars have sought a representative botanical equivalent of the haoma as described in the texts and as used in living Zoroastrian practice. In the late 19th century, the highly conservative Zoroastrians of Yazd (Iran) were found to use Ephedra (genus Ephedra), which was locally known as hum or homa and which they exported to the Indian Zoroastrians. [11] There are numerous mountain regions in the northwest Indian subcontinent which have cool and dry conditions where soma plant can grow. In later vedic texts the mention of best soma plant coming from Kashmir has been mentioned. This is also supported by the presence of high concentration of vedic Brahmans in Kashmir up to the present day who settled there in ancient times because of the easy availability of soma plant.

In 1989, in a highly influential text, Harry Falk noted that, in the texts, both haoma and soma were said to enhance alertness and awareness, did not coincide with the consciousness altering effects of an entheogen, and that “there is nothing shamanistic or visionary either in early Vedic or in Old Iranian texts,” (Falk, 1989) Falk established that the effect of the alkaloidephedrine was, in many respects, similar to adrenaline, but “its actions are less intense but more prolonged than those of adrenaline, and, most important, it prevents sleeping.” Chemically, ephedrine is structurally related similar to amphetamine but pharmacologically unrelated. Falk also asserted that the three varieties of ephedra that yield ephedrine (geradiana,major procera and intermedia) also have the properties attributed to haoma by the texts of the Avesta. (Falk, 1989) In the conclusion of his observations on the 1999 Haoma-Soma workshop in Leiden, Jan E. M. Houben writes: “despite strong attempts to do away with Ephedra by those who are eager to see *sauma as a hallucinogen, its status as a serious candidate for the Rigvedic Soma and Avestan Haoma still stands” (Houben, 2003). This supports Falk, who in his summary noted that “there is no need to look for a plant other than Ephedra, the one plant used to this day by the Parsis.” (Falk, 1989)

[edit]In Western literature

In Western literature, soma often refers to some form of intoxicating drug; it is also the brand name of the prescription muscle relaxant Carisoprodol.

In Aldous Huxley‘s dystopian novel Brave New Worldsoma is a popular dream-inducing drug. It provides an easy escape from the hassles of daily life and is employed by the government as a method of control through pleasure. It is ubiquitous and ordinary among the culture of the novel and everyone is shown to use it at some point, in various situations: sex, relaxation, concentration, confidence. It is seemingly a single-chemical combination of many of today’s drugs’ effects, giving its users the full hedonistic spectrum depending on dosage.

Soma is the central theme of the poem The Brewing of Soma by the American Quaker poet, John Whittier (1807-1892) from which the well-known Christian hymn “Dear Lord and Father of Mankind” is derived. Whittier here portrays the drinking of soma as distracting the mind from the proper worship of God.

In the books Junkie and Naked Lunch, author William S. Burroughs refers to soma as a non-addictive, high-quality form of opium said to exist in ancient India.

[edit]In modern times

With the spread of the theory that soma was ephedra, preparations described as Soma have been available on unofficial markets.

Soma (disambiguation).(Sanskritसोम), or Haoma (Avestan), from Proto-Indo-Iranian *sauma-, was a ritual drink of importance among the early Indo-Iranians, and the later Vedicand greater Persian cultures. It is frequently mentioned in the Rigveda, whose Soma Mandala contains many hymns praising its energizing qualities. In theAvesta, Haoma has an entire Yasht dedicated to it.

DER SPIEGEL
Anja Herr
O partido de extrema direita NPD está ameaçando um membro negro do partido conservador União Democrata Cristã de Angela Merkel, antes das eleições em um Estado do leste alemão, dizendo que ele deve deixar o país. Em uma entrevista para a “Spiegel Online”, Zeca Schall diz que se recusa a ser intimidado.

Um político negro do Estado alemão oriental de Turíngia está sendo ameaçado por membros do Partido Nacional Democrata (NPD) de extrema direita da Alemanha -mas diz que se recusa a ser intimidado.

No início desta semana, o NPD divulgou um comunicado de imprensa sugerindo que gostaria de “conversar diretamente” com Zeca Schall, um membro da União Democrata Cristã (CDU) de Angela Merkel. A foto de Schall aparece ao lado da de Dieter Althaus, o atual premier estadual da Turíngia, em cartazes da CDU criados para as eleições estaduais de 30 de agosto. O NPD também descreveu Schall como o “crioulo simbólico” da CDU.

Na declaração, o NPD também disse que encoraja Schall, que veio de Angola para a Alemanha em 1988 e que se naturalizou alemão há quatro anos, a voltar para seu país natal e começar uma nova vida ali. O partido disse que um morador local deveria estar ocupando seu cargo. Schall é responsável por assuntos de integração -isto é, assuntos envolvendo imigração e multiculturalismo- para a CDU na Turíngia.

Em consequência da declaração do NPD e do que foi entendido como ameaças pouco veladas, a polícia local foi posicionada próxima da casa de Schall, na cidade de Hildburghausen, desde quarta-feira. Apesar disso, membros da cena de extrema direita, incluindo integrantes do NPD, tentaram se aproximar da casa de Schall na quarta-feira, mas foram afastados pela polícia.

Na quinta-feira, o gabinete do promotor público em Meiningen anunciou que investigaria as ações do NPD, sob suspeita de ódio racial, difamação e tentativa de coerção.

Em uma entrevista para a “Spiegel Online”, Schall falou sobre seu choque diante do incidente e o descreveu como um ataque contra a democracia alemã.

  • AFP PHOTO DDP / JENS-ULRICH KOCH

Spiegel Online: Em uma declaração para a imprensa, o NPD disse que queria falar com você e “encorajá-lo” a voltar para casa. Eles fizeram isso?
Schall: 
Na verdade eles já estiveram aqui, em um carro grande com altofalante, a cerca de 20 metros da porta da frente da minha casa. Mas, felizmente, havia policiais posicionados diante da minha casa e eles os afastaram. Eu estou feliz por alguém estar me protegendo -faz com que me sinta seguro. E parece que a polícia permanecerá diante da minha casa até a eleição.

Spiegel Online: O que passou pela sua cabeça ao ler o comunicado de imprensa?
Schall: 
A princípio eu fiquei chocado. Eu nunca encontrei algo assim antes. Eu vejo isso não apenas como um ataque contra mim, mas como um ataque contra toda a CDU e contra todas as forças democráticas da Alemanha.

Spiegel Online: Você está com medo?
Schall: 
Não, não estou. Eu estou bem. Eu preciso ser um pouco mais cuidadoso e há uma sensação estranha -mas estou lidando com isso e apenas dando prosseguimento ao meu trabalho.

Spiegel Online: Soa como se você estivesse acostumado a esses tipos de ameaças do NPD.
Schall: 
Nem um pouco. Até hoje eu fui poupado de ameaças desse tipo e desse tipo de comportamento hostil. Eu nunca nem mesmo esperei algo assim. Eu acho na verdade que se trata de algo eleitoreiro. O NPD simplesmente deseja chamar a atenção antes da eleição.

Spiegel Online: Depois deste incidente, você ficará contente em ter sua imagem colocada de novo em outdoors eleitorais? Ou isso parece arriscado agora?
Schall: 
Nem um pouco. Eu não serei intimidado. Eu sou responsável pela integração no Estado e, assim como Dieter Althaus, eu preciso estar presente para as pessoas deste Estado. É o motivo para minha imagem estar ao lado da dele. As pessoas estão contentes por eu estar no cartaz.

Tradução: George El Khouri Andolfato

Financial Times
Daniel Dombey
em Washington (EUA)

  • Agentes de segurança de companhias particulares em Bagdá (Iraque) em foto de 2007

    O alvo de muitas das acusações é a Blackwater, empresa de segurança privada hoje conhecida como Xe, que perdeu sua licença para operar no Iraque após 17 iraquianos serem mortos em um tiroteio na praça Nisour, em Bagdá.

    Enquanto o Departamento de Justiça americano acusa de homicídio cinco antigos prestadores de serviço da Blackwater no Texas, o caso na Virgínia é civil, promovido a partir de acusações de sobreviventes e das famílias enlutadas, contra a própria Blackwater.

    Nos últimos dias, os argumentos do caso de Virgínia foram ofuscados por dois depoimentos anônimos de cidadãos americanos que, em nome dos querelantes, alegam terem testemunhado crimes cometidos pela Blackwater e seu fundador, Erik Prince. Este deixou o cargo de diretor executivo neste ano, mas ainda é membro do conselho.

    “Cidadão 1” diz ter entrado na Blackwater depois de ser liberado do serviço aos marines. Ele explica porque preferiu ficar anônimo: “Temo a violência contra mim em retaliação por submeter esta declaração… descobri com meus colegas da Blackwater e com antigos colegas que pessoas forneceram ou planejavam fornecer informações sobre Erik Prince e a Blackwater foram mortas em circunstâncias suspeitas.”

    “Cidadão 2” já faz acusações diretas: “Em várias ocasiões após minha partida do serviço do Sr. Prince, seus administradores me ameaçaram pessoalmente de morte e violência”.

    A empresa com base na Carolina do Norte não respondeu a pedidos de esclarecimentos.

    Entretanto, em um memorando levado ao tribunal nesta semana em apoio à moção dos réus para limitar os comentários extrajudiciais dos promotores, seus advogados chamaram os documentos de “afirmativas obscenas que, mesmo que fossem verdadeiras, seriam absolutamente irrelevantes para qualquer questão diante deste tribunal”. Além disso, denunciaram a “campanha para que este caso seja julgado pela mídia e o impacto resultante prejudicial para os potenciais jurados”.

    O memorando acrescenta: “A promotoria simplesmente se envolveu em uma campanha organizada para fomentar a cobertura da imprensa das alegações inflamatórias e não substanciadas contidas nos depoimentos dos ‘cidadãos’.”

    Em seu depoimento, “Cidadão 1” alega que a Blackwater usou sacos de ração para contrabandear armas para o Iraque e “sabia que parte de seu pessoal usava de força excessiva, injustificada e fatal intencionalmente” e não fez nada para detê-los. Ele conta três incidentes nos quais os funcionários da Blackwater atiraram sem motivo contra carros iraquianos, com resultados fatais. Ele disse que os incidentes foram filmados, mas que os funcionários da empresa apagaram as fitas.

    “Cidadão 2” alega que Prince operava uma rede de empresas para “esconder as contravenções, fraudes e outros crimes… de forma a evitar a detecção de esquemas de lavagem de dinheiro e de evasão de impostos”. Ele acrescenta que Prince se “considera um cruzado cristão com a tarefa de eliminar os muçulmanos e a fé islâmica do mundo e que enviou intencionalmente determinadas pessoas que compartilhavam sua visão de supremacia cristã ao Iraque, sabendo e querendo que esses homens usassem todas as oportunidades disponíveis para matar os iraquianos”.

    Em uma observação bizarra, o depoimento do “Cidadão 2” diz: “Muitos desses homens usavam sinais dos Cavaleiros Templários, guerreiros que lutaram nas cruzadas”. Além disso, o documento refere-se à “troca de mulheres e um círculo sexual” dirigido pelas “operações da Carolina do Norte do Sr. Prince”.

    Os réus -inclusive empresas da Blackwater e o próprio Prince- argumentaram que os querelantes não têm evidências e usam “alegações sensacionalistas e sem fundamentos” para induzir os jurados a preconceitos.

do Guia da Folha

Ampulhetas gigantes espalhadas pela cidade zeraram nesta sexta-feira (7) a contagem regressiva para que a lei antifumo entre em vigor. A partir de agora, fica proibido o fumo em locais fechados –incluindo restaurantes, bares e casas noturnas.

Pensando em uma alternativa para os fumantes, o Guia consultou cerca de 85 estabelecimentos e comprovou que ainda há muita confusão sobre o que pode ou não ser feito para adequar os espaços à norma. Selecionamos dezenas de locais onde ainda é possível dar tragos, entre comes e bebes. E isso sem deixar as marcas da fumaça nos vizinhos.

BARES

Bar Brahma Aeroclube
Localizado na região norte, dentro do Campo de Marte, tem uma pequena área na entrada rodeada por um jardim. Nesse deque, 16 mesas com guarda-sóis servirão clientes fumantes com chope da casa e cardápio assinado por Olivier Anquier. Não fumantes ficam no salão interior isolados por uma porta de vidro, que deve ser mantida fechada.
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Maria do Carmo/Folha Imagem
Senzala Bar e Grill (foto), que terá jardim isolado
Senzala Bar e Grill (foto), que terá jardim isolado para os fumantes

Bar Brahma
Até hoje (dia 7), garante que ficam prontas as adaptações para receber fumantes. Do boulevar, uma área coberta com varanda, serão retiradas as proteções laterais e o ambiente será isolado por meio de portas. Boa acomodação para os dias de chuva, ofecere 150 lugares.
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Bar da Dida
O pequenino bar, que um dia foi uma garagem, tem a maioria de suas mesas na calçada e no estacionamento do salão de beleza vizinho. Lá, em 13 mesas ao ar livre, fumantes podem aproveitar cerca de 40 rótulos de cachaça.
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Bardot Boteco Bistrô
No andar superior, o terraço passou a funcionar sem o toldo que o recobria para receber fumantes. Durante a chuva, entretanto, não há cobertura para proteger os visitantes. Até sexta, segundo os proprietários, será instalada uma porta para vedar o ambiente do resto da casa, como exige a lei.
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Champanharia Ovelha Negra
Ótima pedida para quem curte espumantes, o boteco classudo tem um espaço pequeno na entrada onde será permitido fumar. No local, mesas mais altas serão espalhadas para deixar a área mais aconchegante. As portas e janelas ficam fechadas para que a fumaça não se espalhe para o ambiente dos não fumantes.
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Corleonne
Com toldo retrátil, vai permitir que seus visitantes fumem no espaço externo. Nessa varanda, isolada por portas de vidro do interior do bar, estão dez mesas.
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Enoteca Decanter
O wine-bar dentro da importadora tem ambiente sofisticado, no qual impressiona a carta de vinhos com 50 opções da bebida servida em taça. A área externa, sem tantos requintes, tem apenas três mesas. Sem toldos ou proteção lateral, fica ao lado de um pequeno jardim, onde é possível fumar à vontade.
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Jacaré Grill
Apesar de não permitir o fumo em nenhum de seus ambientes, inaugurou um pequeno terraço instalado em sua entrada. Essa espécie de “pracinha” conta com oito mesas e alguns bancos de madeira. Mesmo simpática, não protege seus frequentadores de possíveis aguaceiros.
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Tadeu Brunelli/Divulgação
Pirajá (foto) se prepara para receber fumantes do lado externo, em local próximo às árvores
Pirajá (foto) se prepara para receber fumantes do lado externo, em local próximo às árvores

Hi Fi
Tem um ambiente instalado em um terraço completamente a céu aberto, onde será possível fumar. Segundo os proprietários, o espaço, que tem capacidade para 80 pessoas, receberá até hoje uma porta para que seja isolado do restante da construção.
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Pé de Manga
Em uma enorme área ao ar livre, reúne três grandes mangueiras e um pequeno lago. É nesse cenário, isolado do restante do bar por meio de portas, que estão cerca de 60 mesas onde o fumo é livre. O espaço, entretanto, só pode acolher tragos dos visitantes até a 1h, quando as mesas da área externa têm de ser recolhidas devido ao Programa de Silêncio Urbano (PSIU).
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Pirajá
Do lado externo dessa simpática esquina há uma área aberta, próxima às árvores. Lá, quando as janelas estiverem fechadas, até 60 clientes podem desfrutar do bom chope da casa na companhia do cigarro. Nas laterais, porém, o fumo segue proibido.
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San Sebastian
Um mezanino que não era utilizado pelo bar foi vedado com ajuda de uma porta de vidro para receber clientes fumantes. A área, que é descoberta, pode receber até 36 pessoas.
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Senzala Bar & Grill
Um amplo jardim, repleto de árvores, é o cenário onde os clientes podem desfrutar do cigarro. São 45 mesas isoladas do ambiente interno por meio de uma porta de vidro, que, segundo os donos do bar, será mantida fechada.
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O Torcedor
As longas colunas do estádio do Pacaembu fazem companhia para as mesas desse bar, que fica na praça Charles Miller. Em sua área externa, 44 mesas podem ser usadas por fumantes.
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Veredas
É em sua varanda, sem toldo ou proteção lateral, que estão dez mesas ideais para receber fumantes. O espaço é isolado por porta de vidro, mas só funciona até a 1h, quando as mesas têm de ser recolhidas por conta do Programa de Silêncio Urbano (PSIU).
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