Arquivo de setembro, 2009

Fairtrade – the new gold standard

Publicado: setembro 25, 2009 por Yogi em Capital, History, Politics, Tudo

Ethical foundation targets precious metal industry to ensure fair pay for miners

By Martin Hickman Consumer affairs correspondent

We have had bananas, coffee, and tea but now the latest Fairtrade product is ethical gold. Gold miners have jobs that are among the most arduous in the world. They spend long hours underground with little or no safety equipment, working with poisons such as cyanide and hewing the precious metal out of the ground for wealthy Westerners.

Some of the 20 million artisanal, or self-employed, miners earn less than $1 (70p) a day so the foundation is backing a plan to sell gold from South American miners who are trying to improve their lives.

Until now Fairtrade has concentrated on farming, having its roots in subsistence coffee producers, but the “trade not aid” movement is trying to move into new areas such as fishing and, now, mining. In December, the Fairtrade Labelling Organisation in Bonn, the international body which oversees the global movement, approved plans to back the sale of Fairtrade gold from small-scale miners by the end of the year.

Pilot studies are now taking place with about 1,000 artisanal miners in four countries – Colombia, Peru, Bolivia and Ecuador – with the intention of putting licensed gold on sale in Britain early next year.

Most would be used in jewellery, which accounts for 77 per cent of Britain’s £820m-a-year gold imports.

Fairtrade gold could ease the conscience of some jewellery buyers who are concerned about the treatment of miners because of the reputation of precious metals, and preciousstones, for fuelling conflicts in developing countries.

Harriet Lamb, executive director of the Fairtrade Foundation, the British wing of the global movement, said: “About 100 million people worldwide work in the gold industry but what’s absolutely shocking is that this iconic commodity symbolises wealth and yet the lives of the miners are shockingly bad. It was actually the miners who came knocking on the door of Fairtrade saying, ‘We’ve seen what you’re doing. We’ve seen that you’re able to add value to the product and talk directly to the public’.”

The Fairtrade Foundation has developed the project with ARM, the Alliance for Responsible Mining, which aims to improve the returns for miners as well as reducing the use of mercury and cyanide to extract gold from ore.

Gold joins more than 3,000 certified Fairtrade products, whose producers are guaranteed a minimum price for their commodities as well as an improvement premium, typically for building classrooms or funding health advice.

Fairtrade sales in the UK rose by 43 per cent to £700m last year, despite the credit crunch, which has reduced sales of other “ethical” products such as organic food. It makes Britain the most successful Fairtrade country, with about one third of worldwide sales. Ian Bretman, vice-chairman of the international body, credited Ms Lamb with much of the UK movement’s success since she has managed to get Fairtrade goods into British supermarkets.

David Clayton-Smith: A lifeline in difficult times

When Fairtrade was approached by miners in South America seeking certification for their gold, it became clear we could get a more sustainable price for their product and help their communities.

We are delighted to welcome new products into the Fairtrade system, because they increase the reach and scale of our work.

In Britain, we have seen tremendous growth in commitment to Fairtrade because customers increasingly appreciate that buying Fairtrade directly improves the lives of producers.

At the heart of the movement are the democratically elected co-operatives that decide how best to improve their productivity and how to spend the “premium” – the extra payment sent back to communities.

The premium is essential in unpredictable times, allowing villages to continue investing in projects such as schools and health care, improving their businesses, or addressing food security.

Times are desperate for many small producers, with costs rising while the prices they get for their produce barely cover their costs.

David Clayton-Smith is chairman of the Fairtrade Foundation

Setenta anos da morte de Freud

Publicado: setembro 24, 2009 por Yogi em Culture, Nature, Philosophy, Tudo
As hipóteses formuladas pelo criador da teoria psicanalítica marcaram a cultura contemporânea

Sigmund Freud (1856-1939)

Sigmund Freud é um dos personagens mais citados do último século. Coleciona tanto títulos como críticas e discordâncias: enquanto uns o consideram o “descobridor do inconsciente” outros já o qualificaram como charlatão e embusteiro intelectual. Mas o célebre neurologista, que morreu em 23 de setembro de 1939, há exatos 70 anos, não foi o primeiro a voltar sua atenção para a atividade psíquica. No âmbito da filosofia, desde o Iluminismo já era de conhecimento geral a existência de uma esfera na qual se desenrolam processos psíquicos inconscientes que co-determinam o que pensamos e sentimos, assim como o que fazemos ou deixamos de fazer. Os românticos do início do século XIX chegaram mesmo a basear nesse conhecimento toda sua produção intelectual. Do ponto de vista científico, porém, o inconsciente era terra incógnita até que Freud começa-se a mapeá-lo.

Suas teorias foram instigadoras de polêmicas. Quando escreveu A sexualidade na etiologia das neuroses, em 1898, defendendo, pela primeira vez, a existência da sexualidade infantil, causou escândalo entre os médicos vienenses. Cerca de um ano antes, tinha se desiludido com as pacientes histéricas. Na famosa carta de 21 de setembro de 1897 ao amigo e interlocutor Wilhelm Fliess, o criador da psicanálise diz: “Não acredito mais na minha neurótica”, referindo-se a sua conclusão de que os relatos de sedução na infância, feitos pelas pacientes, não correspondiam ao que, efetivamente, tinha ocorridos em suas vidas.

Posteriormente, em A interpretação dos sonhos, de 1900, Freud já detinha na questão sexual e suas formas inconscientes de expressão. Ao afirmar que a produção onírica é “a via régia que conduz aos conhecimentos do inconsciente”, apresentou um aspecto inovador para a compreensão da mente humana, enfocando a produção onírica como própria do sujeito – e não externa ele. Uma produção psíquica, aliás, repleta de desejos inconscientes reveladora da sexualidade, dado que os sonhos permitiriam a realização de desejos recalcados.

Ainda de acordo com ele, se nos aprofundarmos na análise dos sonhos, por meio da associação livre, chegaremos a conteúdos latentes repletos de conotações eróticas, resquícios de desejos sexuais infantis. Porém, para que conteúdos reprimidos possam burlar a autocensura, ainda que parcialmente, surgem travestidos por dois tipos de símbolos universais (presentes em diferentes culturas e épocas) e individuais (que ganham sentido para quem sonha).

Mais de um século após a publicação dos primeiros textos freudianos muitos pensadores partiram de suas construções para propor outras formas de compreender o ser humano e seu funcionamento. Podem-se repudiar suas ideias ou comungar com elas, aceitá-las ou não, mas algo é certo: é impossível ficar indiferente. “Hoje sabemos que não se trata de provar que Freud tinha razão – mas a psicanálise e pesquisa cerebral não precisam se contradizer”, diz o neuropsicanalista Mark Solms.

da Folha Online

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, convocou na madrugada desta terça-feira os hondurenhos à capital Tegucigalpa para aumentar a pressão sobre o regime interino de Roberto Micheletti, que deve “ceder” e restaurar a “constitucionalidade”. Zelaya fez as declarações na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está refugiado já que o governo interino tem mandado de prisão contra ele.

“Venham para a capital, porque aqui há de estabelecer-se um diálogo pacífico, mas que deve restabelecer a constitucionalidade”, disse Zelaya.

Veja a cronologia da crise política em Honduras
UE pede solução negociada e para que se evite violência
Governo interino pede que Brasil entregue Zelaya

A crise causada pela deposição de Zelaya em 28 de junho passado foi mediada pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias, que apresentou o Acordo de San José, texto que previa a restituição de Zelaya e a renúncia ao referendo pela reeleição que deu início à crise.

Edgard Garrido-21set.09/Reuters
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, saúda apoiadores dentro da embaixada brasileira em Tegucigalpa
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, saúda apoiadores dentro da embaixada brasileira em Tegucigalpa

Após duas rodadas de negociações, Zelaya disse aceitar o acordo. Já o governo de Micheletti afirmou que a restituição do presidente deposto é inaceitável.

“Se o regime não ceder vão recrudescer as medidas da comunidade internacional. O povo hondurenho também vai adotar medidas”, declarou, sem dizer quais medidas seriam.

“Hoje regresso a minha terra para dizer ao povo que me elegeu: Reconstruamos a democracia, que é nossa e ninguém pode roubar”, declarou Zelaya, que entrou clandestinamente na segunda-feira em Honduras e se refugiou na Embaixada Brasileira em Tegucigalpa.

Zelaya também rejeitou as eleições programadas para 29 de novembro –pleito que o governo de Micheletti espera que reduza a pressão internacional sobre o país, com a determinação de um terceiro nome legítimo para assumir a Presidência.

“As eleições acontecem quando há liberdade para todos os setores, mas se acontecem sem liberdade, quando o presidente eleito pelo povo está desterrado, estas não são eleições honestas”, completou, apoiado pela comunidade internacional que já alertou que não aceitará o resultado de eleições realizadas sob o governo interino.

Violência

Zelaya também pediu aos militares que apontem contra os inimigos de Honduras, não contra o povo, e disse não ter medo de comparecer à justiça no caso de acusações contra ele.

O governo de Micheletti afirmou na madrugada desta terça-feira que responsabiliza Zelaya “por qualquer distúrbio, ato de vandalismo, provocação ou desordem que protagonizem seus seguidores em qualquer lugar do território nacional”.

Em um breve comunicado, lido em rede nacional de rádio e televisão, o governo indicou também que “a Polícia Nacional e as Forças Armadas estão prontas e preparadas para garantir a segurança das pessoas e seus bens em todo território hondurenho”.

Micheletti também decretou nesta terça-feira um rigoroso toque de recolher em todo o país após confirmar a presença de Zelaya. À noite, a medida, que entrou em vigor às 16h local (19h de Brasília) e que seria encerrada na manhã desta terça-feira, foi estendida até as 18h (21h em Brasília) desta terça-feira para, segundo o governo, prevenir distúrbios.

Além disso, ordenou o fechamento de todos os aeroportos, o que impedirá a chegada ao país do secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza.

Centenas de seguidores de Zelaya continuaram na noite desta segunda-feira e madrugada de terça-feira nos arredores da embaixada do Brasil, ignorando o toque de recolher.

Brasil

O presidente interino, cujo governo não é reconhecido por nenhum país, pediu que o Brasil entregasse o presidente deposto à Justiça para responder a acusações de desrespeito à Constituição.

“Faço um apelo ao governo do Brasil para que respeite a ordem judicial contra o senhor Zelaya e o entregue às autoridades competentes de Honduras”, disse Micheletti em rede nacional de rádio e TV, ao lado de ministros, comandantes militares e empresários, que apoiaram a deposição de Zelaya.

O governo brasileiro, que apoia Zelaya, disse que acreditava que o governo interino respeitaria a inviolabilidade diplomática da embaixada e informou que não teve participação no planejamento do retorno de Zelaya, tendo atendido a um pedido de abrigo feito uma hora antes da chegada do presidente deposto à embaixada do país na capital hondurenha.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, que está em Nova York para a reunião da Assembleia geral da ONU, afirmou que o presidente deposto chegou por meios “próprios e pacíficos” e que agora está sob proteção brasileira e disse esperar que o retorno de Zelaya represente “um novo passo” nas negociações com o governo interino.

Segundo ele, Zelaya declarou a intenção de “iniciar um diálogo com as forças políticas para que se possa chegar a uma solução rápida”.

Histórico

Zelaya foi deposto nas primeiras horas do dia 28 de junho, dia em que pretendia realizar uma consulta popular sobre mudanças constitucionais que havia sido considerada ilegal pela Justiça. Com apoio da Suprema Corte e do Congresso, militares detiveram Zelaya e o expulsaram do país, sob a alegação de que o presidente pretendia infringir a Constituição ao tentar passar por cima da cláusula pétrea que impede reeleições no país.

O presidente deposto, cujo mandato termina no início do próximo ano, nega que pretendesse continuar no poder e se apoia na rejeição internacional ao que é amplamente considerado um golpe de Estado –e no auxílio financeiro, político e logístico do presidente venezuelano– para desafiar a autoridade do presidente interino e retomar o poder.

Isolado internacionalmente, o presidente interino resiste à pressão externa para que Zelaya seja restituído e governa um país aparentemente dividido em relação à destituição, mas com uma elite política e militar –além da cúpula da Igreja Católica– unida em torno da interpretação de que houve uma sucessão legítima de poder e de que a Presidência será passada de Micheletti apenas ao presidente eleito em novembro. As eleições estavam marcadas antes da deposição, e nem o presidente interino nem o deposto são candidatos.

Tibet and the sounds of silence

Publicado: setembro 21, 2009 por E=m.c² em Tudo

Dá um confere Caiote…

Red Hot Chili Peppers-I Could Have Lied

Publicado: setembro 19, 2009 por Yogi em Tudo

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Mistérios do Planeta – Novos Baianos

Publicado: setembro 19, 2009 por Yogi em Tudo

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Novos Baianos – Swing de Campo Grande

Publicado: setembro 19, 2009 por Yogi em Tudo

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