Arquivo de agosto 29, 2009

entrevista na feira de livros de Londres

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Clarisse Lispector

Publicado: agosto 29, 2009 por E=m.c² em Tudo

Entrevista de 1977.

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Lithium

Publicado: agosto 29, 2009 por Yogi em Tudo

Songwriters: Cobain, Kurt; Novoselic, Krist; Grohl, David;

I’m so happy ‘cause today
I found my friends
They’re in my head
I’m so ugly, that’s okay
‘Cause so are you
Broke our mirrors
Sunday morning is everyday
For all I care
And I’m not scared
Light my candles, in a daze
‘Cause I’ve found God

Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah

I’m so lonely, that’s ok
I shaved my head
And I’m not sad
And just maybe
I’m to blame for all I’ve heard
I’m not sure
I’m so excited
I can’t wait to meet you there
And I don’t care
I’m so horny, that’s okay
My will is good

Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah

I like it I’m not gonna crack
I miss you I’m not gonna crack
I love you I’m not gonna crack
I killed you I’m not gonna crack

I like it I’m not gonna crack
I miss you I’m not gonna crack
I love you I’m not gonna crack
I killed you I’m not gonna crack

I’m so happy ‘cause today
I found my friends
They’re in my head
I’m so ugly, but that’s okay
‘Cause so are you
Broke our mirrors
Sunday morning is everyday
For all I care
And I’m not scared
Light my candles in a daze
‘Cause I’ve found god

Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah yeah
Yeah

I like it I’m not gonna crack
I miss you I’m not gonna crack
I love you I’m not gonna crack
I killed you I’m not gonna crack

I like it I’m not gonna crack
I miss you I’m not gonna crack
I love you I’m not gonna crack
I killed you I’m not gonna crack

© THE END OF MUSIC; PRIMARY WAVE TUNES;

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Construção – Chico Buarque

Publicado: agosto 29, 2009 por Yogi em Tudo

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Le Monde – Rémy Ourdan

Mata-se muito no mundo pós-11 de Setembro. A Al-Qaeda e os jihadistas matam e são mortos. Os norte-americanos e seus aliados matam e são mortos. Afegãos e iraquianos, mortos às dezenas de milhares nos últimos anos, são os principais a sofrer com esses confrontos. Mata-se com um kamikaze solitário ou um exército de 100 mil homens. Mata-se abertamente, e mata-se às escondidas.

A Al-Qaeda decretou que sua missão era matar “judeus e cruzados”, libertar o mundo dos “infiéis”. Uma licença para matar foi dada a todo “bom muçulmano” que quisesse participar do combate.

Diante dos jihadistas, países entraram em guerra. Os Estados Unidos, atacados em seu território em 2001, assumiram a frente da luta antijihadista. Com um apoio internacional inicialmente unânime, contra a Al-Qaeda e o Taleban afegão, e depois de forma cada vez mais contestada, no Iraque e hoje no Afeganistão.

Descobre-se que, nesta guerra, Washington deu uma licença para matar a homens que não são nem soldados, nem policiais, nem de nenhuma maneira agentes a serviço do Estado. A CIA autorizou, por contrato, uma sociedade de mercenários, a Blackwater USA, a matar jihadistas. Uma das questões levantadas é simples: quem tem o direito de matar em nome dos EUA?

Blackwater é uma empresa militar privada criada por um ex-membro dos Navy Seals, Erik Prince. Ele pertence ao movimento dos falcões republicanos e dos cristãos conservadores e reivindica a ideia de uma “cruzada” norte-americana e cristã contra o islamismo. Multimilionário graças à “guerra contra o terrorismo”, Prince subiu, sem nenhuma função oficial, até os níveis superiores do poder em Washington, assinando contratos secretos para “black operations” (operações secretas) conhecidas somente de Bush, Cheney, Rumsfeld e chefes de serviços de inteligência. Prince e os “soldados” da Blackwater se tornaram um dos braços armados dos EUA em guerra. Mercenários que compartilham da mesma ideologia que seus patrocinadores.

Ainda que esse programa secreto tenha sido interrompido, a atitude da administração Obama em relação à Blackwater e outras empresas militares ainda não está clara. Foram assinados contratos em 2009 para a proteção de diplomatas e chefes militares americanos.

Outras democracias ocidentais, aliadas dos Estados Unidos, estão quietas. Da mesma forma que elas se calavam a respeito da “terceirização” da tortura, elas se calam sobre a terceirização do assassinato.

Muitos valores foram escarnecidos, e muitos pontos de referência foram perdidos desde o 11 de setembro, e o recurso a mercenários é certamente um fenômeno tão antigo quanto a história das guerras. Entretanto, um dia será preciso reafirmar quem, em uma guerra, tem o direito de matar o inimigo. Pode a mítica “License to kill”, geralmente reservada a agentes secretos e a soldados em missão, ser confiada a matadores profissionais, por um punhado de dólares?

Tradução: Lana Lim

Sequestramos Augusto Cesar – Curta Metragem

Publicado: agosto 29, 2009 por E=m.c² em Tudo

Curta da galera de comunicação da Unb, engraçado.

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