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Marshall Berman

Publicado: agosto 21, 2009 por Yogi em Capital, Culture, History, Philosophy, Politics, Tudo

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Marshall Berman 

Contents

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[edit]Biography

An alumnus of Columbia University, Berman completed his Ph.D. at Harvard University in 1968. He is on the editorial board of Dissent and a regular contributor to The NationThe New York Times Book ReviewBennington ReviewNew Left ReviewNew Politics and the Village Voice Literary Supplement.

His main works are The Politics of AuthenticityAll That Is Solid Melts Into AirOne Hundred Years of Spectacle and Adventures in Marxism and On the Town: One Hundred Years of Spectacle in Times Square. His most recent publication is the anthology, New York Calling: From Blackout To Bloomberg, for which he was co-editor, with Brian Berger, and also wrote the introductory essay. In Adventures in Marxism, Berman tells of how while a Columbia University student in 1959, the chance discovery of Karl Marx‘s Economic and Philosophical Manuscripts of 1844 proved a revelation and inspiration, and became the foundation for all his future work. This personal tone pervades his work, linking historical trends with individual observations and inflections from the situation.

[edit]Modernity and modernism

During the mid- to late-20th century philosophical discourse focused on issues of modernity and cultural attitudes and philosophies towards the modern condition. Berman put forward his own definition of modernism to counter post-modern philosophies.

Others believe that the really distinctive forms of contemporary art and thought have made a quantum leap beyond all the diverse sensibilities of modernism, and earned the right to call themselves “post-modern”. I want to respond to these antithetical but complementary claims by reviewing the vision of modernity with which this book began. To be modern, I said, is to experience personal and social life as a maelstrom, to find one’s world and oneself in perpetual disintegration and renewal, trouble and anguish, ambiguity and contradiction: to be part of a universe in which all that is solid melts into air. To be a modernist is to make oneself somehow at home in the maelstrom, to make its rhythms one’s own, to move within its currents in search of the forms of reality, of beauty, of freedom, of justice, that its fervid and perilous flow allows.(All That Is Solid Melts Into Air, The Experience of Modernity, verso ninth edition Pages 345-346)

This view of modernism is at odds with post-modernism. Paraphrasing Charles BaudelaireMichel Foucault simply defined Modernism as the will to “heroize” the present[1]. Berman views postmodernism as a soulless and hopeless chamber in which a whole generation of Foucault’s “followers” have chosen to suffocate and choke.

[edit]Bibliography

  • The Politics of Authenticity: Radical Individualism and the Emergence of Modern Society (1970)
  • All That Is Solid Melts Into Air: The Experience of Modernity (1982)
  • Adventures in Marxism (1999)
  • On the Town: One Hundred Years of Spectacle in Times Square (2006)
  • New York Calling: From Blackout to Bloomberg (2007), edited by Marshall Berman and Brian Berger.

(born 1940The BronxNew York City) is an American Marxist Humanist writer and philosopher. He is currently Distinguished Professor of Political Science at The City College of New York and at the Graduate Center of the City University of New York, teaching Political Philosophy and Urbanism.

Giambattista Vico

Publicado: agosto 21, 2009 por Yogi em Capital, Culture, History, Philosophy, Politics, Tudo

 

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Giambattista Vico
Giambattista Vico
Giambattista Vico
Nascimento 23 de junho de 1668
NápolesItália
Morte 23 de janeiro de 1744
NápolesItália
Nacionalidade Italiano 
Ocupação Filósofo, historiador, jurista
Magnum opus Ciência Nova
Escola/tradição HumanismoIluminismo
Principais interesses EpistemologiaÉticaOntologia,Filosofia da históriaPsicologia
Idéias notáveis Verum factum, precursor daepistemologia construtivista
Influências PlatãoAristótelesBaconGrócio,Tácito
Influenciados ColeridgeGoetheMarxCroce,JoyceComteMontesquieu

 

Giambattista Vico 

 

 

[editar]A infância

Vico nasceu como o sexto dos oito filhos de Antonio Vico e Candida Masulio. Foi-lhe dado este nome por causa de São João Batista, e foi batizado na Igreja Católica, à qual permaneceu leal toda a vida. Desde a primeira infância ele combinou um agudo e amplo intelecto com um insaciável amor ao conhecimento, e muito da sua educação se deu na livraria de seu pai. Com a idade de sete anos ele caiu do alto de uma escada – talvez uma daquelas usadas para alcançar os livros na loja – e fraturou severamente seu crânio. Durante as cinco horas em que permaneceu completamente inconsciente e imóvel, o médico local declarou que ele ou morreria ou ficaria idiotizado. Apesar de sua convalescença levar três anos e sua constituição permanecer delicada durante toda a vida, ele recuperou-se integralmente e entrou na escola com dez anos. Vico ultrapassou seus colegas tão rapidamente que logo foi transferido para uma escola jesuíta. Dentro de um ano, contudo, ele viu seus professores devolvendo-o à anterior, e ele deixou a escola para estudar por conta própria.

Uma visita casual á universidade atraiu sua atenção para o direito romano, em uma época em que a jurisprudência envolvia conhecimento de éticateologiapolíticahistóriafilologia, línguas e literatura. Embora ouvisse as detalhadas palestras de Don Francesco Verde, um distinguido professor de direito, ele percebeu que os princípios básicos eram facilmente perdidos nas minúcias, e ele voltou ao estudo autônomo mais uma vez. Com dezesseis anos ele testou suas habilidades no tribunal assumindo um caso em defesa de seu pai. Ele deu-se bem mas decidiu-se a não seguir a custosa prática do direito. Achou sua saúde fraca, as cortes ruidosas, os casos tediosos e sua mente poética restrita demais naquela profissão, embora descobrisse na jurisprudência as chaves para um novo entendimento da humanidade e da sociedade.

[editar]Os estudos e a carreira

Abriu-se uma porta para Vico quando o bispo de Ischia, impressionado com suas concepções sobre o ensino dajurisprudência, recomendou-o ao seu irmão, o Marquês de Vatolia. Durante nove anos Vico desfrutou das luxuriantes paisagens do Cilento e da grande biblioteca do castelo de Vatolia. Ele lia autores antigos e escritores italianos desdeCícero até Boccaccio, de Virgílio a Dante Alighieri, de Horácio até Petrarca. Ele apreciava Platão e aborreciam-lhe osepicuristas, porque eles ensinavam “uma moral de solitários”, uma ética individualista que ignorava as leis imutáveis que governavam a humanidade coletiva. Ele olhou para a filosofia cartesiana e imediatamente reconheceu nela as bases das ciências emergentes, mas descobriu em Descartes erro e perigo. Em 1664 encontrou Dante ignorado, Ficino e Pico postos de lado e o Cartesianismo na vanguarda do debate intelectual. Vico empobreceu em uma cidade que pouco ligava para suas concepções. Ele ficou reduzido à composição de inscrições e à escrita de encômios sob encomenda, algo às vezes degradante, que ele continuou a fazer depois de ser indicado professor de retórica na Universidade de Nápoles, em 1697. Dois anos depois, casou-se com Teresa Destito e enfim foi pai de diversos filhos. Embora não tivesse gosto algum pela política acadêmica e seu cargo fosse dos menos remunerados na universidade, seu brilhantismo e eloquência levaram-no frequentemente a pronunciar o discurso de abertura do ano acadêmico.

Em 1710, Vico publicou o De Antiquíssima Italorum Sapientia (A Antiga Sabedoria dos Italianos), na qual tentava apresentar a sabedoria dos sábios jônios e etruscosatravés de uma análise filológica das palavras latinas. A metafísica deve encontrar os fatos que podem ser convertidos em verdades e descobrir assim um princípio de causação enraizado no senso comum. Para Vico, este princípio só é encontrado em Deus, o verdadeiro e derradeiro Ens que contém toda a  e inteligência. A partir deste trabalho fundamental, Vico passou os doze anos seguintes elaborando a idéia de que a abordagem histórica da lei como desenvolvida nas diferentes sociedades, aliada à visão metafísica da lei divina imutável, poderia delinear uma ciência que compreendesse as verdades conhecíveis pelo homem.

[editar]Os problemas de saúde e as relações familiares

À medida que a reputação de Vico se espalhava, sua saúde debilitava-se e sua vida era complicada por problemas domésticos. Uma filha sofria de séria doença degenerativa, e um filho foi preso por vida dissoluta e dívidas. Uma segunda filha ganhou renome como poetisa, e seu filho favorito foi indicado para a sua cátedra deretórica. Quando os Bourbon assumiram o trono de NápolesCarlos III indicou Vico como historiógrafo real. Logo depois sua saúde colapsou, e o câncer quase destruiu seu poder de falar. Durante quatorze meses ele ficou entre a prostração e a dor, ir responsivo àqueles em torno de si. Subitamente um dia ele ergueu-se, reconheceu sua esposa e filhos e tranquilamente cantou uma passagem dos Salmos. E então morreu rapidamente, passando à história em 20 de janeiro de 1744.

[editar]O legado

Gianbattista Vico discerniu a explosiva mistura da razão com a mecânica e ofereceu uma nova ciência que poderia trazer as mais altas percepções da Renascença para dentro da metodologia dos primeiros investigadores modernos.

ou Giovanni Battista Vico (Nápoles23 de junho de 1668 — Nápoles, 23 de janeiro de 1744) foi um filósofo italiano.

Ed Motta – Smells Like Teen Spirit

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Lithium – Nirvana

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Chove que Chove a Chuva… Vai.

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