Arquivo de agosto 4, 2009

Willem de Kooning (1904-1997)

Publicado: agosto 4, 2009 por tchellmi em Arts

Willem de Kooning is widely considered to be one of the greatest Abstract Expressionist painters of the post-World War II period, his dominance rivaled perhaps only by Jackson Pollock. Remembered for his large canvases as well as the controversial melding of both abstract and figurative imagery, de Kooning lived much longer than his contemporaries, many of whom had untimely deaths. The group of painters that would be identified as the New York School was made up of de Kooning and contemporaries such as Arshile Gorky and Edgar Denby, and they helped to establish New York City’s reputation as a center for artistic activity. Although his work appears spontaneous, de Kooning often spent many months on a single piece, repeatedly painting over completed sections and occasionally pressing newspaper onto the drying canvas. Friend and New Yorker critic Harold Rosenberg first used the term “Action painting” to refer to de Kooning’s violent slashes of color and the shifting foreground and background typical of his abstract work. “Painting isn’t just the visual thing that reaches your retina,” the artist once said, “it’s what’s behind it. I’m not interested in ‘abstracting’ or taking things out or reducing painting to design, form, line, and color. I paint this way because I can keep putting more and more things in — drama, anger, pain, love, a figure, a horse, my ideas about space. Through your eyes it again becomes an emotion or an idea. It doesn’t matter if it’s different from mine as long as it comes from the painting which has its own integrity and intensity.” 

Willem de Kooning was born on April 24, 1904, in Rotterdam, Holland.His father was a liquor dispenser and his mother ran a sailor’s bar on the waterfront. De Kooning’s parents, Leendert de Kooning and Cornelia Nobel, were divorced when he was about five years old, and he was raised by his mother and a stepfather. His early artistic training included eight years at the Rotterdam Academy of Fine Arts and Techniques. In the 1920s he worked as an assistant to the art director of a Rotterdam department store.

In 1926 Willem de Kooning headed to America as a stowaway and settled in New York. He worked as a house-painter, sign writer and carpenter. Willem de Kooning met other artists, including John Graham, Stuart Davis and Arshile Gorky and worked for the Federal Art Project, for which he did murals between 1935 and 1939. From 1935 in fact, he was able to devote himself entirely to painting. He shared a studio with Gorky and his early pictures were influenced by Gorky’s Surrealist style and by Picasso´s painting. However, de Kooning was also inspired by the Gestural branch of the New York School as well as Jackson Pollock and Franz Kline. In 1939 Will Kooning was commissioned by the New York World’s Fair to create a mural for the Hall of Pharmacy that he entitled Medicine. During this period, he also painted a series of portraits of men that included “Self-Portrait with Imaginary Brother”, “Two Men Standing” (shown here)), and “Glazier”. His early paintings, focusing on figures of clothed men, contain elements inspired by Gorky’s work as well as that of Picasso and Ingres. In 1948, with his first one-man show, de Kooning was painting in an extremely abstract style, frequently in black and white in the vein of Jackson Pollock though retaining a definite figurative quality in his work. This exhibition was to establish his reputation, confirmed two years later, with one of his most admired works ‘Excavation’.

Kooning had painted women regularly in the early 1940s and again from 1947 to 1949. The biomorphic shapes of his early abstractions can be interpreted as female symbols. But it was not until 1950 that he began to explore the subject of women exclusively. In the summer of that year he began Woman I, which went through innumerable metamorphoses before it was finished in 1952. ‘Woman I’ (1950-1952), with its glaring black eyes and disturbing grin provoked dismay amongst critics and public alike, yet it became one of the most reproduced paintings in the USA. De Kooning took an unusually long time to create Woman, I, making numerous preliminary studies and repainting the work repeatedly.  During this period he also created other paintings of women. These works were shown at the Sidney Janis Gallery in 1953 and caused a sensation, chiefly because they were figurative when most of his fellow AbstractExpressionists were painting abstractly and because of their blatant technique and imagery. The savagely applied pigment and the use of colors that seem vomited on his canvas combine to reveal a woman all too congruent with some of modern man’s most widely held sexual fears. The toothy snarls, overripe, pendulous breasts, vacuous eyes, and blasted extremities imaged the darkest Freudian insights.

By the late Fifties de Kooning moved to Long Island, although he still commuted back and forth to Manhattan, a journey that is represented in his highway images of 1957 to 1958. De Kooning returned to Holland in 1968 for a major retrospective at the Stedelijk Museum in Amsterdam. A year later he began to sculpt, modelling figures in clay and later casting them in bronze. “I am an eclectic artist by choice; I can open almost any book of reproductions and find a painting I could be influenced by.” Willem de Kooning. 

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Abstract – 1949

 

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Pink Angels – 1945

 

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Woman I – 1950

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Figures in Landscape – 1974

 

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Nem sempre o aviso para apertar os cintos aparece a tempo de evitar uma tragédia. No domingo, fortes turbulências durante um voo da Continental Airlines deixaram pelo menos 26 pessoas feridas, sendo quatro delas em estado grave. De acordo com o corpo de bombeiros do condado de Miami-Dade, o avião, que saiu do Rio de Janeiro na noite de domingo, com destino a Houston, no Texas, tinha 168 pessoas a bordo.

“Esse tipo de acidente é bem incomum. As pessoas que se ferem normalmente não estão usando cinto de segurança”, comenta Carlos Camacho diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas. Segundo a Federal Aviation Administration (FAA), nos Estados Unidos, a cada ano, aproximadamente 58 pessoas sofrem ferimentos devido à turbulências por não estarem com o cinto de segurança. Ainda de acordo com a FAA, de 1980 a junho de 2004 foram registrados 198 acidentes com turbulência nos EUA, causando 266 ferimentos graves e três óbitos.

Apesar de não serem comuns, acidentes como esse têm aparecido cada vez mais nos últimos tempos. O último que teve repercussão no Brasil foi com um avião da TAM, vindo de Miami, que deixou 21 pessoas feridas. Para Carlos Camacho, esses incidentes têm acontecido com mais frequência nos últimos tempos porque os aviões estão voando cada vez mais alto e enfrentando cada vez mais as condições atmosféricas. “Eles estão voando mais alto porque é mais econômico. O nível de consumo de combustível é muito menor e atualmente o combustível incide um alto custo para as empresas”, disse.

Em relação aos procedimentos em voo, Camacho explica que “muitos pilotos retardam o aviso de apertar os cintos porque não avaliam a intensidade da turbulência”. “Às vezes você pensa que é uma muito forte e não vem nada. Ou pode ser o contrário. Os radares têm a capacidade de enganar e não existe a precisão absoluta”, completa. Segundo um estudo publicado em 1998 pela Flight Safety Foundation, cerca de 10.000 pessoas no mundo todo sofrem ferimentos por conta de queda de bagagens provocadas por turbulências por ano.

Comissários – Os mais prejudicados durante uma turbulência são os comissários. De acordo com um estudo realizado pelo Turbulence Joint Safety Analysis Team (JSAT), a chance de que os comissários se machuquem em turbulências é 26 vezes maior do que as possibilidades que um passageiro tem que o mesmo ocorra.

“Conheço casos de passageiros que tiveram que usar muita força para segurar uma comissária”, contou Camacho. “A lei exige que o aviso de apertar os cintos deve ser cumprido. Mas em muitas empresas existe uma tolerância em que a ordem não vale para os funcionários, que continuam de pé servindo os passageiros”, afirmou Camacho. “Se houver turbulência grave, em baixas altitudes, podemos ter vítimas fatais”, finalizou.

BBC Brasil

O Bank of America concordou, nesta segunda-feira, em pagar uma multa de US$ 33 milhões (R$ 60,5 mi) ao órgão regulador do governo americano para pôr fim às acusações de que teria enganado investidores sobre o pagamento de bônus a executivos do Merrill Lynch.

O banco privado, um dos maiores dos EUA, assumiu o Merrill Lynch no ano passado para evitar sua falência. A aquisição, completada em janeiro, foi avaliada em US$ 50 bilhões.

Durante o processo de resgate do banco, o Bank of America disse aos seus acionistas que eles seriam consultados sobre o pagamento de bônus a executivos do Merrill Lynch e que nenhum pagamento seria feito sem a aprovação dos acionistas.

No entanto, de acordo com uma acusação feita pela Comissão de Valores Mobiliários (SEC, na sigla em inglês), órgão regulador do mercado de capitais nos EUA, o Bank of America acabou pagando mais de US$ 3,5 bilhões a altos executivos do Merrill Lynch, apesar das perdas de quase US$ 30 bilhões registradas pela empresa em 2008.

O banco não admitiu ou negou as acusações, mas concordou em pagar a multa para pôr fim ao processo.

“O banco acredita que o acordo representa uma conclusão construtiva para esse assunto”, disse o porta-voz da empresa, Scott Silvestri, em comunicado.

A SEC afirmou que, apesar do pagamento, continuará a investigar a questão de bônus a executivos de Wall Street.

Legislação
O Bank of America foi um dos mais afetados pela crise financeira global.

A instituição financeira foi resgatada com o dinheiro do contribuinte americano em 2008 e recebeu US$ 25 bilhões no auge da crise de crédito no ano passado e outros US$ 20 bilhões mais tarde.

Além disso, recebeu ainda garantias de proteção contra perdas em alguns investimentos de risco.

O anúncio sobre o pagamento da multa milionária pelo Bank of America acontece apenas dois dias depois da aprovação de um projeto de lei sobre o pagamento de bônus nos EUA.

Na sexta-feira, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que pretende restringir os pagamentos de determinados tipos de bônus para executivos de bancos e outras instituições financeiras.

Caso entre em vigor, a legislação permitirá que o governo limite o pagamento de bônus que possam estimular que esses executivos assumam riscos excessivos. A nova medida ainda dará aos acionistas das empresas um papel mais importante em decisões sobre estes pagamentos.

A nova legislação, no entanto, foi criticada por representantes da oposição republicana afirmando que a lei “tira das empresas o direito que conduzir seus negócios da maneira como acharem melhor”.

O projeto será agora votado pelo Senado americano, onde sua aprovação é considerada mais difícil.