Arquivo de julho 2, 2009

The Secret – Introduction

Publicado: julho 2, 2009 por Yogi em Tudo

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Clara Nunes – Feira de Magaio

Publicado: julho 2, 2009 por Yogi em Arts, Capital, Culture, Music, Tudo

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Clara Nunes – O Canto das Três Raças

Publicado: julho 2, 2009 por Yogi em Arts, Capital, Culture, Music, Tudo

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Um dos maiores desafios deste século é desenvolver modelos de desenvolvimento social e econômico que tenham como sua base a conservação da biodiversidade. Esses modelos são especialmente importantes em países como o Brasil, detentores de grande parte das espécies existentes no planeta.

O desenvolvimento sustentável de um país requer um planejamento sistemático de conservação, com metas de conservação bem definidas e métodos consistentes de análise. Para isso, informações precisas sobre a distribuição das espécies são fundamentais. Nesse processo, nem todas as espécies são iguais. As espécies com distribuição restrita têm muito mais possibilidades de serem extintas por um evento catastrófico qualquer ou pela ocupação humana desordenada do que espécies amplamente distribuídas.

Por isso, elas devem receber maior atenção por parte de toda a sociedade. O argumento é simples: se protegermos as áreas onde as espécies de distribuição restrita ocorrem, estaremos protegendo também populações de outras espécies que possuem distribuições mais extensas. Dessa forma, usando o território de forma mais eficiente.

A Universidade Estadual de Feira de Santana e a Conservação Internacional juntaram forças com 170 cientistas de 55 instituições para revelar o até então desconhecido mundo das plantas raras do Brasil. O Brasil possui entre 35 e 55 mil espécies de plantas. As espécies consideradas como raras são aquelas que possuem distribuição menor do que 10.000 km2. Foram reconhecidas 2.291 espécies de plantas raras brasileiras, muitas das quais se encontram à beira da extinção. As distribuições das espécies de plantas raras ajudam também a delimitar 752 áreas que são chave para garantir a conservação da diversidade de plantas brasileiras. Essas áreas devem ser reconhecidas por toda a sociedade brasileira como prioridades imediatas para um trabalho intenso de conservação.

Este projeto está apenas em sua primeira fase. A publicação do livro Plantas Raras do Brasil e a construção desta página são os primeiros resultados do projeto. A meta em longo prazo é a publicação de atualizações anuais do livro, contendo tanto correções e atualizações dos dados apresentados como novas informações sobre espécies e famílias que não foram analisadas nesta primeira fase.

O projeto foi realizado com apoio da Gordon and Betty Moore Foundation e de André Esteves (membro do Conselho Deliberativo da Conservação Internacional). A Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia (FIDESA) gerenciou os recursos e as bolsas oferecidas aos pesquisadores.

Haxixe

Publicado: julho 2, 2009 por Yogi em Culture, History, Tudo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Haxixe, em barra

Haxixe 

Este termo antigamente era utilizado como equivalente para Cannabis no Mediterrâneo oriental.[3]O haxixe encontra-se difundido principalmente no oriente e norte da África, onde o consumo por parte dos arábes remonta a tempos antigos.

Índice

 [esconder]

[editar]Preparação

Haxixe em forma de bola

A preparação do haxixe consiste na colheita das plantas, que depois de despidas de folhas e apenas com flores, com posteriormaceração.[4]Outro meio de preparação é a reunir os cachos de flores e sacodí-los contra um pano estendido em um recipiente.[5] A resina acumulada durante a maceração é depois prensada e passa a ter a forma de bolas ou tabletes endurecidas de cor castanha, dourada, preta, vermelha ou verde-escura. O haxixe pode ou não ser misturado com o tabaco e fumados na forma de “charros“, cachimbos, etc. Geralmente tem maior concentração de THC do que no formato natural[6], as flores, portanto os seus efeitos sobre o organismo humano são mais fortes.

O restante material da planta é utilizado para fazer haxixe de baixa qualidade.

[editar]Religião

Loja de haxixe em Katmandu,1973

Na religião hindu o haxixe é considerado um presente dos deuses. De facto, diz-se que a planta teve origem quando Shiva (uma das personalidades de Deus na tríade dessa religião), chegando a um banquete preparado por sua esposa Parvati, baba ao ver tantas delícias e de sua saliva surge a planta abençoada.

Os Shaivas, devotos de Shiva, fumam continuamente a ganja (a planta feminina) com o charas para meditarem e se elevarem espiritualmente. Eles consideram que o chilum (o cachimbo onde a planta é fumada) é o corpo de Shiva, o charas é a mente de Shiva, a fumaça resultante da combustão da planta é a divina influência do deus e o efeito desta, sua misericórdia.

(do árabe حشيش hashish) é o exsudato resinoso seco, extraído do tricoma, das flores e das inflorescências da Cannabis sativa ou Cannabis indica (planta popularmente conhecida como maconha ou marijuana, utilizado como entorpecente, onde pode ser fumado ou ingerido[1][2]

Dehydroepiandrosterone

Publicado: julho 2, 2009 por Yogi em Capital, Nature, Science, Tech, Tudo
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From Wikipedia, the free encyclopedia

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Dehydroepiandrosterone
Systematic (IUPAC) name
(3S,8R,9S,10R,13S,14S)-3-hydroxy-10,13-dimethyl-1,2,3,4,7,8,9,11,12,14,15,16-dodecahydrocyclopenta[a]phenanthren-17-one
Identifiers
CAS number 53-43-0
ATC code A14AA07
PubChem 76
ChemSpider 5670
Chemical data
Formula C19H28O2 
Mol. mass 288.424 g/mol
Synonyms (3β)-3-Hydroxyandrost-5-en-17-one
Physical data
Melt. point 148.5 °C (299 °F)
Pharmacokinetic data
Bioavailability  ?
Metabolism Hepatic
Half life 12 hours
Excretion Urinary:?%
Therapeutic considerations
Pregnancy cat.

?

Legal status

Commercially available
(US), Rx Only (CA)

Routes Oral

Dehydroepiandrosterone 

Contents

 [hide]

[edit]Synonyms and brand names

Synonyms for dehydroepiandrosterone are:

3-beta-Hydroxy-5-androsten-17-one, 3.beta.-Hydroxyandrost-5-en-17-one, 3beta-hydroxy-5-androsten-17-one, 3beta-hydroxy-androst-5-en-17-one, 3beta-Hydroxy-D5-androsten-17-one, 3beta-Hydroxyandrost-5-en-17-one, 3beta-Hydroxyandrost-5-ene-17-one, 3-beta-hydroxy-etioallocholan-5-ene-17-one , 5-Androsten-3beta-ol-17-one,

Brand names for DHEA include Prastera, Prasterone, Fidelin and Fluasterone. Supplement versions are manufactured from wild Mexican yam.[citation needed]

[edit]Dehydroepiandrosterone sulfate

Dehydroepiandrosterone sulfate (DHEAS) is the sulfated version of DHEA. This conversion is reversibly catalyzed bysulfotransferase (SULT2A1) primarily in the adrenals, the liver, and small intestine. In the blood, most DHEA is found as DHEAS with levels that are about 300 times higher than those of free DHEA. Orally ingested DHEA is converted to its sulfate when passing through intestines and liver. Whereas DHEA levels naturally reach their peak in the early morning hours, DHEAS levels show no diurnal variation. From a practical point of view, measurement of DHEAS is preferable to DHEA, as levels are more stable.[citation needed]

[edit]Production

Production of DHEA from Cholesterol

Comprehensive overview ofSteroidogenesis, showing dehydroepiandrosterone at left among the androgens.

DHEA is produced from cholesterol through two cytochrome P450enzymes. Cholesterol is converted to pregnenolone by the enzyme P450 scc (side chain cleavage); then another enzyme, CYP17A1, convertspregnenolone to 17α-Hydroxypregnenolone and then to DHEA.[3]

[edit]Role

DHEA can be understood as a prohormone for the sex steroids. DHEAS may be viewed as buffer and reservoir. As most DHEA is produced by thezona reticularis of the adrenal, it is argued that there is a role in the immune and stress response.[who?]

As almost all DHEA is derived from the adrenal glands, blood measurements of DHEAS/DHEA are useful to detect excess adrenal activity as seen in adrenal cancer or hyperplasia, including certain forms of congenital adrenal hyperplasia. Women with polycystic ovary syndrome tend to have elevated levels of DHEAS.[4]

[edit]Effects and uses

This article should be divided into sections by topic, to make it more accessible. Please help by adding section headings in accordance with Wikipedia’s style guidelines.

Studies have shown that DHEA is useful in patients with systemic lupus erythematosus. An application of the evidence was discussed by the U.S. Food and Drug Administration in 2001 and is available online.[5] This review also shows that cholesterol and other serum lipids decrease with the use of DHEA (mainly a decrease in HDL-C and triglycerides can be expected in women, p110).

DHEA supplementation has been studied as a treatment for Alzheimer’s disease, but was found to be ineffective.[6] Some small placebo-controlled randomized clinical trial studies have found long-term supplementation to improve mood and relieve depression[7][8] or to decrease insulin resistance.[9] However, a larger placebo-controlledrandomized clinical trial reported in the New England Journal of Medicine in 2006 found that DHEA supplementation in elderly men and women had no beneficial effects on body composition, physical performance, insulin sensitivity, or quality of life.[10]

In contrast to the non-beneficial effects of DHEA on memory in the elderly, a randomised UK study[11] found that a 7-day course of DHEA (150 mg twice daily) improved episodic memory in healthy young men. In this study, DHEA was also shown to improve subjective mood and decrease evening cortisol concentration, which is known to be elevated in depression[12]. The effect of DHEA on memory appeared to be related to an early activation of the anterior cingulate cortex (ACC) and it was suggested this was due to neuronal recruitment of the steroid sensitive ACC that may be involved in pre-hippocampal memory processing.

DHEA supplements are sometimes used as muscle-building or performance-enhancing drugs by athletes. However, a randomized placebo-controlled trial found that DHEA supplementation had no effect on lean body mass, strength, or testosterone levels.[13]

A 1986 study found that a higher level of endogenous DHEA, as determined by a single measurement, correlated with a lower risk of death or cardiovascular disease.[14] However, a more recent 2006 study found no correlation between DHEA levels and risk of cardiovascular disease or death in men.[15] A 2007 study found the DHEA restored oxidative balance in diabetic patients, reducing tissue levels of pentosidine—a biomarker for advanced glycation endproducts.[16]

Some in vitro studies have found DHEA to have an anti-proliferative or apoptotic effect on cancer cell lines.[17][18][19] The clinical significance of these findings, if any, is unknown. Higher levels of DHEA, in fact, have been correlated with an increased risk of developing breast cancer in both pre- and postmenopausal women.[20][21]

An anonymous 2002 review, in the French journal Prescrire, concluded: DHEA plasma levels are so low in most animals that they are difficult to measure, hindering studies on DHEA and aging. DHEA had not yet, at the time of writing, been linked to any specific health disorder. Side effects are linked to its androgenic effects, unfavorable lipid metabolism effects, and “possible growth-stimulating effect” on hormone dependent malignancies. “In practice, there is currently no scientific reason to prescribe DHEA for any purpose whatsoever.”[22]

A 2005 study, measured serum DHEA in 206 men with type-2 diabetes, and found an inverse relationship between serum DHEA and carotid atherosclerosis in men. The authors say the study “supports the notion that DHEA, which is sold in increasing amount as a food supplement, is atheroprotective in humans, and that androgen replacement therapy should be considered for men with hypogonadism.”[23]

A 2006 study supplemented DHEA to men of average 65 years of age, and found that the men experienced significant increases in testosterone and cGMP (Cyclic guanosine monophosphate), and significant decreases in low-density liprotein (LDL). The authors say that the “findings…suggest that chronic DHEA supplementation would exert antiatherogenic effects, particularly in elderly subjects who display low circulating levels of this hormone.”[24]

A 2008 study in the Journal of the American Geriatrics Society, June 2008, measured serum DHEA in 940 men and women ranging from age 21 to 88, following them from 1978 until 2005. The researches found that low levels of DHEA-s showed a significant association with shorter lifespan and that higher DHEA-s levels are a “strong predictor” of longevity in men, even after adjusting for age, blood pressure, and plasma glucose. No relationship was found between serum DHEA and longevity for women during the study period. The study did not find a significant difference in longevity until the 15-year follow-up point, which the researchers note may explain why some past research that followed men for less duration found no relationship.[25]

[edit]Disputed effects

In the United States, DHEA or DHEAS have been advertised with claims that they may be beneficial for a wide variety of ailments. DHEA and DHEAS are readily available in the United States, where they are marketed as over-the-counter dietary supplements.[26] A 2004 review in the American Journal of Sports Medicineconcluded that “The marketing of this supplement’s effectiveness far exceeds its science.”[27] Because DHEA is converted to androstenedione and then testosterone, it has two chances to aromatize into estrogen- estrone from androstenedione, and estradiol from testosterone. As such, it is possible for increases in estrogen levels more than testosterone in men.

[edit]Increasing endogenous production

Regular exercise is known to increase DHEA production in the body.[28][29][30] Caloric restriction has also been shown to increase DHEA in primates.[31] Some theorize that the increase in endogenous DHEA brought about by caloric restriction is partially responsible for the longer life expectancy known to be associated with caloric restriction.[32]

[edit]Isomers

DHEA (Dehydroepiandrosterone) is really a meaningless term scientifically, since it isn’t descriptive of the actual molecule structure and could include a family of structures that are missing hydrogen atoms at one or more points in the molecule. DHEA can have many naturally occurring isomers that may have similar pharmacological effects. Some proven natural isomers of DHEA are 1-dehydroepiandrosterone (shown to be synthesized in pigs), 4-dehydroepiandrosterone (shown to occur in rats), 19NorDHEA (shown to occur in pigs and humans). These isomers are also technically DHEA, since they are dehydro epiandrosterones (removing hydrogens from the epiandrosterone skeleton).

(DHEA) is a multi-functional steroid that has been implicated in a broad range of biological effects in humans and other mammals. Together with its sulfate ester (DHEA-S), it is the most abundant steroid in humans. DHEA is produced by adrenal glands, but also sythesized de novo in the brain. It acts on theandrogen receptor both directly and through its metabolites, which include androstenediol and androstendione, which can undergo further conversion to produce the androgen testosterone and the estrogens estrone and estradiol.[1]DHEA is also a potent sigma-1 agonist.[2] It is considered a neurosteroid.[1]