Arquivo de julho, 2009

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Parte 2 – Light of Reason

Parte 3 – The Stuff of Light

Parte 4 – Light, Universe and Everything

Maheshani, meditate as being absorbed in the yoni cakra, with yoni on the tongue, yoni in the mind, yoni in the ears and yoni in the eyes. Mighty Lady, all sadhana is vain unless with the yoni. Therefore,reject other pujas and do Yoni Puja. Maheshani, there is no siddhi without devotion to the Guru – Yoni Tantra, X

The Tantrik tradition has come to be viewed as synonymous in the West with sexuality. And, to some extent, that’s the case in Asia too, mostly because of the pervasive influence of Western education. What is the truth?

The Web pages on this site cover a multitude of different subjects and this reflects the tantrik tradition which spans a huge range of topics.

Many interested in the topic, however, think tantra is equivalent to sex and focus on one specific rite, particular to the Kaula and Vamachara schools of tantra, and on the “five things”, the so-called Panchamakara, including sexual intercourse, that are part of it. Vatsyayana’s Kama Sutra, for instance, has little or nothing to do with the tantrik tradition but it is true that prior to the Muslim and Christian invasions of the sub-continent, the culture had a healthy interest in sexuality and also had the sensual language of Sanskrit to express it.

The first inconvenient point about the tantrik tradition is that in the overwhelming majority of texts, it is demanded that a practitioner be initiated by a guru (female or male), who belongs to a lineage or sampradaya. If someone practises tantrik rites, uses a mantra or yantra from books, without being competent (adhikara), not only is there no success, but, on the contrary, he or she is cursed by the goddess. Or so the texts say.

“Beguiled by false knowledge as propagated, certain persons, deprived of the guru-shishya tradition, imagine the nature of the Kuladharma according to their own intellect. If merely by drinking wine, men were to attain fulfilment, all addicted to liquor would reach perfection. If mere partaking of flesh were to lead to the high state, all the carnivores in the world would become eligible to immense merit. If liberation were to be ensured by sexual intercourse with a shakti, all creatures would become liberated by female companionship.” (Kularnava Tantra, II, 116- 118).

The possibility exists that it was comparatively late that the tantrik schools went “underground”. Judging from texts like the Kalika Purana, it seems that tantrik sexuality was a part of everyday life.

The panchamakara (five “m”s) are maithuna (intercourse), madya (liquor), mudra (bean), mamsa (flesh) and matsya (fish). They form part of a rite performed by those of the class called Viras (heroes). According to the tradition, practitioners fall into three classes: divya (divine), vira (heroic) and pashu (beastlike).

Yet the vira, or heroic sadhana, is only a part of the Kaula tradition and, if we believe the texts themselves, is only for a certain category of practitioners (sadhakas (m) and sadhvinis (f)) who can benefit from it. It is prohibited for the pashu, who is likely to misunderstand both it and its inner significance on a superficial level. For those not competent to practise this rite, it is poisonous.

Further, tantrik groups which do not fall into the Kulachara or Vamachara divisions, do not drink wine or use sex in a ritual context. Some may substitute ginger for flesh, milk for wine and the symbolic union of two flowers for copulation.

The influential Kaulavali Nirnaya Tantra, a digest of many of the greatest of the Kaula tantras, says that drinking is either divya, vira or pashu. The first is the realisation that the Goddess as wine-nectar is within, the second uses alcohol, while for the pashu it is prohibited as it is done without understanding. To a vira who wants to be liberated, ordinary prohibitions do not apply. Wine is Shakti and flesh is Shiva.

And the Kularnava Tantra says that the divine person, or divya, realises that wine flows from the 1,000 petal lotus, flesh is the sense of duality, fish is the disordering of the senses and sexual intercourse is the union of Kundalini with supreme Shiva. Indeed, the commentary to the famousKarpuradistotra goes further and says that true sexual intercourse is union with the goddess within. Intercourse with any other woman is adultery. That may be true for the divya, but not for the vira. (See Vira Sadhana)

These considerations make it clear that far from tantra being synonymous with sex, sexuality is a part of the sadhana (work on oneself) and the tradition, and then, perhaps, only at a certain stage and for a certain time.

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There is enough land in the Amazon region to satisfy Brazilian society’s demands for economic development, environmental management of a resource base of global importance and the challenges of agrarian reform. Yet Brazil has been unable to create a fully coherent and manageable land policy and administration system for the region which permits sustainable development goals to be achieved while reconciling special interests and uses. Instead, resource waste, private appropriation of the public domain and social conflict characterize land relations in the region. As the region becomes increasingly accessible for a variety of economic activities, and more central to Brazil’s economy, the resolution of the land questions looms large as a foundational element for reconciling and ordering economic development, resource management and social priorities. Conclusion: the technical requirements to support land regularization are of a manageable scale and would require a complete geo-r eferencing of each parcel of land in the region, matched one-to-one with the property’s entry in the land registry.

Mais Uma Demostração Da Irracional Prática Penal

Publicado: julho 28, 2009 por brunopm em Juris, Tudo

Na matéria extraída do site G1 da globo.com podemos perceber a irracionalidade do trato penal, e a vulnerabilidade das pessoas que estão expostas a essas bestialidades lideradas por membros do MP.

O lance é o seguinte. No caso da Suzane Von Richtofen, aquela mulher que matou os pais junto com o namorado, a dita cuja foi condenada e está cumprindo pena pelo crime que praticou. Inobstante a irracionalidade do encarceramento, que não encontra fundamento em nenhum dos objetivos declarados da política penal do Estado, a reeducanda (como a lei diz) ou a encarcerada (como prefere a realidade) está pedindo a progressão de regime por ter cumprido requisito objetivo temporal, alegando possuir também o requisto subjetivo de ostentar bom comportamento carcerário (conforme texto expresso e claro do art. 112 da LEP). Segundo seu advogado, ela tem o melhor comportamento dentre as detentas, relacionado-se bem com todas, tendo os técnicos do presídio se posicionado pelo deferimento da progressão. Pois bem, certamente por causa da comoção social que foi o caso, o MP parece que está querendo dar um jeito de manter a encarcerada presa indefinidamente, pois opiniou pelo indeferimento com base em um lado psicológico completamente esquizofrênico que no final dá o seguinte parecer absurdo: Ela pode fazer algo incapaz de ser previsto.

Pessoal, esse laudo psicológico é completamente desnecessário, pois ela não é louca (fato comprovado por psiquiatras) e a lei apenas requer bom comportamente carcerário. O motivo de a lei ser assim é óbvio: As teses desse psicólogo são absolutamente indemonstráveis, pois nenhuma ciência pode prever comportamento humano futuro (quem não acredita no que digo, leia Juarez Cirino dos Santos, uma pessoa que passa a vida estudando criminologia, direito penal e filosofia). Esse pseudo critério psicológico demonstra a arbitrariedade exposta aos condenados, ainda mais quando se pretende afirmar uma periculosidade abstrata sem a menor comprovação científica. O psicólogo chega ao absudo de afirmar que ela é dissimulada e a prova dessa dissimulação seria o fato de ser dar bem com todos no presídio. Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, pois se ela tivesse algum problema com alguém ali dentro, o laudo seria no sentido de indeferir a progressão por ela justamente ter um mau comportamento, mas como ela tem um bom comportamento, o laudo pede o indeferimento porque esse bom comportamento é sinal de dissimulação!!!

É ou não é um sintoma de barbárie dos tempos modernos? E o mais triste é que alguns moralistas do MP contribuem para esse tratamento troglodita, conforme afirma o próprio Juarez Cirino, que é atualmente, na minha opinião, o melhor penalista que esse país tem ou já teve.

Enfim, eis abaixo o túnel do tempo de volta a idade das cavernas!

Promotor dá parecer contra regime semiaberto para Suzane
Para promotor, a jovem ainda não tem condições de voltar às ruas.
Suzane confessou assassinato dos pais e está presa há seis anos.
Do G1, em São Paulo

O promotor Paulo José de Palma, da Promotoria de Justilça de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, deu parecer contrário à concessão de regime semiaberto a Suzane Von Richtofen. O advogado de Suzane, Denivaldo Barni, disse que ainda não teve acesso à íntegra da decisão e que por isso não quer se manifestar.

A jovem, ré confessa do assassinato dos pais, pede para cumprir o restante da pena em regime semiaberto. Mas na opinião do promotor, ela não tem condições de voltar às ruas.

Condenada a 38 anos de prisão, Suzane está presa há quase seis anos. Funcionários da penitenciária onde ela cumpre pena disseram ao programa Fantástico, da TV Globo, que ela apresenta bom comportamento. “Não se envolve em nenhum problema dentro da cadeia, não é fofoqueira, não é nada. Tranquila, na dela. Trabalha todo dia, o dia inteiro e ajuda também em outras áreas quando é necessário”, revela.

O trabalho na fábrica de roupas da penitenciária contribui para reduzir a pena de Suzane. Nas contas da Justiça, ela já cumpriu um sexto da condenação, tempo mínimo para ter direito ao regime semiaberto. Mas para conseguir o benefício, Suzane ainda tem de passar por um outro teste: um laudo criminológico feito por técnicos do estado e um parecer do presídio com um relatório das pessoas que convivem com ela.

Com exclusividade, o Fantástico teve acesso às informações dos dois trabalhos, que apresentaram conclusões contraditórias. Do carcereiro ao diretor do presídio, sete profissionais que convivem com Suzane foram unânimes: a jovem é uma presa exemplar.

“É uma detenta nota mil, na minha opinião. Se, pelo menos, 80% da cadeia fosse igual a ela, não precisava quase nem de guarda lá dentro. Não dá problema”, conta o funcionário do presídio.

“O parecer do presídio é bem objetivo e conclui que a Suzane sempre teve um bom comportamento, sempre respeitou as pessoas da unidade, sempre se relacionou bem com as demais presas. Portanto, merece a promoção prisional”, afirma o promotor Paulo José de Palma.

Já o laudo criminológico, feito por dois psiquiatras, dois psicólogos e uma assistente social, revelou outra face de Suzane. Apesar de os psiquiatras dizerem que ela não tem uma doença mental que ofereça perigo, os psicólogos e a assistente social identificaram um perfil dissimulado. Ter a aprovação de todos que convivem com ela confirmaria isso.

Dissimulado
O psicólogo Gilberto Rodrigues, que já trabalhou em presídios, descreve o perfil de um criminoso dissimulado. “Ela cativa, envolve e traz todos para o seu lado”, aponta. “Ela sempre responde para você com sorriso no rosto. Nunca está de cara feia ou amarrada”, contou o funcionário.

No presídio, Suzane estaria manipulando da mesma forma como fez no enterro dos pais. “Aquele choro estava acontecendo para ocultar uma verdade dela. Ela se torna boazinha aos olhos dos outros para esconder um traço que ela sabe que tem”, acredita o psicólogo Gilberto Rodrigues.

Ela é aceita entre as detentas, mas não querida. “Querida não, porque o pessoal tem muita repulsa com esse tipo de crime”, diz o funcionário. Além disso, Suzane evita comer a comida da penitenciária. “É servido a comida normal para elas todas, igual. Agora, ela prefere comer frutas, essas coisas que são trazidas para ela”, conta. E a única visita que recebe é a do advogado. “Família nunca vi família nenhuma por lá”, completa.

Durante todo o tempo em que está presa, Suzane nunca recebeu advertência. Mas os especialistas acham que também este é um ato calculado, como na entrevista que deu ao Fantástico há três anos.

“A Suzane possui uma personalidade voltada a manipular as pessoas e também a trazer as pessoas para seu lado, para as utilizarem em benefício próprio. Certamente os técnicos, muito competentes, muito inteligentes e muito probos, foram influenciados pelo perfil psicológico da Suzane”, afirmou o promotor Paulo José de Palma.

O juiz responsável pelo caso tem até sexta-feira (31) para tomar uma decisão: dar razão aos técnicos do presídio ou aos psicólogos. “Deixá-la na rua significa que, no primeiro momento, que ela se sinta insegura e ameaçada, toda essa bondade, esse carinho, fica em segundo plano, e ela age descontroladamente. Ela pode fazer algo incapaz de ser previsto”, acredita o psicólogo Gilberto Rodrigues.

UFO STRATEGIC DEFENSE AND H.A.A.R.P. VIDEO

Publicado: julho 27, 2009 por Yogi em Tudo

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