Consciente Coletivo (Collective Consciousness)

Publicado: março 17, 2009 por Yogi em Capital, Culture, Media, Nature, Philosophy, Politics, Psy, Tudo
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Consciência Coletiva, de acordo com o sociológo francês Émile Durkheim, é um cultural de idéias morais e normativas, a crença em que o mundo social existe até certo ponto à parte e externo à vida psicológicado indivíduo.

Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria    

— Durkheim, Émile. Da divisão do trabalho social. pag 342

Toda a teoria sociológica de Durkheim pretende demonstrar que os fatos sociais têm existência própria e independem daquilo que pensa e faz cada individuo em particular.Embora todos possuam sua “consciência individual”, seu modo próprio de se comportar e interpretar a vida, podem-se notar, no interior de qualquer grupo ou sociedade, formas padronizadas de conduta e pensamento. Essa constatação está na base da que Durkheim chamou de consciência coletiva.

Pensamento de grupo é um tipo de pensamento exibido pelos membros de um grupo que tentam minimizar conflitos e chegar ao consenso sem testar, analisar e avaliar criticamente as idéias. Durante o pensamento de grupo, membros do mesmo evitam promover pontos de vista fora da zona de conforto do pensamento consensual. Uma variedade de motivos para isto pode existir, tais como o desejo de evitar ser encarado como ridículo, ou o desejo de evitar perturbar ou irritar outros membros do grupo. O pensamento de grupo pode fazer com que grupos tomem decisões precipitadas e irracionais, onde dúvidas individuais são postas de lado, por medo de perturbar o equilíbrio coletivo. O termo é freqüentemente usado em sentido pejorativo.

Collective consciousness refers to the shared beliefs and moral attitudes which operate as a unifying force within society.[1] This term was used by the French social theorist Émile Durkheim (1858–1917) in his books The Division of Labour (1893), The Rules of Sociological Method (1895), Suicide (1897), and The Elementary Forms of Religious Life (1912).

In The Division of Labour, Durkheim argued that in “traditional” or “simpler” societies (those based around clan, family or tribal relationships), religion played an important role in uniting members through the creation of a common consciousness (conscience collective in the original French). In societies of this type, the contents of an individual’s consciousness are largely shared in common with all other members of their society, creating a mechanical solidarity through mutual likeness.

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