Arquivo de janeiro 29, 2009

Be-Bop-A-Lula

Publicado: janeiro 29, 2009 por Yogi em Arts, Music, Tudo

Infinito

Publicado: janeiro 29, 2009 por Yogi em Arts, Culture, Literature, Media, Philosophy, Poetry, Psy, Tudo
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Para quem não entende nada de programação, vai conhecer o conceito clássico de looping. Aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa entrou em looping…

 

O diretor disse à secretária: – Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!

A secretária faz uma chamada para o marido: – Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.

O marido liga para a amante: – Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!

A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares: – Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.

O menino liga para o seu avô: – Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos.

O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária: – Vou passar a próxima semana com o meu neto, não poderemos participar naquele Seminário. Cancele a viagem.

A secretária liga para o marido: – A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho, cancelamos a viagem..

O marido liga para a amante: – Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.

A amante liga para o menino das aulas particulares: – Esta semana vamos ter aulas como normalmente.

O menino liga para o avô: – Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.

O avô liga para a sua secretária: – Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos.

Acoustic Medley – Songs of Freedom

Publicado: janeiro 29, 2009 por Yogi em Arts, Music, Tudo

O sujeito e o violão apenas. Coisas mais bonitas que já ouvi. De coração.

O tema desse mês para o Roda é “Desenvolvimento sustentável: é realmente possível?“, que é um “tema pegadinha”, uma vez que é necessário se abordar, nessa discussão, temas como fontes alternativas de energia, crise de alimentos, mudanças climáticas, etc…

Sob esses outros tópicos, que já apareceram pelo Roda, eu já falei sob alguns pontos que considero particularmente cruciais; entre eles estão o controle populacional e o entendimento do conceito de “escalas”. Por exemplo, quando vc dobra a população, o que acontece com o consumo de energia? Essa é uma questão típica sobre “escalas”: vc escala a população por um fator de 2 (i.e., vc multiplica a população por 2) e pergunta como é que o consumo de energia é escalado, ou seja, como o consumo de energia é afetado por essa mudança de escala.

Minha primeira a mais instintiva reação para abordar um problema desses é explicar e discorrer um pouco sobre questões como:Homogeneidade de EulerAnálise DimensionalRemoção de Dimensões e UnidadesTeorema de Buckingham-πBiologia de PopulaçõesLeis de Escala em BiologiaEstrutura e Dinâmica de RedesSistemas ComplexosEvolução e EntropiaSistemas Auto-OrganizáveisAuto-Organização, Seleção e Evolução, e assim por diante… a partir duma base mais sólida como essa, fica mais fácil de se alçar vôos mais altos, como o tratamento dos problemas de mudanças climáticas, da economia global (globalização, “vila global”, wikonomics), e assim por diante.

Porém, infelizmente, um post que seguisse essas linhas iria acabar num limbo, sem atingir o seu objetivo final, que é a atenção do leitor. A grande razão para isso tem nome e se chama “Analfabetismo Numérico“. Esse é um ponto extremamente importante, pela seguinte razão: Se vc não consegue apontar o Distrito Federal num mapa, ou se vc nunca ouviu falar de Manuel Bandeira, ou se vc não lê a Folha, etc, o tiro é rápido: vc é uma pessoa às bordas da cultura, quiçá até um analfabeto funcional. Por outro lado, se vc nunca ouviu falar na Função Exponencial, ninguém vai achar estranho — isso é a definição deanalfabetismo numérico: nossa sociedade não parece achar nem errado nem ruim que a população (as pessoas, unidades constituintes da sociedade!) não tenha a menor compreensão dos fatos mais básicos sobre matemática ou ciência dum modo geral! (E olha que eu não estou falando do fato de que a Terra irradia toda a energia que recebe do Sol: ela recebe fótons na faixa do amarelo e irradia a mesma quantidade de fótons na faixa do infra-vermelho — claro, senão o planeta estaria esquentando continuamente! Portanto, o uso que nós fazemos da energia vinda do Sol é via uma transformação entrópica: nós recebemos energia com um baixíssimo grau de entropia e irradiamos essa mesma energia com um alto grau de entropia — isso é o mais eficiente que se pode fazer! Mas não é disso que eu estou falando… nós estamos tratando, aqui, de conceitos bem mais simples do que esse, como, por exemplo, o fato de que para biocombustíveis serem viáveis é preciso se fazer uma continha simples, do montante de energia que é usado pra produzí-los, menos o montante de energia que eles produzem: quantas vezes se vê por aí esse “balanço energético”?!)

Nos dias de hoje, isso é completa e absolutamente chocante, um absurdo sem tamanhos! Por exemplo: se a população duma cidade dobra mas o número de vereadores e deputados continua o mesmo… a população dessa cidade passou a ter apenas metade da representatividade que tinha anteriormente! Se a população mundial aumenta de modo constante mas os recursos energéticos do planeta são finitos, é inevitável que o desenvolvimento não pode ser sustentável — isso é o mesmo que comprar uma passagem no Titanic: vc pode ir de primeira-classe, ou pode ir no porão do navio, mas o resultado final é o mesmo.

Portanto, falar em desenvolvimento sustentável sem se fazer uma discussão crítica e honesta do controle populacional é, no mínimo,desonestidade intelectual!

Mas, pra não tornar esse post algo que as pessoas achem “seco”, “árido”, ou simplesmente chato e “acadêmico”, eu vou deixar uns vídeos excelentes, que tratam essa questão dum modo leve porém cuidadoso, com o carinho que elas merecem.

  • O primeiro deles é uma coleção de 8 vídeos, que capturam uma palestra dada pelo Professor Albert A. Bartlett, chamadaPopulation, Arithmetic, and Energy.
  • O segundo, entitulado How it all ends, é um conjunto de 45 vídeos, um projeto do Professor Greg Craven para mostrar como é possível se avaliar o debate atual sobre as mudanças climáticas de modo racional e científico, mostrando claramente como é que se pode tirar conclusões científicas, sólidas e robustas, independentemente do [aparente] debate que alguns insistem em dizer que existe.

Eu espero que vcs se divirtam e passem a apreciar a profundidade de todas essas questões em jogo — por favor, coloquem seus comentários no Roda.

ESTE POST ESTÁ NO BLOG kungfuphysics, escrito por Daniel. Ele sugere comentários no Roda de Ciência (muito bom!). 

Planejamento Familiar

Publicado: janeiro 29, 2009 por Yogi em Culture, History, International, Juris, Media, Philosophy, Politics, Tudo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Planejamento familiar ou Planeamento familiar entende-se como conjunto de acções que têm como finalidade contribuir para a saúde da mulher e da criança e que permitem às mulheres e aos homens escolher quando querem ter um filho, o número de filhos que querem ter e o espaçamento entre o nascimento dos filhos. Existem recomendações da Organização das Nações Unidas no sentido do acesso universal aos serviços de Planeamento Familiar, e de esse serviço ser parte dos Serviços de Saúde Pública.

Há métodos contraceptivos para permitir evitar ter uma gravidez indesejada. Exemplos: Pílula, Preservativo, Dispositivo Intra Uterino (DIU), o Diafragma, os Espermicidas. Há países que fornecem o acesso àInterrupção voluntária da gravidez (IVG) como recurso, pois os métodos contraceptivos não são 100% seguros.

A partir da Declaração universal dos direitos humanos de 1948, a comunidade internacional, vem firmando uma série de convenções nas quais são estabelecidos os estatutos comuns de cooperação mútua e mecanismos de controle que garantam um elenco de direitos considerados básicos à vida digna, os chamados direitos humanos.

Conferência Internacional da ONU sobre população e desenvolvimento (CIPD), realizada no Cairo em 1994, conferiu papel primordial à saúde e aos direitos sexuais e aos direitos reprodutivos, ultrapassando os objetivos puramente demográficos, focalizando-se no desenvolvimento do ser humano.

A assistência em planejamento familiar deve incluir acesso à informação e a todos os métodos e técnicas para concepção e anticoncepção, cientificamente aceitos, e que não coloquem em risco a vida e a saúde das pessoas

Legislação no Brasil

Sobre o planejamento familiar a Constituição Federal do Brasil estabelece:

Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.

A Lei n.º 9.263, sancionada em 12 de Janeiro de 1996, regulamenta o planejamento familiar no Brasil e estabelece em seu art. 2º:

Para fins desta Lei, entende-se planejamento familiar como o conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direito igual de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre (o texto abaixo foi editado, sem alteração de conteúdo – apenas com cortes – para ver o texto na íntegra, clique aqui)

Em Segurança da informação, chama-se Engenharia Social as práticas utilizadas para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É uma forma de entrar em organizações que não necessita da força bruta ou de erros em máquinas. Explora as falhas de segurança das próprias pessoas que, quando não treinados para esses ataques, podem ser facilmente manipuladas.

Entendendo a Engenharia Social

Engenharia social compreende a inaptidão dos indivíduos manterem-se atualizados com diversas questões pertinentes a tecnologia da informação, além de não estarem conscientes do valor da informação que eles possuem e, portanto, não terem preocupação em proteger essa informação conscientemente. É importante salientar que, a engenharia social é aplicada em diversos setores da segurança da informação independente de sistemas computacionais, software e ou plataforma utilizada, o elemento mais vulnerável de qualquer sistema de segurança da informação é o ser humano, o qual possui traços comportamentais e psicológicos que o torna suscetível a ataques de engenharia social. 

    A engenharia social não é exclusivamente utilizada em informática, a engenharia social é uma ferramenta onde exploram-se falhas humanas em organizações físicas ou jurídicas onde operadores do sistema desegurança da informação possuem poder de decisão parcial ou total ao sistema de segurança da informação seja ele físico ou virtual, porém devemos considerar que as informações pessoais, não documentadas, conhecimentos, saber, não são informações físicas ou virtual, elas fazem parte de um sistema onde possuem características comportamentais e psicológicos onde a engenharia social passa a ser auxiliada por outras técnicas como: leitura frialinguagem corporalleitura quente, termos usados ao auxilio da engenharia social para obter informações onde a informação não é física ou virtual e sim comportamental e psicológica.

    A engenharia social é praticada em diversas profissões beneficamente ou não, visando proteger um sistema da segurança da informação ou atacar um sistema da segurança da informação.

    Um engenheiro social não é um profissional na engenharia social (a engenharia social não é uma faculdade e sim técnicas), mas trata-se de uma pessoa onde possui conhecimentos em diversas áreas profundamente ou não, 99% das pessoas que praticam a engenharia social de forma benéfica ou não, trabalham em grandes empresas ou em empresas de médio porte, visando buscar falhas em um sistema desegurança da informação para aperfeiçoar ou explorar falhas.

    A engenharia social muito confundida com a arte da enganação em termos técnicos por estar relacionada em casos de violação da segurança da informação virtualmente e físicamente, porém devemos lembrar que a engenharia social é utilizada para a proteção da informação também, estes casos são freqüentes e não são divulgados por motivos de segurança da informação de uma pessoa juridica ou pessoa física, uma falha descoberta por uma pessoa com habilidades na engenharia social ela pode ser explorada de duas formas, beneficamente ou maleficamente, sua atuação como pessoa com habilidades na engenharia social contratado para solucionar falhas e não amplia-las, está é a forma benéfica de usar a engenharia social, a forma maléfica de utilizar a engenharia social está ligada a 99% dos casos por pessoas que buscam violar, obter a informação de forma desonesta, buscando lucros pessoas ou empresariais, lembramos que a engenharia social não é uma faculdade e sim uma habilidade pessoal de um profissional ou não em uma determinada ária, profissão, dedicação, hobby, entre outros.

    A engenharia social lida com varias formas e técnicas em situações diversas, pessoas com habilidades na engenharia social que atuam nesta área por muitos anos definem a engenharia social como umas das ferramentas mais utilizadas no mundo em comunicação humana, visando proteger a informação ou não, divulgar a informação ou não, uma arma ou uma flor em suas mãos com uma imagem desfocada ou focada, porém muito perigosa ao coração.

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Engenharia social é um conceito de ciência política que se refere a iniciativas de influencia popular, atitudes e comportamento social em larga escala, tanto por governos ou grupos privados. Na arena política a contraparte à engenharia social é a engenharia política.

    Por várias razões, o termo foi associado a conotações negativas. Contudo, virtualmente todas as leis e políticas tem o efeito de mudar o comportamento e podem ser consideradas “engenharia social” até certo ponto. Proibições ao assassinatoestupro e suicídio são todas políticas que pretendem desencorajar comportamentos indesejados. Na jurisprudência do Reino Unido e do Canadá, mudar atitudes públicas a respeito de um comportamento é aceito como uma das funções chave de leis que as proibem. O meio mais efetivo para a “engenharia social” é através de mídia de massas e especialmente televisão. Governos também influenciam comportamento através de incentivos e desincentivos através de políticas economicas e fiscais, e tem feito isso por séculos.

    Na prática, chamar uma política de “engenharia social” é freqüentemente uma questão de intenção. O termo é mais freqüentemente empregado na política de direita, como uma acusação contra quem propõe usar leis, políticas fiscais e outros tipos de influência política para mudar relações de poder vigentes, como entre homens e mulheres, ou entre diferentes grupos étnicos. Políticos conservadores norte-americanos têm acusado seus oponentes de fazer engenharia social através da promoção do politicamente correto, na medida em que isso possa mudar atitudes ao definir linguagem ou atos como “aceitáveis” ou “inaceitáveis”. A mesma direita tem sido acusada de fazer engenharia social devido à promoção da abstinência de sexo, leis de sodomia, e patrocínio à oração nas escolas.