Aqui na roça a boa é bebida quente, segundo o jornal local

Publicado: janeiro 27, 2009 por brunopm em Tudo

Não sabia que o aumento do dolar gera um aumento do preço da cerva. Mas o assunto me fez lembrar de outra importante idéia que deveria ser usada aqui no Brasil, já que, segundo informações, na Europa é uma realidade. A idéia seria acabar com o IPI do vinho, colocando-o na categoria de alimento. Tudo bem que no verão a boa é loira e a ela eu sou fiel, mas levando-se em consideração que o uso moderado do vinho faz bem à saúde e que, mesmo o uso impoderado do vinho é melhor do que o uso imoderado da cachaça, não vejo por que não abaixar o preço do vinho para que a população mais carente possa fazer uso desta bebida. 

Pretem atenção na sugestão no final da matéria.

Mais uma observação: Parece que o Lula de bobo não tem nada. Diminuiu uns impostos e justo no verão, onde as bebidas frias vendem mais, aumentou o IPI (imagino que seja o IPI, pois a matéria não diz).
 

Carga tributária, dólar … abuso. Preço de bebidas aumenta no verão

27/01/2009 – 11h00 (Letícia Gonçalves – Redação Gazeta Rádios e Internet)

O preço de bebidas alcóolicas, como a cerveja, chama a atenção dos consumidores neste verão. Na Praia do Morro, uma das mais frequentadas em Guarapari, a garrafa de cerveja (600 ml) custa até R$ 4. No mesmo bairro, em um bar afastado da orla, no entanto, o produto sai a R$ 2,29 (obs: alguém deveria divulgar o nome desse bar!!!! – meu comentário).

A explicação para o aumento geral dos preços das bebidas são alterações na carga tributária e a oscilação do dólar, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Bebidas do Espírito Santo, Ademar Bragatto. Mas a diferença de valores entre estabelecimentos, que às vezes parece abusiva, somente pode ser coibida com a atitude do consumidor. “É a lei da oferta e da procura”, diz Bragatto. “O consumidor tem que fazer sua escolha, buscar alternativas para não ficar refém de preços abusivos”.

A carga tributária federal sobre as bebidas alcóolicas mudou neste mês. O setor de bebidas frias, como cerveja, água, refrigerantes, energéticos, isotônicos e refrescos, passou a pagar mais 15% em impostos. Muitas vezes o valor é repassado aos consumidores. Outro fator que reflete nos preços é a cotação do dólar. A matéria-prima utilizada na fabricação da cerveja, por exemplo, é balizada pela moeda americana. Quando ela aumenta, o custo de produção acompanha o movimento.

Enquanto isso, ao consumidor final resta a opção de consumir bebidas quentes em substituição às que sofreram aumento de preço (Boa, hahaha, bebam cachaça!).

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