Aluga-se

Publicado: janeiro 27, 2009 por Yogi em Non Sense, Tudo

O sujeito colocou um anúncio no jornal:

“Tenho casas para alugar – somente para cristãos”.

No dia seguinte, apareceu um interessado.O dono das casas, um cara
muito mal educado, o atendeu:

– O que é que o senhor deseja aqui?-

Eu to querendo alugar a casa do senhor!

– Sei, sei! E qual o seu nome?

– David!

– David, do que?

– David Rosemberg!

– Não, não, não! Eu não alugo casa para judeu! O senhor não sabe ler,
não? Não viu escrito lá que eu só alugo casa para cristãos!

– Ta certo! Eu sou judeu, mas eu sou cristão…

– Que isso, rapaz! Pensa que eu sou idiota? Não existe judeu cristão!

– Mas eu garanto pro senhor. Eu sou judeu e sou cristão!

– Ah, é! Então eu vou fazer um teste com você. Vamos ver se você é
cristão mesmo! O que é que tem dentro da Igreja Católica?

– A sacristia…

– O que mais?- Tem o Santo Sudário!

– O que mais?

– Tem o altar…

– O que mais?

– Tem o confessionário…

– Jesus é filho de quem?

– De José!

– E de quem mais?

– De Maria…

– E onde nasceu Jesus?

– Em Belém!

– Eu sei que foi em Belém! Eu to falando do local, a casa!

– Não era uma casa! Era uma manjedoura…

– E por que, numa manjedoura?

– Porque naquela época, já existia um FDP que nem você, que
não alugava casa para judeu!!!

comentários
  1. brunopm disse:

    boa

  2. gustavo disse:

    Um clube da alta sociedade carioca não admitia judeus. Jacó, “moel” (aquele que faz circuncisões) por ter um sobrenome usual “Laranjeira” decidiu tentar a sorte e se associar ao clube.

    No dia da entrevista com a comissão de admissão Jacó, depois de muito treino, passou a responder as perguntas dos entrevistadores:

    – Qual seu nome inteniro?
    – Jacó Laranjeira
    – Tem filhos?
    – Sim
    – Qual sua profissão?
    – (sem engasgar:) cirirgião plástico

    A entrevista continuou bem e tudo indicava que Jacó seria aceito. Até que, por fim, veio a última pergunta.
    -Qual sua religião? Você não seria judeu, seria?
    E Jacó, sem nem pensar respondeu:
    – Juedeu eu? De jeito nenhum. Eu sou Goy.

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

    Durante a guerra civil americana, um tenente do exército confederado recebeu uma carta de uma fazenda do Maine:

    “Prezado Tenente. Gostaria de receber, para homenagens, soldados confederados. Só peço não encaminhar nenhum judeu.

    No dia da festa apareceram 30 soldados negros.
    – Só pode ser um engano! gritou a dona da casa.

    -De forma alguma, respondeu o sargento negro. O Tentente Goldestein nunca se engana.

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