Arquivo de janeiro 25, 2009

História da Língua Latina

Publicado: janeiro 25, 2009 por Yogi em Culture, History, International, Tudo

Pisthis Sophia, em resumo – deusa da sabedoria, é a imagem da Estátua da Liberdade doada pela França aos Estados Unidos. Refere-se a um livro, o qual é descrito abaixo, mais uma vez, pela wikipedia. Abs

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Pistis Sophia é um importante texto Gnóstico. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam de c. 250300 AD, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesustransfigurado aos apóstolos (incluindo Maria de MagdalaMaria, mãe de Jesus e Marta), quando o Cristo elevado havia cumprido onze anos falando com seus discípulos. Nele as estruturas complexas e as hierarquias celestes familiares nos ensinamentos gnósticos são reveladas.

O título Pistis Sophia é obscuro e é, às vezes, traduzido como Sabedoria da FéSabedoria na Fé ou Fé na Sabedoria. Uma tradução mais exata, levando em conta seu contexto gnóstico, é “a fé de Sophia”, uma vez que Sophia para os gnósticos era a syzygy divina do Cristo, e não uma simples palavra significando sabedoria. Numa versão anterior e mais simples de uma Sophia no Códice de Berlim e também encontrado em um papiro em Nag Hammadi, o Cristo transfigurado explica Pistis de um modo bastante obscuro:

Novamente, seus discípulos disseram: Diga-nos claramente como eles desceram das invisibilidades, do imortal para o mundo que morre?’
O perfeito Salvador disse: O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte, e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é designado ‘Salvador, progenitor de todas as coisas’. Seu nome feminino é designado ‘Todo-progenitora Sophia’. Alguns a chamam de ‘Pistis’.

O mais bem conhecido dos cinco manuscritos da Pistis Sophia está amarrado com um outro texto gnóstico intitulado na encadernação “Piste Sophiea Cotice”. Este “Códice Askew” foi adquirido pelo Museu Britânico em 1795 de um certo Dr. Askew. Até a descoberta da biblioteca de Nag Hammadi em 1945, o Códice Askew era um dos três códices que continha quase todos os escritos gnósticos que tinham sobrevivido a eliminação dessa literatura tanto no Leste quanto no Oeste, sendo os dois outros códices o Códice Brucee o Códice de Berlim. A menos dessas fontes, tudo o que foi escrito sobre o Gnosticismo antes da Segunda Guerra Mundial é baseado em cotações, referências e inferências a partir dos escritos Patrísticos dos inimigos do Gnosticismo, uma fonte nada neutra, onde as crenças gnósticas eram selecionadas para mostrar seus absurdos, seu comportamento bizarro e não ético e sua heresia do ponto de vista do Cristianismo Paulino ortodoxo.

O texto proclama que Jesus permaneceu no mundo após a ressurreição por 11 anos e foi capaz nesse tempo de ensinar a seus discípulos até o primeiro (isto é, inicial) nível do mistério. Começa com uma alegoria fazendo um paralelo entre a morte e ressurreição de Jesus e decrevendo a descida e a ascensão da alma. Depois disso, ele prossegue descrevendo figuras importantes na cosmologia gnóstica e então, finalmente, lista 32 desejos carnais que devem ser superados antes que a salvação seja possível, sendo que a superação de todos os 32 constitui a salvação.

Tratado de Petrópolis

Publicado: janeiro 25, 2009 por Yogi em International, Politics, Tudo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O atual estado brasileiro do Acre era, no início do século XX, uma região, pertencente à Bolívia, que vinha sendo ocupada por seringueiros brasileiros em plena época de expansão da economia de extração da borracha. Para resolver a tensão que se agravava, o Barão do Rio Branco dirigiu as negociações que resultaram no Tratado de Petrópolis, firmado em 17 de novembro de 1903 na cidade brasileira homônima, que formalizou a incorporação do Acre ao território brasileiro, pelo que o Brasil pagou à Bolívia a quantia de 2 milhões de libras esterlinas e indenizou o Bolivian Syndicate em 110 mil libras esterlinas pela rescisão do contrato de arrendamento, firmado em 1901 com o governo boliviano. [1] [2]. Em contrapartida, cedia algumas terras no Mato Grosso e comprometia-se a construir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para escoar a produção boliviana pelo rio Amazonas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi inaugurado em 7 de setembro de 1986, patrocinado pelaFundação Bradesco e doado ao governo brasileiro durante a gestão de José Sarney.

Ver artigo principal: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves (edifício)

Localiza-se na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Apresenta arquitetura modernista, simbolizando uma pomba, criada por Oscar Niemeyer. Possui três pavimentos, somando área total construída de 2105 m². Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da FrançaFrançois Mitterrand, em 15 de outubro de 1985.

Seu intuito é homenagear todos aqueles que se destacaram em prol da pátria brasileira, sejam naturais do país ou não. Sua concepção se deu durante a comoção nacional causada pela morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente brasileiro eleito democraticamente – ainda que indiretamente – após vinte anos de regime militar, em 1984.

Os nomes dos homenageados constam no Livro de Aço, também chamado Livro dos Heróis da Pátria, o qual lhes confere o status de Herói Nacional. O tomo se encontra no terceiro pavimento, entre o Painel da Inconfidência, escultura em homenagem aos mártires do levante mineiro oitocentista, e o vitral de Marianne Peretti. Toda vez que um novo nome é gravado em suas laudas de metal, sempre um nome com a respetiva biografia por página, uma cerimôniain memoriam ao homenageado é realizada.

Índice

Homenageados

Os nomes que ora constam no Livro são:

Diferentemente doutros panteões, o Panteão da Pátria não contém túmulo de nenhum dos homenageados. A estrutura abriga também duas esculturas que homenageiam os mártires da Inconfidência Mineira. A primeira, intitulada Mural da Liberdade, foi realizada por Athos Bulcão, e localiza-se no segundo pavimento, no Salão Vermelho. Constitui-se de três muros modulares, cada qual medindo 13,54 m de comprimento por 2,76 metros de altura, formando o triângulo símbolo do movimento mineiro. A segunda, intituladaPainel da Inconfidência Mineira, foi realizada por João Câmara Filho e localiza-se no terceiro pavimento. Constitui-se de sete paineis, cada qual ilustrando uma fase da Inconfidência, tendo como foco o suplício de Tiradentes.

Angels and Deamons – Dan Brown

Publicado: janeiro 25, 2009 por Yogi em Arts, Cinema, Culture, Literature, Non Sense, Politics, Tudo

Uma ameaça que pode destruir toda a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon (Hanks) é chamado às pressas por Maximilian Kohler para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado no CERN, um grande centro de pesquisas na Suiça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura marcada no corpo da vítima – um ambigrama, palavra que pode ser lida tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo – é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há 400 anos. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon vai para Roma junto com Vittoria Vetra (Zurer), filha do físico assassinado, para avisar o carmelengo Carlo Ventresca (Ewan McGregor). Nessa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati – um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião.

Informações Técnicas
Título no Brasil:  Anjos e Demônios
Título Original:  Angels & Demons
País de Origem:  EUA
Gênero:  Policial
Ano de Lançamento:  2009
Estréia no Brasil: 15/05/2009
Site Oficial:  http://www.angelsanddemons.com/
Estúdio/Distrib.:  Sony Pictures
Direção:  Ron Howard 

Fonte: interfilmes

Veja no IMDB

Esquina da Música

Publicado: janeiro 25, 2009 por beatosalu em Arts, Media, Music, Tudo

http://www.sidneyrezende.com/editoria/esquinadamusica

Rapeize, esse é o site que o nosso amigo Luiz Felipe está divulgando suas opiniões, críticas, comentários e registros incríveis sobre música em geral! Vale muito a pena conferir. E acho que devíamos fazer um link também para lá

!

A favor da legalização do lobby

Publicado: janeiro 25, 2009 por Yogi em Culture, History, International, Media, Politics, Tudo

Bom, iniciando uma discussão sobre lobby postei abaixo em que pé que está a coisa. Eu sou a favor do lobby. Da mesma forma que as drogas devem ser legalizadas, o lobby também. O tabú sobre o relacionamento dos espaços público e privado é o problema – as pessoas ficam com medo de falar do assunto, por ser perigoso, do diabo, sei lá o que. Proibir o lobbie é que é o problema. A relação entre espaço público e privado é inevitável e constante, queira-se ou não. Eu diria que é até desejável, porque o Estado está aí para o povo, e povo é aquele que interage com o estado, de forma ativa e passiva. Claro que são necessárias regras, em especial, sobre transparência no relacionamento (mais do que os limites do relacionamento). Com uma regulamentação moderna (focada na transparência), talvez seja possível a “moralização” de uma atividade óbvia, natural e necessária. Separar o privado do Estado não faz sentido. Acaba-se inventando modelos como o das agências, que como maior problema, segundo as teorias administrativistas, acabam sendo órgãos absolutamente capturados pelo poder econômico privado, basicamente, pela falta de transparência desses órgãos (por exemplo, a ANAC, que já é simbólico).   É preciso regular para obrigar a publicização dos processos internos de maneira eficaz para o cumprimento da função do órgão e para a fiscalização pelos órgãos competentes e pela sociedade.  A simbiose entre público e privado, se adequadamente regulada, deve funcionar como a constante ratificação do contrato social que criou aquele Estado. Claro, vale lembrar que é importante que isso não seja a institucionalização do poder econômico, que tende a uma maior concentraçãs das riquezas (e blá, blá, blá…) – o lobby precisa ser uma atividade clara, para que os políticos possam ser fiscalizados por seus eleitores. E claro, muita educação para esse povo começar a votar cada vez melhor. Abraços!